terça-feira, 21 de março de 2017

NOSSO SITE DIVULGANDO A EDUCAÇÃO FISICA, ESPORTE, SAUDE E LAZER



Primeiro Encontro de todas as faculdades de Educação Física do Brasil


Recebemos do MINISTÉRIO DO ESPORTE e incusive já fizemos a nossa inscrição para estarmos realizando a cobertura do Evento.

Prezado,  tendo em vista a proximidade do término do prazo para confirmação da sua presença no 1º Encontro de todas as Faculdades de Educação Física do Brasil, reiteramos o convite abaixo:
Ao cumprimentar V.S. tenho a satisfação em nome da Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem – ABCD/Ministério do Esporte, convidá-lo(a) a participar do 1º Encontro das Faculdades de Educação Física do Brasil 2017 a ser realizado  no dia 28 de junho de 2017 (quarta-feira), das 09h às 18h, na Sede do  Ministério do Esporte, SIG Qd. 4 Edifício Capital Financial Center - Bloco C – Térreo – sala 07.

 

A pauta do encontro:

1.       Apresentação da Campanha #JOGOLIMPO;
2.       Proposta de inclusão do  tema Antidopagem na grade curricular nos cursos de Educação Física
3.       Posse do Comitê Científico e do Comitê de Extensão;e
4.       Apresentação das ações dos respectivos Comitês, dentre elas, o lançamento do Prêmio de Pesquisa e de Extensão Antidopagem.

 

A ABCD, vinculada ao Ministério do Esporte, é a responsável por coordenar nacionalmente o combate à dopagem no esporte, respeitando as diretrizes estabelecidas pelo CNE (Conselho Nacional do Esporte); além de estabelecer a política nacional de informação, educação e prevenção a dopagem no esporte brasileiro. Neste contexto, pretendemos estabelecer uma relação de proximidade com as Faculdades de Educação Física, entendendo que este conteúdo é de fundamental importância na formação dos futuros profissionais.

O Ministério do Esporte não poderá arcar com as despesas de deslocamento, hospedagem e alimentação dos convidados, mesmo assim reforçamos a importância da participação das instituições.

 

Favor confirmar  presença pelo e-mail: claudia@abcd.gov.br ou telefones: (61) 3429- 6825/6817/6900-, até 31.03.2017, em virtude do limite de convidados e a estruturação do evento

Nome:
Telefone:
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Instituição:
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Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem – ABCD
Setor de Indústrias Gráficas - SIG, Quadra 04, lote 83
Bloco C, 2º andar, sala 201
Condomínio Capital Financial Center
70610-440 - Brasília DF
Tel: +55 61 3429 6919
E-mail: abcd@abcd.gov.br

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sábado, 18 de março de 2017

COI ANUNCIA: DECLARAÇÃO DA COMISSÃO EXECUTIVA SOBRE DOPING


Declaration of the IOC Executive Board
12 principles for a more robust and independent global Anti-Doping System to protect clean athletes
Already in October 2015, the Olympic Summit proposed an independent anti-doping testing and sanctioning system. In particular, after the publication of the interim report of Prof. McLaren in July 2016, a broad public debate started about the future of the WADA Anti-Doping System. Having followed closely and participated in this debate, the IOC Executive Board today emphasises the Olympic Movement perspective of a more robust and independent anti-doping system. The IOC would like to implement the following principles in a dialogue and close cooperation with WADA and its stakeholders:
Strengthening WADA
  1. The World Anti-Doping Agency must be equally independent from both sports organisations and from national interests. This is necessary because even the perception of a conflict of interests can be considered damaging to the credibility of the anti-doping system. With regard to national interests, this is particularly important because of the recent challenges to the system from certain National Anti-Doping Organisations (NADOs), from disputes between different NADOs, and from appeals by International Federations (IF) against decisions of National Anti-Doping Institutions.
  2. Since the sports organisations and the governments are both founding stakeholders on an equal basis, they must be represented equally on the WADA Foundation Board and Executive Committee. The role of athletes on the Foundation Board and Executive Committee must be strengthened. The representation of athletes must be by elected (not appointed as now) athlete representatives. The WADA boards should also include independent members.
  3. WADA to have a neutral President and Vice-President who have no function in any government or governmental organisation or in any sports organisation. The candidates to be agreed upon by both founding stakeholders, i.e. the governments and the sports organisations, including the elected representatives of athletes. This was already proposed by the Olympic Movement in October 2016.
  4. The role of WADA to be strengthened and clarified to be the sole international body responsible for:
    1. Legislation with regard to the World Anti-Doping Code including the list of prohibited substances and standardisation of anti-doping procedures
    2. Accreditation of anti-doping laboratories
    3. Compliance monitoring including investigation of all code signatories
    4. Anti-doping research
    5. Prevention
  1. The IOC supports WADA’s intention to have a compliance policy which drives towards Code compliance of all signatories of the World Anti-Doping Code. This would ensure a level playing field for all the athletes of the world.
Creation of an Independent Testing Authority
  1. An Independent Testing Authority (ITA) to be created.
  2. The ITA to develop with each respective International Federation an International Test Distribution Plan (ITDP) not only by sport but by discipline. This ITDP to contain a minimum number of tests for every athlete wanting to participate in the World Championships or in the Olympic Games. This number to be transparent for each athlete in a discipline of a sport. Athletes not having the established minimum testing level not to be eligible for World Championships and Olympic Games.
  3. The NADOs to execute these international tests on request by the ITA.
  4. The NADOs to continue and, where appropriate, to strengthen all their other testing activities and WADA to ensure that NADOs’ Test Distribution Plans are implemented independently from national interests.
  5. The ITA board to be restricted to a supervisory role only. The ITA board to have no power to direct or instruct the management of the anti-doping programme.
  6. The ITA board to include representatives from public authorities, the Olympic Movement and WADA as well as elected athlete representatives.
Sanctions
  1. Sanctioning with regard to individuals (athletes, officials, coaches, doctors, etc.) following a case established by the ITA, or sanctioning of a Code signatory (sports organisations, event organisers, NADOs and laboratories) following a declaration of non-compliance by WADA, both to be determined by the independent Court of Arbitration for Sport (CAS), following the democratic principle of the ‘separation of powers’.
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TRADUÇÃO GOOGLE

