domingo, 22 de dezembro de 2013

Brasil faz história no handebol
Ganha  título inédito do Mundial 
Na Sérvia, contra as donas da casa, equipe calou quase 20 mil pessoas no ginásio, neste domingo (22)

Belgrado (SRB) - União. A palavra que já colocou muitas equipes no pódio é a que melhor descreve as razões pela qual o Brasil conquistou a primeira medalha em Mundiais na história do handebol, neste domingo (22). O que se viu no pódio em Belgrado, capital da Sérvia, foi uma equipe concisa e que lutou junta do início ao fim pela conquista de um sonho. Com uma histórica vitória contra as donas da casa, por 22 a 20 (13 a 11 no primeiro tempo), o País escreveu seu nome entre as grandes potências da modalidade e foi o primeiro das Américas a conseguir este feito. A Dinamarca ficou com o bronze, depois de virar o placar contra a Polônia, para fechar o jogo em 30 a 26 (12 a 15).

A Arena Kombank, palco da decisão, tinha quase 20 mil pessoas nas arquibancadas, mas no Brasil, a repercussão da campanha brasileira foi tanta, que milhões de pessoas estavam acompanhando as transmissões e também pela internet. No ginásio, a torcida ensurdecia a cada gol da Sérvia e fazia muita pressão no ataque brasileiro. Nada adiantou, pois esse era o dia das brasileiras em quadra. Sem demonstrar nervosismo, as atletas foram calmas e maduras nos momentos de decisão.

Fernanda abriu o placar pela ponta esquerda. Já nos primeiros contra-ataques sérvios, Babi defendeu três bolas perigosas. Do outro lado, a defesa da Sérvia também voltou a funcionar e a goleira Jovana Risovic fechou o gol, facilitando o contra-ataque das adversárias, que acabaram passando à frente com cerca de dez minutos de jogo. Depois de muito tempo com o marcador equilibrado e um gol para cada lado, o Brasil conseguiu voltou à liderança e, com uma cobrança de sete metros de Alexandra Nascimento, recuperou os dois gols de vantagem.

As brasileiras voltaram muito bem para o segundo tempo e chegaram a abrir cinco gols, mas a Sérvia reagiu e voltou a encostar, principalmente com ataques da armadora Sanja Damnjanovic. O restante do jogo foi uma guerra e quem errava menos levava vantagem. Quando conseguiu passar dois gols à frente, o Brasil passou a controlar a partida sem muitas dificuldades. Mesmo com a pressão sérvia, seguiram tranquilas até terminar com a vitória. Os gritos e choro em quadra calaram toda a torcida das donas da casa.

O Brasil fez uma campanha impecável até a conquista dessa medalha. Este ano, a equipe disputou 19 jogos, entre oficiais e amistosos, e perdeu apenas dois deles. Na competição, terminou a primeira fase invicto, com vitórias sobre Argélia, China, Sérvia, Japão e Dinamarca. A chave era considerada uma das mais difíceis do Mundial, tanto é que três dos semifinalistas faziam parte deste grupo B. Nas oitavas de final, eliminou a Holanda, nas quartas derrotou a Hungria e nas semifinais passou novamente pela Dinamarca.

O técnico Morten Soubak destacou novamente o empenho e dedicação de toda a equipe. "Estou muito feliz e orgulhoso. Tinha dito antes que queria colocar uma medalha no peito delas. Esse era o meu sonho. Estávamos trabalhando para realizar esse sonho e conseguimos. Estou orgulhoso do trabalho que foi feito e como foi feito. A dedicação que as meninas mostraram, não tenho palavras para descrever. É uma coisa sem explicação. Dá para escrever um livro. Muito Países não acreditavam que podíamos chegar até lá. Agora mostramos com autoridade a todo mundo que somos capazes."

Para a capitã, Fabiana Diniz, a Dara, esse é o início de um novo tempo para a modalidade no País. "Esse título para nós é o início de uma  geração de conquistas do Brasil pelo Mundo. Conseguimos crescer dentro da competição e mostrar em quadra o que é vestir essa camisa do Brasil. Sabíamos que tinha muita gente acreditando em nós. Nós não duvidamos nunca, mas sempre estivemos com o pé no chão, mostrando dentro de quadra."

