terça-feira, 4 de setembro de 2012

JOGOS UNIVERSITÁRIOS BRASILEIROS SERÃO EM FOZ DO IGUAÇU-PR


A Federação Universitária Gaúcha-FUGE levará as equipes campeãs dos JUGs noS JUBS, em Fóz do Iguaçu-PR de 17 a 28 de outubro
Atletismo: Faculdade Sogipa é Tri Campeã nos 32º Jogos Universitários Gaúchos, os JUG's 2012, em Canoas-RS,
nesse final de semana.


     A equipe de atletismo foi o grande destaque da Faculdade Sogipa de Educação Física, durante a realização dos 32º Jogos Universitários Gaúchos, os JUG's 2012, realizados no último final de semana (01 e 02 SET) no complexo desportivo da ULBRA, em Canoas.
A faculdade venceu a modalidade de atletismo no masculino, no feminino e também no Geral, dentre as 12 instituições de ensino superior, que participarem do maior e mais importante evento esportivo universitário de nosso estado.
   Na equipe  masculina  da Faculdade o maior destaque  do evento foi o acadêmico Pedro Burmann, que ganhou 5 medalhas de ouro (100m, 200m e 400m rasos, além dos revezamentos 4x100m e 4x400m). Entre as meninas a acadêmica Claudia Vitória ganhou 4 medalhas de ouro (Salto com vara, Triplo, 100m com barreiras e revezamento 4x100m).
“Foi uma demonstração de que a nossa parceria com a Faculdade Sogipa é positiva. E foi muito legal ver a grande visibilidade que esse evento produz no meio esportivo e principalmente entre os universitários pois era indiscutível a excelência demonstrada pelos nossos representantes.”  Afirmou o diretor do departamento de atletismo Jorge Teixeira, que acompanhou em Canoas a bela atuação da equipe sogipana. O treinador responsável pela equipe da Faculdade, foi o titular da cadeira de atletismo da Faculdade, Prof. Mestre Luiz Fernando Moraes, atleta laureado da Sogipa, que quando na ativa, foi o primeiro atleta gaúcho a saltar acima de 2m (2,01m) no salto em altura. “ Elevamos o nome de nossa Sogipa e também mostramos que quando se une a teoria e a prática (nossa parceria), o rendimento é potencializado” afirmou o diretor da Faculdade Sogipa, Sr. Milton Sonza Dri. “
O coordenador acadêmico do Curso, prof Dr. Ulf, esteve presente também em Canoas e testemunhou o entusiasmo dos sogipanos na pista da Ulbra.

As principais equipes: GERAL.
1       SOGIPA        489
2       UNISC           184
3       UFRGS          132
4       FEEVALE      107
5       UNISINOS      53
6       UPF                  25
7       UNIPAMPA     12
8       FSG                  11
9       IDEAU              08
10   UNILASALLE  04
ARATACA, amigo de longos anos do EDITOR do SPP se manifesta:
Fazer a cobertura de um JOGOS OLÍMPICOS  é um ato de bravura e competência, principalmente sabemdo das dificuldades do nosso interior !!!
Mas cobrir 6 (seis) isso mesmo 6 !!!!
É algo admirável, é algo elogiável e dígno de uma medalha !!!
O ATO FICA PARA OS QUE GOSTAM DO ESPORTE DE VERDADE,
OS REGISTROS FICAM PARA A HISTÓRIA !!!!!!!!!!!!!!!
Um forte abtraço e PARABÉNS MESMO !!!!!!!!
Desejo nuita saúde para nos ver em 2016 no RIO !!!!!

