quarta-feira, 10 de setembro de 2014

NOSSO BLOG DIVULGANDO O ESPORTE,SAUDE E LAZER

SEMINÁRIO: O ESPORTE COMO UM FATO DE DESENVOLVIMENTO ECONOMICO
Impossibilitados em estarmos presentes, estamos nos valendo da reportagem da Secretaria de Esportes e Lazer do ESTADO DO RS .

Debate sobre a cadeia produtiva do esporte no Brasil - Foto: Brunno Prado/FUNDERGS

Dirigentes, atletas e empresários debatem a cadeia produtiva do esporte no Brasil

Sede da Copa do Mundo e palco de grandes eventos esportivos num futuro próximo, o RS reuniu, através do seminário o Esporte: um Fator de Desenvolvimento Econômico, representantes de diferentes segmentos da economia para debater a cadeia produtiva do esporte e as transformações do setor no país, nesta quarta-feira (10), na AMRIGS. Durante o encontro, o Governo do Estado anunciou, através da Secretaria de Esporte e Lazer a realização do Mundial de Handebol Júnior Masculino e Mundial de Rally, em  2015, além do Mundial de Muay Thai, em 2016, já confirmado.
      O evento de handebol será realizado nas cidades de Caxias do Sul, Santa Maria, Farroupilha e Campo Bom. Já o evento de Rally ocorrerá em Erechim e a aprovação da cidade pela Federação Internacional de Automobilismo ocorreu nesta quarta-feira.
     O seminário foi dividido em três temas, As Perspectivas da Gestão do Futebol, O Desenvolvimento e o Empreendedorismo Esportivo, O Papel do Estado e o Desenvolvimento do Esporte. No encerramento, foi apresentado o talk show Diálogo Aberto, com um debate geral sobre o tema principal do seminário.
      Na abertura, em nome do governador do Estado, Tarso Genro, o secretário Estadual do Esporte e do Lazer, Ricardo Petersen, falou da importância das políticas públicas, citando as leis de incentivo e a parceria entre Estado, iniciativa privada e clubes no desenvolvimento do esporte brasileiro. Petersen também louvou o tema do seminário, apontando a falta de pesquisas nessa linha. “Carecemos de estudos sobre o impacto das atividades esportivas na economia. Mas desde o quimono que é comprado para um projeto social até o maior evento esportivo fazem a economia girar”, comentou.
O secretário Nacional de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, Ricardo Leyser, que participou da abertura e do painel O Papel do Estado e o Desenvolvimento do Estado, apresentou a preparação para as Olímpiadas de 2016, lembrando o aumento da verba para os esportes de alto rendimento, que passaram de R$ 4 milhões, em 2009, para R$ 1 bilhão neste ano. O secretário elencou os diversos tipos de apoio que o Governo Federal vem dando às modalidades, entre convênios, leis de incentivo, Bolsa-Atleta, infraestrutura, reforma e equipagem de centros de treinamento e, mais recentemente, o Plano Brasil Medalhas. “O investimento começou a crescer a partir de 2001. Depois temos o Bolsa-Atleta, em 2005, e a Lei de Incentivo ao Esporte, em 2007. Há uma série de ações que estão acontecendo há algum tempo. A preparação para 2016 ficou ainda mais intensa em 2010. Agora estamos no esforço final, em que os atletas começam a apresentar as conquistas”, explicou Ricardo.

GESTÃO DO FUTEBOL
     Com a mediação do secretário Petersen, a mesa Perspectivas da Gestão do Futebol, contou com a participação do vice-presidente de Marketing do Sport Club Internacional, Adauri Silveira, e o presidente do Conselho de Administração do Grêmio Foot-ball Porto Alegrense. Silveira apresentou números que comprovam a importância dos clubes na economia do país. Segundo os dados apresentados pelo dirigente colorado, mais de 300 mil pessoas trabalham diretamente na modalidade. Silveira também ressaltou a necessidade da profissionalização da gestão do futebol. Mesmo assunto apresentado por Romildo Bolzan Júnior, que falou da necessidade da autossustentabilidade dos clubes e salientou a importância da lei de responsabilidade fiscal, que tramita no Congresso. Segundo o dirigente gremista, a nova legislação deverá ser o principal propulsor para uma nova cultura de gestão do futebol brasileiro.

O PAPEL DA INDÚSTRIA
        Movimentando R$ 72 bilhões do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, a cadeia produtiva do esporte foi tema do painel O Desenvolvimento e o Empreendedorismo Esportivo. O debate contou com a participação do presidente da Associação Brasileira de Indústria do Esporte (ABRIESP), Maurício Fernandez, da diretora adjunta de Promoção Comercial e Atração de Investimentos da AGDI, Daniela Carolina Eckert, e da diretora de Esporte e Lazer da FIERGS, Lisiane Mendonça, e foi mediado pelo professor de Engenharia da Produção Ricardo Cassel. Segundo os palestrantes, o momento esportivo do país é propício para as discussões e inserção de setores da indústria no desenvolvimento do esporte e na geração de renda a partir das atividades esportivas, sejam de alto rendimento, de base ou da população em geral.

