segunda-feira, 27 de julho de 2015

NOSSO BLOG EM PARALELO COM O SITE OLIMPICO FAZ ANÁLISE DO PAN 2015

NOSSO SITE OLIMPICO COM AS ANÁLISES DO PAN 2015


PAN DE TORONTO

Time Brasil vive gangorra no Pan-Americano de Toronto: o de baixo sobe, o de cima desce

Natação foi único esporte que manteve bom desempenho do Pan de Guadalajara




Agência Estado

AFP PHOTO
A análise fria de números mostra que, no hipismo, o Brasil repetiu em Toronto as três medalhas conquistadas em Guadalajara. Quem olha mais profundamente os resultados, entretanto, observa que eles são radicalmente diferentes. A equipe de CCE não ganhava a prata desde 1999. Um atleta desta disciplina não ia ao pódio desde 1995. Por outro lado, há 24 anos a equipe de saltos não ficava sem medalha.

O hipismo e suas três disciplinas são o reflexo perfeito do que foi o desempenho do Brasil nos Jogos Pan-Americanos de Toronto: uma gangorra. Quem estava em baixo subiu. Quem estava em cima, desceu. A natação, com suas 26 medalhas (duas a mais do que nas últimas edições) é única exceção, exatamente aquela que comprova a regra.

Os exemplos que apontam para esse caminho são diversos. No atletismo, o País sempre foi dependente das provas de velocidade e meio-fundo. Em Toronto, ganhou apenas uma medalha, de bronze, obtendo seu pior resultado em 36 anos. Enquanto isso, nas provas de campo (lançamentos e arremessos), ganhou três medalhas. Em toda a história do Pan, havia conquistado apenas 10, sendo cinco antes de 1963 e três com uma mesma atleta.

As duas modalidades demonstram, internamente, com suas variadas disciplinas, o que foi a participação do Brasil como um todo. A análise micro é também macro. Ciclismo de pista, esgrima, badminton, canoagem, hóquei sobre a grama, pentatlo moderno, tiro, tênis de mesa, polo aquático, levantamento de peso e lutas (wrestling) tiveram, em Toronto, o melhor resultado da história.

Juntas, elas foram responsáveis pela conquista de 45 medalhas, sendo 11 de ouro, 15 de prata e 19 de bronze. Mais do que o dobro do que as 21 obtidas em Guadalajara, quase quatro vezes as três douradas de 2011.

Ao mesmo tempo que uma lista grande de modalidades teve o melhor resultado da história, outras tantas decepcionaram e amargaram o pior desempenho decente. E isso acontece justamente com aquelas que são consideradas os "carros-chefes" do esporte olímpico brasileiro.

Junto com natação (a exceção que confirma a regra), atletismo, boxe, ginástica, judô e vela foram as seis modalidades que mais ganharam medalhas em Guadalajara. Em 2011, somaram 65 medalhas, sendo 27 douradas. Agora, chegaram apenas a 11 medalhas de ouro e 42 no total.

Desse mesmo lado da gangorra, do que desce, estão triatlo (primeira vez sem medalhas na história), nado sincronizado (primeira vez sem medalhas desde 1999), remo (pior campanha desde 1967, com apenas uma prata), mountain bike e ciclismo de estrada (ambos sem medalha pelo segundo Pan seguido).

No basquete, vôlei, futebol, tênis, no vôlei de praia e nas maratonas aquáticas o Brasil não enviou seus melhores atletas, por motivos variados. Por isso, os resultados ruins nessas modalidades não entram na conta. Golfe e rúgbi feminino estreiam em Toronto. Os demais esportes não são olímpicos.


