sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

NOSSO JORNAL SPP VEICULA EDIÇÃO CONJUNTA FEV/MAR 2018

Jornal Saúde Pela Prática - Olímpico e Fiepano -

JORNAL SAÚDE PELA PRÁTICA EDIÇÃO CONJUNTA FEV/MAR 2018
QUILISPORT veicula a edição conjunta fev/março 2018 com 12 páginas, que está sendo impressa na Gráfica EDITORA PALLOTTI. A Editoria apresenta várias páginas do 33º CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO FISICA, realizado de 13 a 16 de janeiro de 2018, em FÓZ DO IGUAÇU-PR. Assim, o SPP , a cada edição, identifica-se com a FIEP e Eventos por ela realizados.
Boa Leitura











 

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

NOSSO SITE COM A OLIMPIADA DE TOKYO 2020


Tóquio 2020

Comitê Organizador de Tóquio 2020 lista "dez razões" para ir aos Jogos de Tóquio

Dentro das celebrações dos mil dias para a Abertura, conheça alguns dos motivos listados para fazer com que o torcedor deseje ir ao Japão durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos
Dentro das festividades em torno dos mil dias para a Abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio, no Japão, em 2020, o Comitê Organizador do evento produziu uma lista de dez razões para que o torcedor resolva conferir "in loco" as Olimpíadas e Paralimpíadas no país asiático. Confira:

1. Tóquio é um museu aberto da arquitetura
Japão tem o maior número de arquitetos per capita do mundo e a cidade está cheia de arranha-céus impressionantes, casas e edifícios futuristas vencedores do Prêmio Pritzker (premiação considerada a mais importante do segmento no mundo). A arquitetura dos locais de competições dos Jogos de 2020 por si só faz valer a pena conhecer.
2. Mais jovem, mais urbano
Quatro esportes irão estrear nos Jogos de Tóquio. Você terá a oportunidade de ver as primeiras medalhas de ouro aos melhores atletas do caratê, skate, escalada e surfe.
A Aomi Urban Sports Venue vai receber as provas de skate e escalada esportiva e os torcedores poderão usar os locais durante os Jogos. Será a primeira vez que um local de competição será aberto para uso do público durante os Jogos.
Enquanto isso, o mundo do surfe está planejando um festival na praia de Tsurigasaki, incorporando yoga, arte, música, coaching e discussões ambientais.
3. A cidade mais segura do mundo
Tóquio consegue ser ao mesmo tempo a maior e mais segura cidade do mundo, segundo os organizadores. É difícil acreditar? Veja isso: em 2016, foram entregues 32 milhões de dólares em dinheiro perdido nas estações de trem de Tóquio.
4. Bem-vindo ao futuro
O comitê organizador diz que os Jogos serão os mais inovadores da história. Eles irão mostrar tecnologia japonesa de ponta. Veículo de hidrogênio, dispositivos de tradução multilíngue e aplicativos de esportes de dados. Eles também não vão esquecer da acessibilidade. Tóquio 2020 pretende encorajar a inovação como nunca antes.
5. Paraíso da comida
Você sabia que existem 3.620 bares de sushi em Tóquio e restaurantes com mais estrelas Michelin do que em qualquer outra cidade do mundo? Tóquio é uma experiência gastronômica e 17 dias olímpicos não serão suficientes para explorar todas as iguarias da cozinha japonesa.

6. Novos astros do esporte
Dos 11.090 atletas esperados nos Jogos Olímpicos, 339 voltarão para casa com uma medalha de ouro. E uma minoria alcançará o estrelato. Ir para Tóquio significa assistir ao surgimento de uma nova geração de lendas do esporte.
7. Faça parte da festa
O Comitê Organizador convida todos os visitantes de Tóquio, até o fim de 2019, para entregar o celular antigo para que o aparelho seja reciclado e vire metais na produção das medalhas que serão entregues aos atletas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2020.
Ao chamar a atenção do público para a importância da sustentabilidade, a ideia é oferecer a todos a oportunidade de desempenhar um papel nos preparativos dos Jogos e ter uma peça real deles sendo parte das medalhas que os atletas sonham em conquistar.
8. Aproveite a vida de cidade grande
Tóquio está no topo da lista de cidades mais habitáveis do mundo da Monocle em 2017 e foi escolhida pelos leitores da Condé Nast Traveler como a melhor cidade do mundo em 2017. Única no mundo, Tóquio é o lugar onde o velho se encontra com o novo – uma terra de milhares de conveniências. Badalada e ao mesmo tempo calma, super fácil de navegar com 760 estações de trem, museus de arte moderna e templos centenários, Tóquio sempre habitou o imaginário dos viajantes.
9. O poder das mulheres
Os Jogos de Tóquio 2020 serão os mais equilibrados em termos de gênero na história das Olimpíadas. As mulheres deverão representar quase 49% do total de atletas. Além disso, o número de eventos mistos foi duplicado de nove no Rio 2016 para 18.
10. Descubra o verdadeiro significado de Omotenashi
A hospitalidade japonesa é conhecida. O Japão muitas vezes é referido como o país mais educado do mundo e um dos conceitos que sustentam essa afirmação é o Omotenashi, que pode ser traduzido como hospitalidade em japonês. Segundo o comitê organizador, a melhor maneira de descobrir o verdadeiro significado da expressão é chegar a Tóquio e experimentá-lo por si mesmo.
Fonte: tokyo2020.jp