A paulista de Guaratinguetá (SP) completou dizendo que a festa vai durar muito tempo. "Hoje, quando entramos, eu disse para as meninas imaginarem o ginásio ouvindo o nosso hino. Agora vamos disfrutar a vitória, celebrar o máximo que a gente puder. Foi merecido."

A armadora Eduarda Amorim, a Duda, foi eleita a melhor atleta de toda a competição, desbancando algumas favoritas, com uma defesa excepcional e um ataque bastante eficiente, mostrando que é uma atleta completa. "Quando zerou o cronômetro, sai toda aquela pressão. É uma satisfação enorme por um trabalho bem feito. É uma sorte muito grande ter uma medalha em uma carreira tão curta como é a nossa. Somos merecedoras. Sei o quanto todo mundo trabalha para isso."

A goleira Bárbara Arenhart, a Babi, foi eleita a melhor em sua posição no campeonato. "Não sei nem o que dizer. Só estou feliz demais e só quero abraçar minha família agora. Eu não imagino a mobilização no Brasil, porque nem a gente acredita ainda. Prêmio individual para mim não é importante. O que importa é essa medalha", disse, ao final do jogo, muito emocionada.

Outro destaque individual foi a ponta direita Alexandra Nascimento, que terminou como segunda na artilharia do campeonato, com 54 gols. A primeira foi a alemã Susann Müller, com 62.

O presidente da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), Manoel Luiz Oliveira, frisa a importância desse título para a modalidade no cenário internacional. "Esse título significa algo fantástico, que já estávamos esperando há algum tempo. Estávamos a cada dia que passava nos aproximando. Era para ter acontecido no Brasil em 2011. Por fim, aconteceu aqui. Estamos focados na nossa preparação e contando com um apoio muito grande dos nossos patrocinadores, os Correios e o Banco do Brasil, e do Ministério do Esporte. Temos um ciclo olímpico pela frente e toda a preparação visa a conquista da nossa primeira medalha em uma Olimpíada, em 2016. Estou muito feliz. Esta é a segunda vez que um País não Europeu conquista um Mundial Adulto Feminino. O primeiro foi a Coreia em um passado muito distante. Então, o Brasil, definitivamente marcou seu nome na história", comemorou.



Tabela e resultados do grupo B
(horário de Brasília)

Sexta-feira (6)
Sérvia 28 x 26 Japão

Sábado (7)
Brasil 36 x 20 Argélia
Dinamarca 44 x 21 China

Domingo (8)
China 21 x 34 Brasil
Argélia 14 x 34 Sérvia
Japão 25 x 29 Dinamarca

Terça-feira (10)
China 27 x 33 Japão
Brasil 25 x 23 Sérvia
Dinamarca 38 x 20 Argélia

Quarta-feira (11)
Brasil 24 x 20 Japão
Argélia 27 x 25 China
Sérvia 23 x 22 Dinamarca

Sexta-feira (13)
Japão 32 x 23 Argélia
Sérvia 32 x 18 China
Dinamarca x Brasil

Oitavas de final

Domingo (15)
Alemanha 29 x 21 Angola
França 27 x 19 Japão
Polônia 31 x 29 Romênia
Dinamarca 22 x 21 Montenegro 

Segunda-feira (16)
Hungria 28 x 21 Espanha
Brasil 29 x 23 Holanda
Noruega 31 x 21 República Tcheca
Coreia 27 x 28 Sérvia

Quartas de final
Brasil 33 x 31 Hungria
Polônia 22 x 21 França
Dinamarca 31 x 28 Alemanha
Sérvia 28 x 25 Noruega

Semifinais

Sexta-feira (20)
Sérvia 24 x 18 Polônia
Brasil 27 x 21 Dinamarca

Finais

Domingo (22)
Polônia 26 x 30 Dinamarca (disputa do bronze)
Sérvia 22 x 20 Brasil (disputa do ouro)

Seleção Brasileira Feminina de Handebol

Goleiras - Bárbara Arenhart (Hypo Nö - Áustria) e Mayssa Pessoa (HK Dínamo Volgograd - Rússia).