ARATACA
Treinador Chefe de Atletismo da Sogipa - Head Coach
Diretor Técnico da CBAt - Technical Director
Cel.: +55 51 9359.6293




CENTRO DE APOIO AO ESPORTE E LAZER DE SANTA MARIA

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Release n.01/12     Santa Maria, 04 de setembro de 2012

XVII COPA MERCOSUL DE HANDEBOL:

EVENTO TERÁ 42 EQUIPES PARTICIPANTES

Com a 1ª. rodada na noite desta quarta-feira à noite no CDM, inicia a XVII COPA MERCOSUL DE HANDEBOL, promovida pela Federação Gaúcha e Liga Santa-mariense de Handebol, com o apoio do Governo do Estado/SEL/FUNDERGS e Governo Municipal/SMEL.
Os jogos serão realizados nos dois ginásios do CDM e mais no SEST/SENAT.
Participam equipe de Montevidéo, Santa Catarina e do RS nas categorias adulto, cadete, infantil e mirim, em naipes masculino e feminino.
     A Copa Mercosul de Handebol é hoje uma das competições mais tradicionais que envolve a participação de equipes masculino e feminino de handebol, em várias categorias da Argentina (neste ano ausente), do Uruguai e do Brasil. Além de várias equipes locais, de vários municípios gaúchos terão equipe de Santa Catarina e uma do Rio de Janeiro.
    Para os coordenadores técnicos, professores  Iradil Antonelo, Luiz Celso Giacomini e Sérgio Chaves a realização da COPA MERCOSUL torna-se obrigatória, pois faz parte do calendário esportivo da cidade de Santa Maria e do Estado. O estímulo de continuar com o evento é porque através desta competição oportuniza o encontro de gerações do handebol, desde a iniciação até a performance e mais ainda, dizem os organizadores que sempre tem encontrado apoio nos Governos Estadual e Municipal.
     TABELA DOS JOGOS – Segue brevemente.
      RELEASES – Quilisport e Cael-sm estarão coordenando a divulgação da COPA e estarão enviando releases durante o evento, assim como manterá matérias no blog: www.saudepelapratica.blogspot.com


(Jorn. CLERY QUINHONES DE LIMA – Reg. Prof. n.4020 –MTB-RS – QUILISPORT/CAEL-SM)

Contatos: 99719391 – clery@via-rs.net
Paralimpíadas Londres:
 Países Ouro Prata Bronze Total
1  China 48 33 38 119
2     Grã-Bretanha 20 28 21 69
3 Rússia 17 20 14 51
4 Austrália 16 13 19 48
5 Ucrânia 16 12 15 43
6 Estados Unidos 12 12 17 41
7 Alemanha 9 11 10 30
8 Brasil 8 4 3 15


Dirceu Pinto e Eliseu Santos são bi paralímpico na bocha em dupla

4set Dirceu Pinto e Eliseu Santos são bi paralímpico na bocha em dupla
O Brasil brilhou na quadra de Bocha da Arena ExCel nesta terça-feira (4) e conquistou o bi paralímpico da classe BC4 na disputa de duplas. Repetindo a excelente atuação das fases classificatórias, Dirceu Pinto e Eliseu Santos garantiram o ouro com a vitória de 5 a 3 sobre Leos Lacina e Radek Prochazka, da República Tcheca.
“Essa medalha é para todos os deficientes do Brasil que estão em casa, que pensam que a vida acabou e que não servem para mais nada. Essa medalha é para mostrar a força do esporte, para mostrar que o esporte pode reintegrar, refazer a vida de muita gente, como fez com as nossas. Somos campeões paralímpicos. É um orgulho que não cabe no peito”, comemorou Dirceu Pinto.
Os brasileiros começaram o jogo de forma discreta: na primeira parcial, 1 a 0 para os campeões paralímpicos. Na segunda parcial, Dirceu Pinto deu um show de precisão e o Brasil abriu 5 a 0. A República Tcheca ainda esboçou uma reação no terceiro período, marcando dois pontos, mas não foi suficiente. Vitória brasileira por 5 a 3.
“A gente ganhou deles na fase preliminar por 9 a 0, mas final é sempre final. Eles tentaram reagir, jogaram melhor, mas acho que hoje o dia era nosso. Estávamos bem em quadra, colocamos bolas difíceis para eles”, analisou Eliseu Santos, que dedicou sua medalha ao filho Nicolas, recém-nascido no Brasil.
Nesta quarta-feira (5) começam as disputas individuais da modalidade. Assim como em Pequim 2008, quando Dirceu garantiu o ouro e Eliseu ficou com a prata, os dois podem acabar se enfrentando novamente, só que nas semifinais.
“Infelizmente aqui, se tudo correr bem, a gente se enfrenta nas semifinais. Na verdade quando chega a individual a gente torce um pelo outro até a hora em que a gente se encontra na chave. E quando essa hora chegar, que vença o melhor, que vença quem errar menos. Mas somos muito amigos, companheiros de vida mesmo”, afirmou Dirceu Pinto.