TALK SHOW
         O Talk Show Diálogo Esporte reuniu o campeão mundial de volêi Gustavo Endres, o presidente da Federação Brasileira de Handebol, Manoel Luiz Oliveira, o representante da Convention e Visitors Bureau, José Amilton Lopes, o diretor da Escala, Alfredo Fedrizzi e o gestor de clubes esportivos Evandro Bier. O retorno financeiro dos megaeventos e as dificuldades de capatação de recursos junto à iniciativa privada para os altletas, além das potencialidades a explorar economicamente no esporte foram abordados.
     O encontro foi organizado pela Secretaria Estadual do Esporte e do Lazer (SEL), com apoio do Ministério do Esporte (ME), da Fundação de Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul (FUNDERGS), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e da Escala Esportes.

Texto: Roberto Jardim e Anna Magagnin



Debate sobre economia e legados do esporte - Foto: Brunno Prado/FUNDERGS

Esportistas e empresários debatem economia e legados do esporte

     O seminário Esporte: um fator de desenvolvimento econômico, realizado nesta quarta-feira (10), debateu os benefícios econômicos gerados pela cadeia produtiva do esporte, as transformações que o setor passa no país e dificuldades na busca de recursos das entidades privadas. O Talk Show Diálogo Esporte reuniu o campeão mundial de volêi Gustavo Endres, o presidente da Federação Brasileira de Handebol, Manoel Luiz Oliveira, o representante da Convention e Visitors Bureau, José Amilton Lopes, o diretor da Escala, Alfredo Fedrizzi e o gestor de clubes esportivos Evandro Bier.
     Com a mediação do professor Alberto Reppold, diretor da ESEF UFRGS, os painelistas debateram a influência e movimentação econômica gerada pelo esporte. “A partir do momento que tivemos recursos o Brasil tornou-se campeão feminina e vice campeão masculino, ou seja, conseguimos mostrar a capacidade e temos expectativas positivas para 2016, pois temos uma  corrente enraizada por todo o país em muitos estados”, destacou Manoel Luiz Oliveira. “O voleibol começou em 1984 com uma transformação, a partir de investimentos na base. Vivemos um momento muito propício para o esporte, com bons investimentos públicos, mas precisamos mais, precisamos da participação das empresas. Precisamos dessa mentalidade esportiva no Brasil, que muitos países ricos, da Europa, China tem essa mentalidade”, completou Gustavo Endres.
      As consequências dos eventos esportivos  para o Brasil também foram abordados no encontro. “Todos estes eventos esportivos que vem, a primeira coisa que trazem é a exposição de um destino turístico e essa exposição tem um viés econômico, por isso olhamos o evento como uma oportunidade de negócios. Que venham os eventos esportivos para cá, os ídolos e que venham os dólares e euros para cá”, ressaltou o representante da Convention e Visitors Bureau.
     As dificuldades e potencialidades econômicas também entraram na pauta do debate. “Assim como o governo investe, de forma maior evidentemente, os clubes também investem muito, então o esporte é um alavancador de atividades econômicas para todos os segmentos. O mercado clubístico no Brasil é intenso, com treze mil clubes esportivos”, afirmou Evandro Bier, gestor de clubes esportivos. “Vejo que em muitas atividades esportivas falta o olhar comercial, de pensar no retorno que o patrocinador terá ao buscar os recursos”, complementou o diretor da Escala.
Texto: Ana Magagnin

NOTA DO EDITOR
Como dissemos que não pudemos estar presente no EVENTO. Nosso interesse maior seria pelo HANDEBOL, que com pouca divulgação, foi anunciado o MUNDIAL JUNIOR MASCULINO NO RS. Pelas notícias vindas da SEL-RS, não estiveram GOVERNADOR e nem o MINISTRO DE ESPORTE, anunciados e também não falou a nota da presença das  PREFEITURAS MUNICIPAIS envolvidas no MUNDIAL, no caso CAMPO BOM, SANTA MARIA, CAXIAS E FARROUPILHA, assim como não diz qual era o público presente, nem teve fotos.
Por isso, sentimo-nos prejudicado em melhor informar no nosso blog, coisa que gostamos de fazer, quando estamos presente ao fato.
Dissemos destas ausências, dedução, pela nota de imprensa, porque um MUNDIAL mereceria um destaque maior. Asssim como estranhamos que não recebemos um release, ainda, da PHOTEOGRAFIA, Assessoria de Imprensa da CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE HANDEBOL - CBHb.
Claro que valeu pela realização do Evento.
( CLERY - EDITOR)

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