Declaração da Comissão Executiva do COI

12 princípios para um sistema antidoping global mais robusto e independente para proteger atletas limpos

Já em outubro de 2015, a Cúpula Olímpica propôs um sistema independente de testes e sanções antidoping. Em particular, após a publicação do relatório intercalar do Prof. McLaren em Julho de 2016, foi iniciado um amplo debate público sobre o futuro do Sistema Antidopagem da AMA. Tendo acompanhado de perto e participado neste debate, a Comissão Executiva do COI destaca hoje a perspectiva do Movimento Olímpico de um sistema antidopagem mais robusto e independente. O COI gostaria de implementar os seguintes princípios num diálogo e cooperação estreita com a AMA e as partes interessadas:

Fortalecimento da AMA

    A Agência Mundial Antidopagem deve ser igualmente independente das organizações desportivas e dos interesses nacionais. Isto é necessário porque mesmo a percepção de um conflito de interesses pode ser considerada prejudicial para a credibilidade do sistema anti-doping. No que diz respeito aos interesses nacionais, isso é particularmente importante devido aos recentes desafios que o sistema enfrenta por parte de certas Organizações Nacionais Antidoping (ONADs), de disputas entre diferentes NADOs e de apelos das Federações Internacionais (FI) Instituições Doping.
    Uma vez que as organizações desportivas e os governos são partes interessadas fundadoras numa base de igualdade, devem ser igualmente representados no Conselho de Fundação da AMA e no Comité Executivo. O papel dos atletas no Conselho de Fundação e no Comitê Executivo deve ser fortalecido. A representação dos atletas deve ser por representantes de atletas eleitos (não nomeados como agora). Os conselhos da WADA também devem incluir membros independentes.
    WADA para ter um presidente e um vice-presidente neutro que não têm nenhuma função em nenhum governo ou organização governamental ou em nenhuma organização do esporte. Os candidatos a serem acordados por ambas as partes interessadas, ou seja, os governos e as organizações desportivas, incluindo os representantes eleitos dos atletas. Isso já foi proposto pelo Movimento Olímpico em outubro de 2016.
    O papel da AMA deve ser reforçado e clarificado para ser o único organismo internacional responsável por:

        Legislação relativa ao Código Mundial Antidopagem, incluindo a lista de substâncias proibidas ea normalização dos procedimentos antidopagem
        Acreditação de laboratórios anti-doping
        Acompanhamento da conformidade, incluindo investigação de todos os signatários do código
        Pesquisa antidoping
        Prevenção

    O COI apoia a intenção da WADA de ter uma política de conformidade que conduza à conformidade com o Código de todos os signatários do Código Mundial Antidopagem. Isso garantiria condições equitativas para todos os atletas do mundo.