PARALIMPÍADAS:
ENTENDA OS CRIT´ÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO
Nossa colega SCHEYLA da CEV-LEIS, envia o site do Globo Esporte em que apresenta ilustradamente como é feita a avaliação dos atletas e os significados das nomenclaturas.


Por GLOBOESPORTE.COMLondres, Inglaterra
s Paralimpíadas, cada esporte tem um próprio sistema de classificação funcional do atleta, realizado através de três avaliações. Primeiro é feito um exame físico para verificar exatamente de qual patologia o competidor sofre. Depois, na avaliação funcional, são realizados testes de força muscular, amplitude de movimento articular, medição de membros e coordenação motora. A última etapa é o exame técnico, que consiste na demonstração da prova em si, com o atleta usando as adaptações necessárias. São observadas a realização do movimento, a técnica utilizada, assim como as próteses e órteses.
Atletas que praticam mais de um esporte recebem uma classificação para cada atividade, e os avaliadores podem rever o parecer dado durante as competições. As siglas oficializadas pelo Comitê Paralímpico Internacional fazem sempre referência ao nome da modalidade ou da deficiência em inglês, e os números indicam o grau de comprometimento de acordo com a lesão.
ATLETISMO
Terezinha Guilhermina atleta paraolímpica  (Foto: Fernando Maia / Fotocom.net)Terezinha Guilhermina compete na T11 nos 100m e
200m (Foto: Fernando Maia / Fotocom.net)
A letra “F” (de field, em inglês) é utilizada para provas de campo, como arremesso, lançamentos e saltos. A letra “T” (de track, em inglês) é utilizada para corridas de velocidade e fundo. Entenda a numeração.
· 11 a 13: deficientes visuais
· 20: deficientes mentais
· 31 a 38: paralisados cerebrais (31 a 34 para cadeirantes)
· 40: anões
· 41 a 46: amputados e outros
· 51 a 58: competem em cadeiras (sequelas de poliomielite, lesão medular e amputação)

BASQUETE EM CADEIRA DE RODAS
Os atletas recebem uma classificação funcional que varia de 1 a 4,5 pontos, de acordo com o comprometimento motor: quanto menor o comprometimento do atleta, maior a pontuação. Durante o jogo, a soma total dos cinco jogadores não pode ultrapassar os 14 pontos.
BOCHA
· BC1: atletas com paralisia cerebral que conseguem arremessar a bola. Podem ter auxílio para estabilizar a cadeira e receber a bola.
· BC2: atletas com paralisia cerebral com mais facilidade para arremessar a bola do que os da classe BC1. Não há assistência.
· BC3: atletas com paralisia cerebral que não conseguem arremessar sozinhos e utilizam uma rampa para isso.
· BC4: atletas com outras deficiências severas com dificuldade para arremessar.

CICLISMO DE ESTRADA E PISTA
Denise Schindlet, Alemanha, Ciclismo, Paralimpíadas (Foto: Agência Reuters)Denise Schindlet, da Alemanha, compete com ajuda
de prótese no ciclismo (Foto: Agência Reuters)
Quanto menor o número, maior a limitação do competidor.
· B: atletas com deficiência visual que competem no tandem (bicicleta com dois assentos) com um ciclista sem deficiência no banco da frente.
· H1–H4: atletas paraplégicos que utilizam a handbike (bicicleta especial em que o impulso é dado com as mãos).
·T1–T2: atletas com deficiência que tenham o equilíbrio afetado e precisem competir usando um triciclo.
· C1–C5: atletas com deficiência que afeta pernas, braços e/ou tronco, mas que competem usando uma bicicleta padrão.
ESGRIMA EM CADEIRA DE RODAS
São elegíveis atletas com deficiência física que afeta o movimento de pelo menos uma perna ou pé. Há duas classes nas Paralimpíadas.