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

NOSSO SITE RETOMA A DIVULGAÇÃO DO HANDEBOL BRASILEIRO







Segunda-feira, 29 de Janeiro de 2018
Seleção Masculina intensifica treinos e prova "gosto olímpico" em ano de preparação rumo a Tóquio-20
Time disputará torneios continentais e fará amistosos nas instalações que serão usadas pelo Handebol na próxima Olimpíada
Da redação, Santo André (SP) - Os Jogos de Tóquio parecem distantes, estão marcados apenas para 2020, mas para a seleção masculina de handebol, a Olimpíada já começou. Este ano é crucial para a preparação da equipe, com competições que já começam a desenhar o caminho rumo ao Japão.
"Temos um projeto grande para 2018, com desafios que ajudarão a equipe a estar cada vez mais entrosada e com um esquema de jogo sólido. Será um ano de treinamento e de evolução", diz o coordenador de seleções Washington Nunes, que também está à frente do time adulto masculino desde a saída do espanhol Jordi Ribera após os Jogos do Rio-2016.
A seleção conseguiu um excelente resultado no Mundial do ano passado —perdeu da Espanha, uma das grandes potências do esporte mundial, por apenas um gol de diferença nas quartas-de-final.
Como o calendário desse ano não prevê nem Mundial nem Olimpíada, o time poderá focar ainda mais nos treinamentos e na observação de rivais importantes.
A seleção deve continuar seu processo de renovação iniciado em 2017 e a expectativa é de que o time chegue ao fim da temporada consolidado —o Brasil tem hoje cerca de 45 atletas jogando no exterior que são constantemente observados.
No primeiro semestre, a equipe terá contato com rivais de peso no cenário internacional e poderá estudar ainda mais Argentina e Chile, principais adversários no cenário continental.
O primeiro teste será em abril, em competição amistosa na Hungria contra os donos da casa, Polônia e Áustria.  Em junho, a equipe disputará os Jogos Odesur, na Bolívia, torneio que deve dar aos três primeiros colocados vagas nos Jogos Pan-Americanos de Lima, em 2019, classificatórios para a Olimpíada.
Na sequência, a seleção viajará à Groenlândia para o Pan-Americano de handebol, que distribui vaga para o Mundial do ano que vem.
Depois dessas competições, a equipe voltará seu foco ainda mais para os treinamentos e poderá sentir um pouco do gostinho dos Jogos de Tóquio. Graças às boas relações criadas entre os Comitês Olímpicos do Brasil e do Japão durante a preparação da Rio-2016, os brasileiros conseguiram marcar uma série de amistosos e treinos nas instalações que receberão os jogos de handebol em 2020 —o ginásio que será usado pela modalidade foi erguido para a Olimpíada de 1964 e só precisará passar por alguns ajustes.
"Teremos uma carga intensa de trabalho por lá. Vamos treinar, usar a academia e jogar contra a seleção japonesa. Será importante para nos familiarizarmos com as instalações de Tóquio desde já. Nossa principal meta é conquistar a vaga para estar ali em 2020. Acredito que sentir esse gostinho de Olimpíada vai motivar ainda mais os jogadores", diz Nunes.