Armadoras - Amanda Claudino de Andrade (Supergasbras/UNC/Concórdia-SC), Deonise Fachinello Cavaleiro (Hypo Nö - Áustria), Eduarda Amorim (Gyori Audi ETO - Hungria) e Karoline Helena de Souza (Team Tvis Holstebro - Dinamarca).

Centrais - Ana Paula Rodrigues Belo (Hypo Nö - Áustria), Deborah Hannah Pontes Nunes (Metodista/São Bernardo-SP e Mayara Fier de Moura.

Pontas - Alexandra Priscila do Nascimento (Hypo Nö - Áustria), Fernanda França da Silva (Hypo Nö - Áustria), Samyra Pereira da Silva Rocha (Mios Biganos Handball - França) e Mariana Costa (Team Vendyssel - Dinamarca). 

Pivôs - Daniela de Oliveira Piedade (Rokometni Klub Krim - Eslovênia), Elaine Gomes Barbosa (Força Atlética-GO) e Fabiana Carvalho Diniz (Hypo Nö - Áustria).

Comissão técnica

Técnico: Morten Soubak
Assistente técnico: Alex Aprile
Supervisora: Rita Orsi
Médico: Leandro Gregorut Lima
Fisioterapeuta: Marina Gonçalves Calister
Nutricionista: Júlia do Valle Bargieri
Psicóloga: Alessandra Dutra
Massoterapeuta: Aparecida da Rocha Pereira Alves

NOSSO BLOG EM PARCERIA COM O SIT EOLIMPICO NO MUNDIAL DE HANDEBOL FEMININO

Brasil vence a Sérvia e é campeão do Mundial Feminino de Handebol

A SELEÇÃO BATEU AS DONAS DA CASA POR 22 A 20 E FATUROU O TÍTULO DA COMPETIÇÃO EXIBIDA SÓ NO ESPORTE INTERATIVO

Arena Kombank. Belgrado. Sérvia. Este foi o palco histórico do primeiro título mundial brasileiro no handebol feminino. E oEsporte Interativo tem orgulho de ter acompanhado a conquista dessa seleção com exclusividade. A final deste domingo, contra a Sérvia, terminou em 22 a 20 para as brasileiras. Entre as heroínas, destacaram-se na final Alexandra, Duda, Hannah, Fernanda Dara e as goleiras Babi e Mayssa. Essa foi a partida mais importante da história do handebol brasileiro.

Veja também:Dinamarca conquista o bronze no Mundial Feminino de Handebol
Duda Amorim diz querer esfregar medalha na cara de quem duvidou da seleção
Brasil vence a Dinamarca e faz final histórica contra a Sérvia no Mundial

Após o primeiro minuto de jogo, o Brasil abriu o placar com Fernanda Dara. Quando a Sérvia tentou a virada, Babi fez uma defesa espetacular e Fernanda respondeu no contra-ataque. Após Fabiana ter levado suspensão de dois minutos, a seleção da Sérvia conseguiu a virada: 6 a 5, com destaque para a pivô Cvijic, a "Mamute".

A goleiras brasileiras Babi e Mayssa se destacaram na finalA goleira da Sérvia, Risovic, estava em um bom dia e impediu uma reação rápida do Brasil. Mesmo assim o Brasil conseguiu a virada, principalmente com Alexandra, Hannah e as defesas de Babi. O primeiro terminou com o placar de 13 a 11 para a seleção brasileira.



No início da segunda etapa, a eleita melhor jogadora da competição, Duda Amorim, conseguiu ótima roubada de bola. Mesmo com Fernanda Dara sendo expulsa por dois minutos novamente, a seleção estava ligada no jogo e aumentou a vantagem para cinco pontos, com destaque para Duda. Nova expulsão, desta vez de Duda, e a Sérvia conseguiu diminuir a vantagem para três gols.

