domingo, 3 de agosto de 2008

OLIMPIADA: PRESSÃO POR RESULTADOS

Jadel é um exemplo, no salto tríplo

VENCER DEPENDE MUITO DO MOMENTO

Falar em dados técnicos no esporte exige conhecimento e vivência prática e os resultados dependem de uma série de componentes.

É fácil às vezes criticar um resultado de um atleta ou mesmo de uma equipe – e isso acontece muito na imprensa - mas se deve saber que depende de muitas situações. No caso da disputa do esporte individual, depende muito do momento do atleta, pois se ele tem índice, está preparado fisicamente, o seu resultado dependerá da sua disposição – do seu momento - de seu estado psicológico e isso fará a diferença, pois numa OLIMPIADA, os índices são muito próximos, o detalhe é que dirá quem chegará à frente. ( até pode se dizer que aquela chamada palavra - pressão)

JADEL é o exemplo e como qualquer outro atleta de disputa de esporte individual.

Após chegar de surpresa a Pequim, o triplista Jadel Gregório mostrou muita confiança na conquista da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos. Recordista brasileiro e sul-americano, o atleta escondeu a modéstia e afirmou que está preparado para superar todos os adversários, inclusive ele mesmo.
"Jadel, Jadel Gregório, Jadel Abdul e Ghani Gregório" (os dois últimos nomes têm relação com a conversão ao islamismo após seu casamento com a fisioterapeuta Samara Abdul Ghani).
Nem mesmo a ausência do sueco Christian Olsson - atual campeão olímpico - foi comemorada pelo triplista. "Não altera nada. O Jadel está preparado para fazer o melhor de Jadel", reiterou o atleta, que não reclama da poluição ou do calor da capital chinesa.
"À minha prova não atrapalha porque ela é muito rápida. O único clima que importa é o de alegria e de união", comentou. Em sua quarta competição no país asiático, o brasileiro até afirmou que gosta de comida chinesa e adora pato assado - inclusive freqüenta restaurantes chineses em Londres, onde mora para comer a iguaria.
Jadel preferiu não se juntar à delegação brasileira na aclimatação em Macau, chegou a Pequim na manhã deste domingo e disse que não se importa se causou mal-estar na equipe. "Não teve um motivo especial, tive que competir até a semana passada. A Vila (Olímpica) estava aberta e decidi vir para cá. Não importa o que as pessoas estão achando, o que me importa é o treinamento", explicou.
O triplista ainda afirmou que está mais amadurecido do que há quatro anos, quando acabou em 16º na prova nos Jogos de Atenas. "Mudei 100%, porque casei, moro em outro país e passei por outras competições de altíssimo nível. Trabalhei bastante para superar os 17,90m (sua melhor marca na carreira)."

NOTA DO EDITOR - Fizemos a introdução sobre o lado técnico, pois na praça do esporte estará um cidadão, um ser humano e muitas vêzes ele é criticado pela mídia, por leigos, sem saber o lado técnico, o que passou com o atleta ou mesmo com a equipe e indiscutivelmente nossos atletas e todos os atletas do mundo estarão sobre pressão de resultados em PEQUIM.

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