sexta-feira, 16 de agosto de 2013

NOSSO BLOG EM PARALELO COM O SITE OLIMPICO DO CAEL-SM

NOSSO SITE OLIMPICO AGORA COM MARCA DEFINITIVA

PALAVRA OLÍMPICA____________________
Agora com a Marca "Pra Valer"

Graças a Deus, encaminhamo-nos para a definição da marca de nossa cobertura da RIO 2016 – TRÊS ANOS ANTES -  que caracteriza bem a presença de SANTA MARIA de forma inédita e ganha, cada vez mais notoriedade no âmbito olímpico, em termos da COMUNICAÇÃO ESPORTIVA. Uma história que começou em 1992, na OLIMPÍADA DE BARCELONA.

      Apresentamos a marca de QUILISPORT e CAEL-SM, que coordenam a Rede Santamariense de Comunicação Esportiva - RESCE na cobertura dos JOGOS OLÍMPICOS 2016.
     Considerando que é dito ser proibido o uso dos aros olímpicos e da marca RIO 2016 (Para entender, pois é de pasmar, porque o propósito é divulgar o evento numa mídia diferente, não em Veículos de massa e sim em Veículos que atingem outra clientela, uma cobertura técnica feita por um jornalista e Profissional de Educação Física).
     Informamos que elaboramos um documento à Coordenação da RIO 2016, preenchemos um formulário para que tivéssemos a liberação do uso da marca e até hoje não obtivemos retorno. Diante disso, usamos uma estratégia caseira, mas responsável. Pois junto com o nosso amigo Gilson da JGB Design foi criada a marca de nossa COBERTURA. Usou-se o boneco que caracteriza um atleta conduzindo a tocha olímpica, que faz parte da marca do CAEL-SM- responsável pela cobertura. O boneco (que deve levar o apelido de caelito olímpico) ele está saltando de Santa Maria para o Rio de Janeiro, levando o Time Santa Maria na cobertura do Evento.
     É do nosso feitio: trilhar caminhos retos, por isso evitamos idéias de manter marcas usando os aros e buscamos uma alternativa viável com recursos disponíveis e que nos dá ainda mais credibilidade do trabalho que nos propomos e que fizemos há mais de 20 anos em termos de coberturas internacionais. Assim, queremos evitar transtornos. Criamos essa marca, que modestamente ficou dentro dos padrões esportivos, coerente com o trabalho que vamos realizar, que começa 3 anos antes e pode se dizer: ser inédito.
     Só falta agora, haver corneteada de que descaracterizamos a RIO 2016.
     Aguardemos.
(CLERY QUINHONES DE LIMA - Editor)

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