domingo, 23 de dezembro de 2012

Pra quem curti facebook, com excesso:

Excesso de amigos no Facebook
pode causar estresse, diz estudo

Por Redação, com EBC - de Brasília
Ter amigos de diferentes círculos sociais pode causar constrangimento

O Facebook é o grande passatempo de boa parte dos usuários da internet. Mas é bom ficar ligado: um estudo da Universidade de Edimburgo, na Escócia, mostra que o uso da rede social mais popular do mundo pode levar a altos níveis de estresse. O motivo? As pessoas que adicionamos por lá.

Amigos, parentes, colegas de trabalho, colegas de classe… quanto mais pessoas de diferentes círculos sociais são adicionadas, mais chance existe de constrangimento ou algum tipo de gafe, diz a pesquisa. Isso porque um conteúdo postado na rede pode ser bem aceito por um círculo, mas não por outro. Por exemplo, seus amigos de faculdade adoram curtir suas fotos em uma festa com muita bebida e diversão, mas não espere que sua mãe ou seu chefe façam o mesmo. Esta problemática sobre o que postar para ser bem recebido por todos é o que aumenta o nível de estresse.

Ben Marder, autor do relatório, detalha por que mais estresse vem com um maior número de amigo: “O Facebook costumava ser como uma grande festa para todos os seus amigos, onde se podia dançar, beber e paquerar. Mas agora, com sua mãe, pai e o chefe por lá, a festa torna-se um evento cheio de potenciais minas sociais”.

A pesquisa entrevistou mais de 300 usuários do Facebook com uma média de idade de 21 anos. Descobriu-se que pessoas tendem a ter sete diferentes círculos sociais no Facebook. Os principais são: amigos conhecidos fora do ambiente virtual (97% os adicionam como amigos on-line também), familiares (81%), irmãos (80%), amigos de amigos (69%) e colegas (65%).

Um dado curioso foi que 64% das pessoas disseram ser amigas dos seus ex-namorados/ex-namoradas no Facebook. Que problema há nisso? Apenas 56% disseram que têm seu atual companheiro/companheira adicionados na rede.

E é bom ficar de olho no conteúdo postado: mais da metade dos empregadores afirmam que deixaram de contratar alguém com base no que foi publicado na rede. E os pais estão em cima: o relatório mostra que 55% deles seguem os filhos no Facebook.

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