· Categoria A: atletas com bom controle do tronco, em que o braço que porta a arma não é afetado pela deficiência.
· Categoria B: atletas com deficiência que afeta o controle do tronco ou do braço que porta a arma.
Foto Futebol de Cinco para home (Foto: Divulgação / CPB)Apenas cegos totais são elegíveis nos Jogos
Paralímpicos (Foto: Divulgação / CPB)
FUTEBOL DE CINCO
Nas Paralimpíadas são elegíveis apenas os cegos totais (B1). Se encaixam neste quesito atletas sem qualquer percepção luminosa ou com alguma percepção luminosa, mas incapazes de reconhecer formas a qualquer distância ou em qualquer direção.
FUTEBOL DE SETE
Cada time tem sete titulares, distribuídos em classes de 5 a 8. Durante a partida, o time deve ter em campo no máximo dois atletas da classe 8 (menos comprometidos) e, no mínimo, um da classe 5 ou 6 (mais comprometidos).
· C5: atletas cuja deficiência causa a maior desvantagem na locomoção no campo (geralmente jogam como goleiros).
· C6: atletas cuja deficiência tem impacto no controle e coordenação dos braços, especialmente durante a corrida.
· C7: atletas cuja deficiência afeta um braço e uma perna do mesmo lado do corpo.
· C8: atletas cuja deficiência causa danos menores, como contrações musculares involuntárias.

GOALBALL

Todos os atletas usam vendas para que haja igualdade de condições.

· B1 – cego total: nenhuma percepção luminosa em ambos os olhos ou percepção de luz, mas com incapacidade de reconhecer formatos a qualquer distância ou em qualquer direção.
· B2 – atletas com percepção de vultos.
· B3 – atletas que conseguem definir imagens.
Diego Romario na partida de goalball do Brasil nas paralimpíadas (Foto: EFE)Seleção brasileira masculina de goalball: atletas usam vendas para que haja igualdade (Foto: EFE)


HALTEROFILISMO
A classificação para a modalidade é feita unicamente através do peso. Portanto, atletas com diferentes deficiências competem juntos pela mesma medalha. São elegíveis atletas com deficiências que afetem o movimento das pernas e quadris, assim como anões.
HIPISMO
Quanto menor o número, maior o comprometimento físico do atleta.
· Classe I (dividida em Ia e Ib): competem predominantemente cadeirantes com pouco equilíbrio do tronco e/ou debilitação de funções em todos os quatro membros ou nenhum equilíbrio do tronco e bom funcionamento dos membros superiores.
· Classe II: cadeirantes, pessoas com severa debilitação envolvendo o tronco ou com severa debilitação unilateral.
· Classe III: atletas capazes de caminhar sem suporte, com moderada debilitação unilateral, além de atletas que com total perda de visão em ambos olhos.
· Classe IV: debilitação de um ou mais membros ou algum grau de deficiência visual.

JUDÔ
paralimpíadas judô Karla Ferreira e  Xiaoli Huang (Foto: Getty Images)Brasileira Karla Ferreira em luta contra Xiaoli Huang
nas Paralimpíadas (Foto: Getty Images)
Competem apenas deficientes visuais. Cegos totais têm um círculo vermelho costurado na manga do quimono. Atletas que também são surdos têm um círculo azul costurado nas costas do quimono.

· B1 – cego total: nenhuma percepção luminosa em ambos os olhos ou percepção de luz, mas com incapacidade de reconhecer formatos a qualquer distância ou direção.
· B2 – atletas com percepção de vultos.
· B3 – atletas que conseguem definir imagens.

NATAÇÃO
A letra “S” antes da classe representa provas de estilo livre, costas e borboleta. As letras “SB” refere-se ao nado peito, enquanto “SM” indica eventos medley individuais. Como o nado peito exige maior impulsão com a perna, é comum que o atleta esteja em uma classe diferente neste estilo em relação aos outros. O mesmo acontecer com as provas medley. Quanto menor o número, maior a deficiência.
· 1–10: atletas com deficiências físicas.
· 11–13: atletas com deficiências visuais. Os da classe 11 tem pouca ou nenhuma visão.
· 14: atletas com deficiências intelectuais
Daniel Dias natação paralimpíadas (Foto: AP)Daniel Dias compete na classe S5 na maioria das provas. No peito, nada na classe SB4 (Foto: AP)