Depois de uma falta violenta sobre Alexandra, Ognjenovic foi suspensa por dois minutos e as coisas pareciam que iriam melhorar para o Brasil. Mas a goleira Tomasevic conseguiu uma proeza: defendeu duas cobranças seguidas de sete metros. E a Sérvia continuou diminuindo a vantagem, graças a novas defesas da goleira. Isso rendeu palavrões do técnico brasileiro Morten Soubak.

Deonise foi muito importante para o Brasil no Mundial

Após quase dez minutos sem fazer gols, o Brasil conseguiu achar Alexandra livre para voltar a marcar. Isso porque a Sérvia estava com duas atletas a menos, expulsas por dois minutos. As duas equipes erraram muito, e as goleiras Mayssa e Tomasevic brilharam debaixo das traves. Faltando cinco minutos para o fim, a Sérvia conseguiu o empate.

Gols de Hannah e Ana Paula colocaram o Brasil com dois gols de vantagem faltando menos de um minuto. Além disso, belas defesas de Mayssa garantiram o título inédito do Mundial Feminino de Handebol para o Brasil, com um placar de 22 a 20 contra as donas da casa, a Sérvia. Você acompanhou toda a trajetória das meninas brasileiras só aqui no Esporte Interativo.

Confira as escalações dos times na final do Mundial Feminino de Handebol, transmitido com exclusividade pelo Esporte Interativo.

Brasil: Babi, Mayssa, Fabiana, Alexandra Nascimento, Samira, Dani Piedade, Amanda, Fernanda, Ana Paula, Elaine Gomes, Karol, Duda Amorim, Mariana Costa, Mayara, Deborah Hannah, Deonise Cavaleiro.

Sérvia: Krpez, Popovic, Lekic, Zivkovic, Damnjanovic, Eric, Risovic, Rajovic, Ognjenovic, Filipovic, Tomasevic, Nisavic, Stoiljkovic, Liscevic, Cvijic, Lojpur.

Duda Amorim foi eleita a melhor atleta da competição

Confira como foi a campanha do Brasil no Mundial Feminino de Handebol, exibido com exclusividade pelo Esporte Interativo.

Primeira fase (Grupo B):
Brasil 36 x 20 Argélia
Brasil 34 x 21 China
Brasil 25 x 23 Sérvia
Brasil 24 x 20 Japão
Brasil 23 x 18 Dinamarca

Oitavas: Brasil 29 x 23 Holanda
Quartas: Brasil 33 x 31 Hungria
Semifinal: Brasil 27 x 21 Dinamarca
Final: Brasil 22 x 20 Sérvia

