terça-feira, 30 de junho de 2015

NOSSO BLOG EM PARALELO COM O SITE OLIMPICO DENUNCIAS DO JCRUZ




  NOSSO SITE OLIMPICO E BLOG SAUDE PELA PRÁTICA estão reproduzindo a coluna do JCRUZ, pela sua confiabilidade, em termos de ser um dos jornalistas investigativos, que tem, ao longo dos anos, apontados as necessidades de avanços no esporte brasileiro, denunciado os desvios e sempre falou que quando as verdadeiras investigações acontecessem no esporte no GOVERNO FEDERAL, nas Entidades Públicas e Privadas do Esporte, teria estouro.

Blog do José Cruz

Justiça confirma corrupção no Segundo Tempo, que derrubou ministro


A decisão da Justiça Federal tornando indisponível os bens imóveis de 20 pessoas físicas e jurídicas, entre elas a ex-jogadora de basquete, Karina Valéria Rodrigues, executora do programa Segundo Tempo, em Jaguariúna, São Paulo, é o ponto final de uma denúncia de corrupção feita em 2009
Orlando-silva
Os sucessivos escândalos no Segundo Tempo provocaram a demissão do então ministro do Esporte, Orlando Silva (foto), hoje deputado federal pelo PCdoB, coincidentemente o mesmo partido da ex-vereadora Karina. Ministério Público de São Paulo, que iniciou a ação, estima prejuízo de R$ 13 milhões aos cofres públicos
Início
Segundo levantamento da ONG Contas Abertas a entidade Bola pra Frente (depois Pra Frente Brasil), dirigida por Karina, recebeu R$ 8,5 milhões do Ministério do Esporte, entre 2008 e 2009. O valor chamou atenção de Gil Castello Branco, diretor do Contas, porque superava o que entidades de 12 estados, somadas, receberam para realizar o Segundo Tempo.
Mesmo depois da denúncia de suspeitas de irregularidades, Orlando Silva liberou mais nove convênios para a Bola pra Frente, totalizando R$ 25 milhões. O programa Segundo Tempo dirigido por Karina abrangia várias cidades da região de Campinas.
Conclusões
Agora, seis anos depois da denúncia, a Justiça, acatou as conclusões do Ministério Público e investigações da Polícia Federal, que apontaram para vários tipos de fraudes na execução do  Segundo Tempo. Por exemplo, as licitações para a compra de material esportivo e lanches para as crianças eram direcionadas para empresas de fachada. Em decorrência, as compras não eram entregues nas quantidades pagas, e a diferença em dinheiro era desviada. Já os monitores eram fantasmas e o pagamento dos salários era feito em nome dos próprios réus ou pessoas próximas.
Além disso, foram identificadas matrículas de participantes do programa em número bem menor aos indicados ao Ministério do Esporte para firmar os convênios e receber os recursos. Corrigidas, as devoluções chegam a R$ 13,5 milhões.  Desde as primeiras denúncias Karina Rodrigues negou as irregularidades.
Para saber mais
http://josecruz.blogosfera.uol.com.br/2013/01/policia-federal-identifica-fraudes-no-segundo-tempo-nove-sao-indiciados/

http://josecruz.blogosfera.uol.com.br/2014/11/corrupcao-no-ministerio-do-esporte-nao-ficou-no-esquecimento/ 


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