BASE CONSOLIDADA
Consolidar o trabalho de desenvolvimento das categorias de base é uma das principais metas da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) para 2018. O objetivo é levar os acampamentos regionais, sucesso no ano passado, para todos os estados do país.
Em 2017, esses encontros, realizados em parceria com os Correios e as federações estaduais, permitiram a observação e o treinamento de centenas de atletas e a capacitação de professores e outros profissionais ligados ao esporte em 13 localidades —foram visitados Acre, Alagoas, Amazonas, Goiás, Maranhão, Pará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e o Distrito Federal.
Esse trabalho tem ajudado na padronização da forma de jogar handebol em todo o Brasil, essencial para o desenvolvimento do esporte e para a chegada dos jogadores às seleções.
Os principais destaques dos eventos regionais participaram do acampamento nacional, realizado no Centro Nacional de Desenvolvimento do Handebol, em São Bernardo do Campo (SP).
"Esses acampamentos foram fundamentais para o desenvolvimento das categorias infantil, cadete e juvenil. Foi muito enriquecedor. Esse é um dos projetos mais importantes do esporte nacional e mostra que temos garantida a formação de novas gerações", afirma o coordenador de seleções Washington Nunes.
Os principais desafios das categorias de base femininas do handebol (júnior e juvenil) neste ano são o Mundial, em julho, e Pan-Americanos, em março e abril.
As seleções cadete e infantil masculinas disputarão o Sul-Americano, no segundo semestre. Tradicionalmente, o Brasil era representado no campeonato pelos clubes campeões nacionais dessas categorias. Com os acampamentos, foi possível observar jogadores dessas faixas etárias e montar times competitivos, que devem brigar pelo título. 
Outra meta da CBHb para 2018 é intensificar e diversificar as atividades realizadas no Centro Nacional de Desenvolvimento do Handebol.
"Na próxima assembleia, em fevereiro, vamos apresentar a proposta de criação de um centro para a formação de treinadores do Brasil inteiro, que deve ser um grande diferencial para o desenvolvimento da modalidade", adianta Nunes.

Thiagus Petrus - Armador Esquerdo (Cinara Piccolo)
Thiagus Petrus - Armador Esquerdo (Cinara Piccolo)
Alta  | Web
Seleção Brasileira Masculina de Handebol (Cinara Piccolo)
Seleção Brasileira Masculina de Handebol (Cinara Piccolo)
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Acampamento Nacional (Cinara Piccolo)
Acampamento Nacional (Cinara Piccolo)
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Acampamento Nacional (Cinara Piccolo)
Acampamento Nacional (Cinara Piccolo)
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sábado, 20 de janeiro de 2018

NOSSO SITE NO ENCERRAMENTO DA COBERTURA DO CONGRESSO DE FOZ



33º CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA – FIEP – FOZ:
HOMENAGEOU 20 ANOS DA REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DE EDUCAÇÃO FISICA NO BRASIL  E PROJETOU 70 ANOS DA FIEP EM 2019

( Promoveu cursos, seminários, fóruns, reuniões do CONFEF/CREFS E FIEP, Feira de Materiais Esportivos e Premio dos Destaques da FIEP)
 
A solenidade oficial de abertura aconteceu na noite de 13 de janeiro, no Hotel Internacional e a mesa diretiva contou com várias autoridades entre elas com MIZAEL CONRADO, presidente do COMITE PARALIMPICO BRASILEIRO – CPB, que tem sido uma autêntico defensor do Profissional de Educação Fisica na direção técnica do esporte. MIZAEL foi aplaudido em pé pelas autoridades e congressistas no final da sua fala.
 Mizael Conrado


Os presidentes das Entidades que promovem as várias atividades, ao longo dos 4 dias de Evento, em Fóz do Iguaçu, de 13 a 16 de janeiro de 2018, respectivamente Mestre JORGE STEINHILBER, Presidente do Conselho Federal de Educação Física – CONFEF e Dr. ALMIR GRUHN, da Federação Internacional de Educação Física – FIEP MUNDIAL destacam:
Jorge Steinhilber


“Os 20 ANOS da regulamentação da Profissão de Educação Física, que comemoramos nesse 2018,  pois a Lei foi promulgada em 1º de setembro de 1998, orgulha e premia os professores de Educação Física de todo o país, que oriundos de Associações de Professores de Educação Física – APEF e outros abnegados lutaram para que hoje estivéssemos comemorando e devemos muito ao CONGRESSO DE FOZ DO IGUAÇU, muito especial a FIEP, que comemora 70 ANOS, em 2019. “ Prossegue Jorge: “ E se está acontecendo essa comemoração ao CONFEF, no ano que vem faremos a comemoração da FIEP BRASIL, que agrega Delegacias em todos os estados brasileiros.” Frisa: “ Podemos assegurar que foram 20 anos de constantes lutas em todas as instâncias para elevar a dignidade de nossa profissão, mas com vitórias, que,  hoje oportunizam uma EDUCAÇÃO FISICA de qualidade à comunidade brasileira. A luta continua, queremos ainda dias melhores.”
         Jorge agradece as placas que o CONFEF recebeu de todas as Delegacias da FIEP dos estados brasileiros e de várias Delegacias de países das Américas.