Brasil é campeão mundial feminino de handebol

  • Seleção derrota Sérvia por 22 a 20 na decisão em Belgrado
  • Foi o primeiro título das meninas do Brasil
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Alexandra comemora na vitória do Brasil sobre a Sérvia Foto: ANDREJ ISAKOVIC / AFP
Alexandra comemora na vitória do Brasil sobre a Sérvia ANDREJ ISAKOVIC / AFP
BELGRADO - O clima não era nada amistoso. Todos os 19.500 torcedores que lotaram a Arena Belgrado, recorde de público do torneio, faziam um som ensurdecedor. Até o tenista Novak Djokovic apareceu num telão com uma mensagem de apoio. No entanto, a seleção brasileira feminina não se intimidou e venceu neste domingo a Sérvia, dona da casa, por 22 a 20, sagrando-se, pela primeira vez, campeã mundial de handebol. Um feito histórico.
Para abrilhantar ainda mais o feito, o Brasil foi o único time invicto na competição. Anteriormente, a melhor posição da equipe havia sido o quinto lugar no Mundial do Brasil, em 2011. Além disso, garantiu a sexta colocação nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012.
- É uma sensação maravilhosa, não sei explicar. Olho para a medalha no peito e ainda tento acreditar que somos as melhores do mundo. Mas conseguimos! - vibrou Alexandra.
HANDEBOL CAMPEÃO MUNDIAL
(Agora pode ter o olhar da Mídia)
Clery Quinhones de Lima - Editor do Site
Há poucos dias estivemos em Recife no II CONGRESSO INTERNACIONAL DE GESTÃO ESPORTIVA, o português PEDRO SARMENTO dizia na sua palestra inaugural, que o Brasil era top no esporte mundial. Afirmava que os brasileiros são os que duvidam disso, mas o mundo sabe e ele apresentou dados sobre essa sua afirmação e hoje se constatou mais um esporte brasileiro com conquista de um título mundial: Handebol Feminino que venceu o MUNDIAL na Sérvia.
      Nunca esquecemos o dito do ex-presidente da Confederação Brasileira de Handebol –CBHb, Teixeira, na década de 80, que dizia ser o handebol feminino, o naipe  que teria o Brasil mais chance de projeção internacional. E aconteceu neste domingo, dia 22 de dezembro, quando pelo placar de 22 x 20, as meninas do Brasil venceram as sérvias, no Mundial Feminino de Handebol, na Sérvia, .
     Claro que não é por acaso. É um resultado crescente, pois o Brasil caminhava para isso. Havia feito uma grande Olimpíada em Londres, se tivesse passado pela Polônia, certamente teria subido ao pódio. O trabalho não parou, pois a CBHb, com uma boa estrutura de patrocinadores e o convênio feito com a Europa, tendo suas atletas jogando lá e mais a presença do técnico MORTEN também na Europa permitiu um fortalecimento ainda maior em termos de equipe, solidez, experiência de jogos.
     Agora é momento de comemorar e é o que está constatando. O Brasil todo começa ter mais um esporte vencedor e é sem dúvidas, um esporte gostoso, pois tem a sensação que o brasileiro gosta, o gol feito com técnica e muitos gols por jogos, sempre goleadas (nem sempre por diferença, mas sim por gols marcados).
     Mandamos para o MARCUS VINICIUS, do COB, que tem propalado a busca do Brasil na RIO 2016, do TOP TEN (Brasil na classificação até o décimo lugar junto às potências mundiais esportivas) , lembramos que o título do handebol feminino fortalece a chance de medalha ao Brasil.
     Para o MANOELZINHO, o incansável presidente da CBHb, com a sua diretoria e  equipe técnica do handebol comandado por MORTEN, que esteve em Santa Maria ministrando curso e acompanhando uma Taça Brasil de Handebol, só o escrito desta crônica, destacando as suas dedicações, pois certamente que hoje eles estão recebendo uma goleada de mensagens, via websites.
       Também temos que destacar a PHOTO & GRAFIA, de São Paulo, que faz o trabalho de ASSESSORIA DE IMPRESA da CBHb, uma parte importante neste  contexto de ampliação, difusão e desenvolvimento do handebol no país. A PHOTO & GRAFIA somos gratos, pois nos alimentamos de informações do handebol.
       Podemos dizer que nossa cidade de Santa Maria tem participação neste título, pois sempre foi um celeiro do handebol, principalmente no masculino com o técnico GIACOMINI, mas por muitos anos teve um trabalho com o handebol feminino, através do técnico IRADIL.
      Agora a mídia que vive de resultado, certamente dará mais atenção ao HANDEBOL e não ficaremos no sufoco para poder acompanhar uma final mundial com uma equipe brasileira, esperando resultados de Tweeters, sendo transmitida por um CANAL IMPERATIVO, sem abrangência.
     POSICIONAMENTO - Nós que vivemos o handebol há mais de 4 décadas, com a COMUNICAÇAÕ ESPORTIVA, já fizemos 6 olimpiadas (Barcelona, Atlanta, Sydney, Atenas, Pequim e Londres), sempre acompanhando handebol e vamos, se Deus quiser, para a 7ª. , a RIO 2016. Amigos, tenham a certeza, que estamos ainda mais compromissado com o handebol brasileiro  e devemos continuar firme nesta empreitada prazerosa com o nosso site olímpico: www.santamarianaolimpiada2016.com.br, que está a serviço desde agosto de 2013, portanto a 3 anos antes da OLIMPIADA 2016.
     Lembrando o slogan criado por nós, junto com Giacomini, Teixeira e Luizinho De Grandi, diretor do jornal A RAZÃO, de Santa Maria : “ BRASIL, handebol rumo à olimpíada.” Isso no final da década de 70 e acabou tendo a sua primeira participação com o masculino na Olimpiada de Barcelona, em 1992, e nós lá estávamos.
     Por fim agradecemos a DEUS pela saúde, aos Veículos que nos abrem espaços  e o discernimento dado a nossa comunicação esportiva.
(CLERY QUINHONES DE LIMA – EDITOR)