REMO
· AS: atletas que podem usar apenas braços e ombros para impulsionar o barco, que tenham paralisia cerebral, prejuízo neurológico e/ou perda de função motora.
· TA: atletas que podem usar braços, ombros e tronco para impulsionar o barco. Podem ter amputações nos membros inferiores que impossibilitem a utilização do acento deslizante, paralisia cerebral ou prejuízo neurológico. Nesta categoria, o barco deve ser misto, com um homem e uma mulher formando o time.
· LTA: atletas com alguma deficiência para remar, mas que possam utilizar pernas, tronco e braços para impulsionar o barco. São elegíveis atletas com cegueira (10% de visão) utilizando venda, amputação, paralisia cerebral, prejuízo neurológico ou intelectual. O barco deve ser composto por quatro tripulantes, com no máximo dois deficientes visuais.

RÚGBI EM CADEIRA DE RODAS
Todos os atletas são tetraplégicos. Cada um recebe uma pontuação de acordo com sua habilidade funcional, de 0.5 a 3.5, aumentando 0.5 a cada classe. Quanto maior o número, menor o comprometimento pela deficiência. Os quatro titulares não podem somar juntos mais do que oito pontos. A cada mulher em quadra, o limite de pontuação é ampliado em 0.5 pontos.

TÊNIS DE MESA
paralimpíadas tênis de mesa Natalia Partyka (Foto: Reuters)Natalia Partyka compete na TT10 (Foto: Reuters)
Há 11 classes no tênis de mesa. Quanto maior o número, menor o comprometimento físico-motor.

· TT1, TT2, TT3, TT4 e TT5 – atletas cadeirantes
· TT6, TT7, TT8, TT9, TT10 – atletas andantes
· TT11 - atletas andantes com deficiência intelectual

 
TÊNIS EM CADEIRA DE RODAS
· Classe aberta: atletas com deficiência para se locomover (medula ou amputação), mas sem comprometimento de braços e mãos.
· Classe “quad”: atletas com deficiências que afetem, além das pernas, o movimento dos braços, dificultando o domínio da raquete e da movimentação da cadeira de rodas. Nesta classe, homens e mulheres podem competir juntos.
TIRO
· SH1: atletas que conseguem suportar o peso da arma. Podem usar rifle ou pistola.
· SH2: atletas que necessitam de suporte para apoiar a arma. Podem usar apenas o rifle.
TIRO COM ARCO
· ST: arqueiros sem deficiência nos braços, com algum grau de comprometimento da força muscular, coordenação ou mobilidade das pernas. Podem competir de pé ou sentados em cadeira normal.
· W1: atletas que possuem tetraplegia, com deficiência nos braços e pernas e alcance limitado dos movimentos. Competem em cadeira de rodas.
· W2: arqueiros com paraplegia e mobilidade articular limitada nos membros inferiores. Competem em cadeira de rodas.
tiro com arco chuva Paralimpíadas (Foto: Getty Images)Atletas competem nas cadeiras de roda debaixo de chuva (Foto: Getty Images)
VELA
· Barco da classe Sonar - três pessoas: atletas recebem pontos de 1 a 7 de acordo com o impacto da deficiência nas funções no barco. Quanto menor o número, maior o impacto na habilidade de condução. O total dos três atletas não pode ultrapassar os 14 pontos.
· Barco da classe SKUD-18 - duas pessoas: para dois tripulantes paraplégicos, sendo obrigatoriamente um tripulante feminino. Os dois devem ter diferentes graus de deficiência.
· Barco da classe 2.4mR – uma pessoa: velejadores com deficiência mínima, equivalente a sete pontos da classe Sonar.
VÔLEI SENTADO
Podem participar amputados, atletas com paralisia cerebral, lesão na coluna vertebral e alguma deficiência locomotora. Entre estes, há divisão apenas entre atletas deficientes (D) e minimamente deficientes (MD), que são, em geral ex-jogadores do vôlei convencional que sofreram lesões sérias nos joelhos e/ou tornozelos. Cada equipe pode contar com no máximo um atleta MD em quadra por vez.