ANÁLISE DOS QUADROS DE MEDALHAS DOS 3 ÚLTIMOS PAN ( considerando 2007, no Rio; 2011, em Guadalajara e 2015, Toronto)
 
Quadro de Medalhas PAN TORONTO
PAÍS



TOTAL

Estados Unidos
103
81
81
265


Canadá
78
69
70
217


Brasil
41
40
60
141


Cuba
36
27
34
97


Colômbia
27
14
31
72


México
22
30
43
95


Argentina
15
29
31
75


Venezuela
8
22
20
50


Equador
7
9
16
32

10°

Guatemala
6
1
3
10



PAN GUADALAJARA - 2011
País
1 [USA] Estados Unidos
92
79
65
236

2 [CUB] Cuba
58
35
43
136

3 [BRA] Brasil
48
35
58
141

4 [MEX] México
42
41
50
133

5 [CAN] Canadá
30
40
49
119

6 [COL] Colômbia
24
25
35
84

7 [ARG] Argentina
21
19
35
75

8 [VEN] Venezuela
12
27
33
72

9 [DOM] República Dominicana
7
9
17
33

10 [ECU] Equador
7
8
9
24



Medalhas do Pan de 2007- Rio
Países
Descrição: OuroOuro
Descrição: PrataPrata
Descrição: BronzeBronze
Total
1° Estados Unidos
97
88
52
237
2° Cuba
59
35
41
135
3° Brasil
52
40
65
157
4° Canadá
39
43
55
137
5° México
18
24
31
73
6° Colômbia
14
21
13
48
7° Argentina
11
15
33
59
8° Venezuela
10
25
34
69
9° República Dominicana
6
6
17
29
10° Chile
6
5
9
20
 NOTA DO EDITOR
Baseando-nos nos quadro de medalhas dos 3 últimos PAN (embora 1 fosse no Brasil, por isso em referência o Brasil faz-se o estudo nos PAN de 2011 e 2015) 
Primeiro considera-se que o país sede sempre sobe no quadro de medalhas. Vejamos
BRASIL 2007 -  3º lugar - 157 medalhas - 52 o, 40 p e 65 b; 2011 - 3º lugar - 141 - 48o, 35p e 58b e agora em TORONTO - 3º lugar - 141, 41 o, 40 p e 60 b;
CUBA - 2007 ( 2º lugar) - 135 medalhas - 59 o, 35 p e 41 b; 2011( 2º lugar)  -136 medalhas - 58 o, 35 p e 43 b e agora 2015 - 97 medalhas sendo 36 o, 27 p e 34 b;
MÉXICO - 2007 ( 5º lugar)  - Fez 73, 18 o, 24 p e 31 b; 2011 - Guadalajara - ( 3º lugar ) Fez 133, sendo 42 o, 41 p e 50 b e agora 2015 - Ficou em 6º lugar, com 95 medalhas, sendo essas 22 o, 30 p e 43 b;
CANADÁ - 2007 ( 4ºlugar), com 137 medalhas, sendo essas 39 o, 43 p e 55 b; 2011 - Ficou em 5ºlugar, com 30 o, 40 p e 49 b; 2015 - 2ºlugar - com 217 medalhas - sendo 78 o, 69 p e 70 b;
ESTADOS UNIDOS MANTEVE-SE EM PRIMEIRO LUGAR, FAZENDO O TOTAL DE MEDALHAS 2007 - 237; 2011 - 236 E AGORA 2015 - 265
deduções:
1 - Sede sempre levanta a quantidade de medalhas; 2 -Estados Unidos mantem-se na frente e aumenta o seu quadro; 3 - Cuba decresseu , pois perde o segundo lugar para CANADÁ e vem perdendo o número de medalhas; 4 - O México perdeu de posição em 2015 - de 5º  e 4º lugares, em 2007 e 2011 ficou em 6º lugar em 2015. 5) - Em termos sulamericano, a Argentina vem se mantendo em 7ºlugar - nos 2 últimos PAN fez 75 medalhas em cada um.
Quem vem crescendo e a COLOMBIA, em 2007 foi 6ºlugar com 48 medalhas, em 2011 fez 84 medalhas e agora em 2015 fez 72, aumentando as de ouro - 14, 24 e agora 27.
FINALMENTE EM REFERENCIA AO BRASIL, que manteve-se com o mesmo numero de medalhas, perdendo em termos nas de ouros, pois fez em 2011 - 48 e agora 41.
Isso deve ter a manifestação do COB, pois o Brasil vive o ciclo olímpico e está a 1 ANO da RIO 2016. E já há uma justificativa de que em alguns esporte não foi a força máxima do país.

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