NOTA DO EDITOR
Recebemos agora por e-mail do colega jornalista ERIK ,da ASICS, patrocinador do HANDEBOL BRASILEIRO, a pouco tempo da conquista do título mundial do handebol feminino brasileiro, a seguinte nota, que valorizamos e apresentamos:

ASICS parabeniza título mundial da Seleção Brasileira Feminina de Handebol
Equipe conquistou a medalha de ouro, feito inédito na história do Handebol nacional; marca esportiva assina o uniforme da Seleção
Contact: Andrea Longhi / Bruna Moura
ASICS Brasil Ltda
+ 55 (11) 5056-8400
www.asics.com.br

A Seleção Brasileira de Handebol Feminino conquistou hoje um resultado histórico para o Handebol brasileiro. A equipe comandada pelo técnico dinamarquês Morten Soubak conquistou, de maneira invicta (oito vitorias em oito jogos) o título de campeã mundial, feito inédito para a modalidade na história do país. A ASICS, marca patrocinadora e que assina o uniforme da seleção, comemora e parabeniza o desempenho do time no mundial.

"É uma satisfação e um orgulho muito grande ver as meninas atingirem um resultado tão expressivo. O time vem evoluindo muito desde as Olimpíadas de 2012 e este título Mundial é resultado de um trabalho feito com muita dedicação e seriedade pela CBHb", afirma Giovani Decker, presidente da ASICS Brasil.

Na grande final, a Seleção enfrentou o time da Sérvia, que jogava em casa. O ginásio com mais de 20 mil torcedores assistiu a uma partida dramática, mas com final feliz para as brasileiras: vitória por 22 a 20.

O título conquistado neste domingo coloca a equipe no mesmo patamar das Seleções de futebol, basquete e vôlei, únicas modalidades coletivas com títulos mundiais. Também é a primeira vez, desde 1995, quando a Coréia do Sul foi campeã, que um país não-europeu chegou à final do torneio. Em toda a história da competição, somente em duas oportunidades (1995 e 2003) uma equipe de fora da Europa subiu ao pódio. Além disso, o Brasil é o único país sul-americano a chegar tão longe na disputa.

O time atual, comandado pela melhor jogadora do mundo, Alexandra Nascimento (atleta ASICS), superou a campanha do Mundial Feminino de 2011, que aconteceu no Brasil. Naquela ocasião, a equipe conquistou um inédito 5º lugar (até então, o melhor resultado tinha sido a sétima colocação no Mundial da Rússia em 2005). Em 2012, nas Olimpíadas de Londres, a Seleção Brasileira empolgou a torcida ao terminar em 6º lugar na classificação geral.

A parceria com a ASICS surgiu em 2012, com o desenvolvimento do uniforme para as Olimpíadas de Londres. A estilista da marca, Tatiana Mancini, desenvolveu as peças para a seleção feminina utilizando tecidos com tecnologia de ponta como a HYDROLOGY, que absorve e gerencia o suor, proporcionando melhor desempenho para as atletas. Além disso, estampas laterais tinham como inspiração animais e a fauna brasileira, o que agradou bastante as jogadoras. A parceria da ASICS para fornecimento de material esportivo à CBHb tem duração até 2016.