terça-feira, 17 de junho de 2008

OLIMPIADA DE PEQUIM: HANDEBOL TEM COMPOSIÇÃO DAS CHAVES


COMPOSIÇÃO DAS CHAVES DO HANDEBOL
Desculpa tivemos problema com o nosso Blog, por isso só hoje estamos com a composição das chaves do Handebol para a OLIMPIADA DE PEQUIM.

A Federação Internacional de Handebol (IHF) divulgou na manhã de hoje (16) a divisão por grupos das Seleções que estarão em disputa nos Jogos Olímpicos da China. O sorteio foi realizado em Pequim, com a presença de representante da IHF, Miguel Roca, e do presidente da Comissão de Organização de Competições, Alexander Kozhukhovl.

Feminino – grupo ANoruega,Romênia,França,China,Angola e Cazaquistão; Grupo B –Brasil, Rússia,Alemanha,Hungria,Coréia e Suécia. Masculino- Grupo A – Brasil, Polônia,França,Croácia,China e Espanha. Grupo B- Alemanha,Dinamarca,Rússia,Coréia,Islândia e Egito

Já a Seleção Masculina está treinando sob o comando de Jordi Ribera, em São Bernardo do Campo, no Grande ABC.

Após o sorteio das chaves dos Jogos Olímpicos, Jordi Ribera, e Juan Oliver, da Seleção Feminina, avaliaram os grupos. “O Grupo A é teoricamente mais fraco, com o Cazaquistão, de quem já ganhamos por 16 gols no Mundial. Já o Grupo B, onde estamos, é o mais forte, com a Rússia, que é campeã do mundo, a Alemanha, que é terceira do mundo, e Coréia, atual vice-campeã olímpica”, comentou Juan.

No masculino, a expectativa também é de dificuldades. “É um grupo muito difícil, com Polônia, França, Croácia e Espanha, que são potências européias e mundiais. É um grupo bastante complicado, mas os jogos são para ser jogados e tudo pode acontecer. Temos que assumir as nossas responsabilidades, pois o jogo é igual para todos e vamos lutar o máximo possível para conseguir classificar para a próxima fase”, avaliou Jordi.

Na opinião do presidente da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), Manoel Luiz Oliveira, o Brasil caiu em chaves complicadas, tanto no masculino, quanto no feminino. “Na minha avaliação, os dois grupos são muito difíceis, porém em nível olímpico, não se espera nenhuma facilidade. Se classificar para uma Olimpíada é muito difícil. São apenas 12 países e, para chegar aí, é porque todos são bons”.

O presidente avalia a chave feminina de forma mais detalhada. “No Grupo A, tem dois países, que são a China e o Cazaquistão que, historicamente, não têm tradição. Já no B, todos os países são extremamente fortes, com tradição, campeões e medalhistas olímpicos. Não vai ser fácil, mas todos que chegam a uma competição desse nível, não podem escolher adversários”, comentou Manoel Luiz.

O presidente da CBHb está um pouco mais tranquilo em relação ao grupo do masculino. “Teoricamente, pela presença da China, que não tem tradição no handebol, o Grupo A é um pouco melhor, mas, ainda assim, muito forte. Os dois grupos são muito difíceis, mas eu acho que ficamos bem”, concluiu Manoel Luiz.

Crédito - Essas informações nos chegaram através da CBHb, com a sua Assessoria de Imprensa - PHOTOEGRAFIA.


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