Almir Gruhn


“Chegamos a realização do 33º CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO FISICA, aqui em FOZ. É uma história, que se construiu, graças a várias parcerias, que sustentam essa existência. Somos gratos por esse apoio, que vem de praticamente todos os estados brasileiros e países latinos. Aproveitamos para felicitar ao CONFEF, que constituiu o SISTEMA CONFEF/CREFs, como nós da FIEP, tendo representação em todos os estados, e formamos uma rede invejável – CREFS/FIEPS, que dá inveja ao mundo. Uma prova disso, professor BENTO, português, conceituado internacionalmente, declarou que só o BRASIL possui esse trabalho conjugado. Se o CONFEF comemora nesse 2018, os 20 ANOS da regulamentação da Profissão, a FIEP BRASIL comemora, em 2019, os seus 70 ANOS e as comemorações  serão intensas, pois além do BRASIL, comemoram os estados do RS, MINAS, RIO E SÃO PAULO, que compuseram a delegação brasileira que esteve na Europa num conclave internacional da FIEP e assim fundaram a DELEGACIA DO BRASIL e desses 4 estados.”
         Almir sente-se feliz por essa realização e ter recebido os delegados da FIEP na CASA DA EDUCAÇÃO FÍSICA do Brasil, em Fóz.

Delegados da FIEP na frente da CASA DA EDUCAÇÃO FISICA



PALAVRA DO EDITOR____________________

                                                  Clery Quinhones de Lima

PREMIO FIEP A TODOS SEMPRE

                  Aproveitamos a ilustração do TOP FIEP BRASIL e com a nossa imagem alegre, para expressarmos, através de algumas palavras, com a tranquilidade de quem acompanha, como Delegado da FIEP-RS e,  em colaboração, presta uma ASSESSORIA DE IMPRENSA abrindo espaços em todos os Veículos de QUILISPORT: Jornal e site SAUDE PELA PRÁTICA e mais Rádios Imembui e Universidade (ambas de Santa Maria – R) e integrante do Projeto PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA SEM FRONTEIRAS DA FIEP e,  fazemos isso com muita segurança e responsabilidade, a respeito do Evento
    Amigos, somos um dos poucos de milhares PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA do mundo, que passaram pelo CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO FISICA em FOZ, nesses 33 anos,  que,  participou de todas edições.
      CONGRESSO, que  tem a coordenação do gaúcho de Cruz Alta, ALMIR GRUHN, que há mais de 35 anos presta serviços à EDUCAÇÃO FISICA do estado do PARANÁ, constituindo-se num dos gestores mais proeminentes. A sua capacidade de gestão compartilhada com o CONFEF e as FIEPs do BRASIL e a MUNDIAL,  conduz o CONGRESSO de forma tranquila. Para quem o acompanha, percebe e até entende que é um trabalho sobrenatural, com bênçãos de DEUS. ALMIR enfrenta todos e tudo, sempre do seu jeitão: com naturalidade e simplicidade.
 
      O Congresso em cada ano,tem a sua peculiaridade, seja de forma técnica ou comemorativa. Pelo CONGRESSO  passaram pessoas que estão vivas em nossa memória. Inicialmente, professor Dutra de Minas, que foi Delegado do Brasil da FIEP; JOHN ANDREWS, inglês,  que,  vários anos presidiu a  FIEP MUNDIAL,  que entregou ao mais notável brasileiro na EDUCAÇÃO FISICA e ESPORTES, em nossa modesta opinião, MANOEL JOSÉ GOMES TUBINO, que foi presidente da FIEP MUNDIAL. Com a sua morte, estatutariamente assumiu a presidência o Secretário ALMIR GRUHN, que por 2 s vezes foi conduzido a presidência da FIEP MUNDIAL.
    O CONGRESSO consegue oferecer cursos e vários eventos da área em paralelo, em forma de Seminário, Foruns e reuniões, assim como as SESSÕES CIENTÍFICAS, com pôster, trabalhos orais e artigos. Isso diversifica. Os cursos e a Sessão Cientifca são cobrados, no entanto os Eventos paralelos oferecidos pela FIEP e CONFEF são gratuitos e oferecem kit e certificados.
Rosinha, SEM FRONTEIRAS NA RIO 2016