Criação de uma Autoridade de Ensaios Independente

      Uma Autoridade de Teste Independente (ITA) a ser criada.
    O ITA deve desenvolver com cada Federação Internacional respectiva um Plano Internacional de Distribuição de Testes (ITDP), não apenas pelo esporte, mas também pela disciplina. Este ITDP conterá um número mínimo de testes para cada atleta que queira participar nos Campeonatos Mundiais ou nos Jogos Olímpicos. Este número deve ser transparente para cada atleta em uma disciplina de um esporte. Atletas que não tenham o nível de teste mínimo estabelecido para não ser elegíveis para Campeonatos Mundiais e Jogos Olímpicos.
    As NADOs para executar estes testes internacionais a pedido do ITA.
    As ONADs continuem e, quando apropriado, reforcem todas as suas outras atividades de testes e a AMA para assegurar que os Planos de Distribuição de Testes dos NADOs sejam implementados independentemente dos interesses nacionais.
    O conselho da ITA deve ser limitado a um papel de supervisão apenas. O conselho da ITA não tem poder para dirigir ou instruir a gestão do programa antidoping.
    O conselho da ITA inclui representantes das autoridades públicas, do Movimento Olímpico e da AMA, bem como representantes de atletas eleitos.

Sanções

    Sanções em relação a indivíduos (atletas, funcionários, treinadores, médicos, etc.) na sequência de um caso estabelecido pela ATI ou sanção de um signatário do Código (organizações desportivas, organizadores de eventos, ONADs e laboratórios) após uma declaração de não cumprimento por WADA, ambos a serem determinados pelo Tribunal Independente de Arbitragem do Desporto (CAS), seguindo o princípio democrático da "separação de poderes".

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quinta-feira, 9 de março de 2017

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Jornal “Le Monde” revela suspeita de corrupção para escolha do Rio de Janeiro como sede da Olimpíada de 2014



Comitê diz que vai investigar. (Foto: Agência Brasil/Divulgação)
O jornal francês “Le Monde” publicou na edição desta sexta-feira (3) que um empresário brasileiro pagou US$ 1,5 milhão ao filho do ex-presidente da Federação Internacional de Atletismo, três dias antes da votação para escolha da sede da Olimpíada de 2016. Segundo a publicação, a Justiça Francesa investiga se o pagamento foi propina para que o pai votasse no Rio, que venceu a eleição e sediou os Jogos no ano passado.
De acordo com a publicação, o pagamento foi feito por Arthur Cesar Menezes Soares Filho a Papa Diack, filho do senegalês Lamine Diack. Lamine era membro do COI (Comitê Olímpio Internacional). O diretor de comunicações da Rio-2016 disse que tem “plena certeza” de que a escolha da cidade foi através de uma “eleição limpa”.
“Há uma investigação em curso, mas o que se sabe do nosso lado é que a vantagem de 63 a 32 [votos a favor do Rio] é que a vitória foi por ampla maioria”, afirma.
Leia a íntegra da nota do COI:
“O COI tomou conhecimento das sérias alegações feitas pelo jornal francês Le Monde sobre a votação para selecionar a cidade sede dos Jogos Olímpicos de 2016. O COI é parte civil no processo em curso iniciado pelas autoridades judiciais francesas contra ex-presidente da IAAF, Sr. Lamine Diack, e o seu filho, Papa Massata Diack, então consultor de marketing da IAAF. O COI continua empenhado em esclarecer esta situação, colaborando com o Ministério Público. A investigação já mostrou que o Sr. Lamine Diack, que anteriormente era membro honorário do COI, não exerceu qualquer função dentro do COI desde novembro de 2015. O COI entrará novamente em contato com as autoridades judiciais francesas para receber informações sobre as quais a reportagem no Le Monde parece estar baseada.
No que diz respeito ao sr. Fredericks, ele informou o COI e explicou a situação e sublinhou a sua inocência imediatamente após ser contactado pelo jornalista. O COI confia que Fredericks trará todos os elementos para provar a sua inocência contra estas alegações feitas pelo Le Monde.
De acordo com Fredericks, o suposto pagamento foi feito pela Pamodzi Sports Consulting, que era dirigida por Papa Massata Diack e em conexão com a promoção, desenvolvimento de propriedades esportivas em conexão com o Programa de Marketing da IAAF, eventos da IAAF e a o marketing do Programa Africano de Atletismo 2007/2011. Fredericks tinha um contrato de marketing com a Pamodzi Sports Consulting entre 2007 e 2011. Ele se voltou para a Comissão de Ética da IAAF ontem.
Imediatamente depois de ter sido estabelecida uma ligação entre este pagamento contratual e o voto para a cidade anfitriã dos Jogos Olímpicos de 2016, o próprio Fredericks recorreu também à Comissão de Ética do COI, que agora acompanha todas as alegações para esclarecer completamente esta questão.” (AG)