quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Em entrevista ao Repórter Brasil, Paulo Henrique falou sobre o esporte na escola

A entrevista foi ao vivo, durante o Repórter Brasil Noite, da Empresa Brasil de Comunicação - EBC
Em entrevista concedida ao Repórter Brasil, na edição das 21 horas do dia 03 de dezembro, o Professor Paulo Henrique Azevêdo respondeu às perguntas sobre a participação das escolas no treinamento dos atletas que disputaram a Gymnasiade 2013, realizada em Brasília, entre 28 de novembro a 03 de dezembro de 2013.
Azevêdo comentou que de maneira geral, as escolas brasileiras cumprem a carga horária prevista para a realização da Educação Física curricular, mas não existe um projeto nacional para detecção de potenciais talentos esportivos e estrutura para encaminhamento e realização de um processo de treino sistemático para esses atletas. Salientou que em nosso país, a formação e representação esportiva se dá nos clubes esportivos, diferentemente do que ocorre em outras nações, onde a base esportiva está presente nas escolas.
Como ponto altamente positivo do desenvolvimento do esporte de rendimento nas escolas, o Prof. Paulo Henrique destacou que ali existe a possibilidade de estímulo de uma quantidade muito maior de jovens para a prática esportiva, quando comparada com o que acontece nos clubes esportivos, que recebem prioritariamente os poucos atletas que se destacam em alguma modalidade. De um grande número de praticantes é possível encontrar muito mais destaques esportivos do que quando esse trabalho é realizado com uma pequena quantidade de praticantes. Acima de tudo, ressaltou, os praticantes de esporte expressam melhores resultados acadêmicos, adotam a atividade física como uma rotina, possuem melhor qualidade de vida e apresentam menos problemas de saúde, dentre outras manifestações benéficas.
Perguntado sobre as medidas que seriam necessárias para que se altere o quadro atual e se concretize o esporte nas escolas, Paulo Henrique afirmou que o Brasil carece de uma política esportiva para o ambiente escolar e que seja desencadeada por meio de estratégias que disseminem essa prática de maneira sistêmica e não isoladamente.

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