Cartaz promocional dos SEM FRONTEIRAS
“ De todas ações da FIEP, notabiliza-se o PROJETO PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FISICA SEM FRONTEIRAS DA FIEP, que comemorou nesse ano 10 ANOS de atuação, em todo o Brasil e alguns países do Mundo. Nesse PROJETO,  Profissionais especializados em várias áreas da       EDUCAÇÃO FISICA e do ESPORTE ministram cursos gratuitos, pagando seu transporte aéreo e recebem das FIEP locais, muitas vezes com a parceria dos CREFS, a cobertura do transporte local, estadia e alimentação. Pode-se dizer que é um projeto sócio-esportivo, que propaga a EDUCAÇÃO FISICA  e no nosso entendimento, justificaria como sendo também uma ação do CONFEF e logo passivo de ter uma cobertura financeira, também.”
    Outro ponto alto, é sem dúvidas, as reuniões que acontecem do CONFEF e alguns CREFS ( PR, SC, SP e MINAS) e alguns conselheiros de outros estados presentes ,  alguns por indicação de CREFS e outros por iniciativas próprias ( o RS esteve oficialmente pela sua presidente CARMEM e mais 3 conselheiros sorteados em Plenária e mais 4 conselheiros com suas coberturas de custos),
          O Congresso de FOZ é considerado um dos maiores do mundo, constituído o maior das Américas. O Congresso já teve edição com mais de 3 mil participantes. Nos últimos anos, motivado até pela crise geral que vive a EDUCAÇÃO e a economia dos países da América e agora o próprio Brasil e com outras alternativas oferecidas pela própria INTERNET, vem diminuindo o número de participantes.
        Para encerrar a nossa exposição, dizemos que ser integrante da FIEP é se doar, ser altruísta, ser perseverante e ter  a crença e a certeza,  que se faz o melhor possível pela EDUCAÇÃO FISICA, por entender que a ATIVIDADE FISICA é prevenção para a obtenção da saúde, integra, ocupa e equilibra o homem, tornando-o produtivo na sociedade em que ele vive. Portanto para quem desfruta desse privilégio- SER FIEPANO -  merece o PRÊMIO TOP FIEP, pois tem o aplauso da arquibancada e o grito do gol, do ponto, do game, do limite da superação e a alegria de ser útil à humanidade, pois trabalha com vidas.
( Profissional de Educação Fisica, Jornalista, Radialista, Fiepano,  Sem Fronteiras, Gestor, Escritor)
       
     

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

ENCERRA O CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO FISICA EM FOZ

ENCERRA O CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA EM FOZ DO IGUAÇU-PR

 
Depois de 4 dias de atividades: Solenidade de Abertura,  Cursos, eventos paralelos, reuniões da FIEP, do CONFEF e alguns CREFS, Feira de Materiais Esportivos encerra hoje o 33º CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA, aqui em FOZ DO IGUAÇU. Teve 1.300 pessoas de vários estados brasileiros e países da América Latina. O enfoque maior foi dado a regulamentação da profissão de EDUCAÇÃO FISICA, que culminou com a assinatura da Lei, em 1º de setembro de 1988.
      Terão cursos pela manhã, tarde e noite e ainda o Seminário de Educação Física Escolar, Forum de Educação Olímpica, Seminário de Atividades Físicas na Atenção à Saude e de  Direito,  Legislação Esportiva.

      O Seminário de Educação Física Escolar foi o mais concorrido, pois tem despertado um maior interesse por parte dos Profissionais que atuam na Licenciatura, principalmente no que tange o desacerto que vem acontecendo com as estruturas públicas desse país.


      O Português  Bento, um destacado professor da área, em todo mundo, depois de ter falado aos congressistas, dentro da sua forma poética, citando autores que tem dito frases de impacto da necessidade de uma atenção maior por parte das autoridades públicas e uma tomada de posição muito firme dos professores, destacou os 20 ANOS DO SISTEMA CONFEF/CREFS , implantado no Brasil, sendo um exemplo ao mundo.
RETORNO – Hoje é dia em que  todo o movimento principalmente no DINAMICA e  Bella Italia ( locais onde mais se concentram as atividades desse CONGRESSO) irá se dispersar, pois começam a voltar os congressistas aos seus estados de origens.