segunda-feira, 3 de agosto de 2015

NOSSO BLOG EM PARALELO COM O SITE OLIMPICO COBERTURA RIO 2016, UM ANO ANTES

NOSSO SITE COM A COLUNA OLIMPICA DIRETO DO RIO DE JANEIRO, NO 1 ANO ANTES

 1 ANO ANTES DA RIO 2016:

PALAVRA OLIMPICA
                                                           Clery Quinhones de Lima
  
Clery, ao fundo está o Maria, Lenk, mais à esquerda o PARQUE OLIMPICO 

AVALIAÇÃO DO "TOP TEN" PÓS PAN
E UM ANO DA RIO 2016
(Comentário da Editoria do  direto do Rio de Janeiro, 3 de agosto 2015)
      Amigos estamos na cidade do Rio de Janeiro desde ontem. Estamos hospedados, num lugar privilegiado na residência do amigo, ex-aluno da Escola Coração de Maria, santa-mariense ERASMO RECHIA. Dizemos isso, pois estamos atrás e ao lado dos conjuntos Edifícios BORA BORA, na Avenida em frente do PARQUE OLIMPICO.


        Nossa presença dá continuidade a cobertura da RIO 2016, que fazemos desde agosto de 2013 ( aliás desde o ano 2009, em Compenhaque - Dinamarca, na Assembléia do COI, quando foi anunciado a cidade do Rio de Janeiro como sede, aliás ainda mais cedo, desde 2005, quando se anunciava a pretensão do Rio, ser sede olimpica.)
        Dois fatos nos move para clarear ao nosso ouvinte e leitor: A PASSAGEM DA TOCHA OLIMPICA e a avaliação do COB do “TOP TEN”, pós a realização dos Jogos Desportivos Pan-americanos e faltando 1 ANO para a RIO 2016 ( fizemos um contato com o MARCUS VINICIUS, ele informou que não estaria nesses dias no RIO, não entendi, pois ele é o homem chave deste planejamento e hoje estou publicando no nosso site olímpico, a reprodução do JCRUZ, em seu blog, da entrevista que MARCUS VINICIUS deu a CBN.

      Por que esses dois assuntos? – Sim  a programação da TOCHA OLIMPICA, pois temos o maior interesse, nossa SANTA MARIA está incluída nas 83 cidades e entre as 5 cidade gaúchas e sim o TOP TEN, porque é um proposta arrojada, vir da posição 22 para a 10, quando na última Olimpiada foi a AUSTRÁLIA, com 35 medalhas e o Brasil tem chegar em torno desse número e nós já tivemos um PAN que deveria o Brasil ter feito mais medalhas e 1 ANO só para a OLIMPIADA e queira ou não queira, embora digam que não, certamente a situação financeira do país pode atrapalhar verbas para a infra-estrutura e dinâmica dos JOGOS.

     Não gostei da justificativa do MARCUS que disse que a CUBA fez menos medalhas de ouro do que o Brasil. Desculpa, todo mundo sabe da decadência de CUBA.
    INSTALAÇÕES – Principalmente do PARQUE OLIMPICO, estamos aqui pertinho, as obras estão acelerados, e não haverá problemas, DEODORO também deslanchou.

   PROGRAMAÇAÕ – Hoje, segunda-feira, começamos a nos interar mais sobre tudo da RIO 2016, digo aquilo que é possível, pois deve ter muita coisa nos bastidores, ou se quererem por debaixo dos panos.

    BENÇÃOS – Rogamos a DEUS saúde e discernimento com o abençoar de DEUS em cada passo que dermos aqui no RIO, que abençoe o nosso trabalho, cujo êxito, ganha os  nossos leitores e ouvintes da IMEMBUI. 


                                (CLERY - EDITOR)




As dúvidas sobre o esporte para depois de 2016

José Cruz
Em entrevista à rádio CBN, o superintendente de esportes do COB (Comitê Olímpico do Brasil), Marcus Vinícius Freire (foto), fez um balanço da preparação da equipe nacional, que na próxima quarta-feira estará a um ano da abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016.  Marcus vinicius
A meta, há muito divulgada, é colocar o Brasil entre os 10 primeiros países medalhistas. Precisaremos evoluir 12 posições, saindo do 22º lugar nos Jogos de Londres, com 17 medalhas, quando a Austrália foi décima colocada, com 35 medalhas.
A missão não é fácil, disse Freire. Mas está eufórico a partir dos resultados no Pan-Americano de Toronto, quando o Brasil conquistou, pela primeira vez nos últimos 50 anos, mais medalhas de ouro que Cuba: 41 x 36…
Projeto
Para tentar alcançar a meta, o COB importou 44 técnicos estrangeiros e investe em atletas com potencial de pódio, na ciência do esporte, prevenção de lesões, aumento das equipes multidisciplinares, etc. O governo federal garante a conta, mas o projeto “rumo ao pódio” destoa da realidade nacional para fortalecimento do esporte.
Foram R$ 4 bilhões de verbas públicas que turbinaram a elite do alto rendimento nos últimos quatro anos. Mas são raríssimas as iniciativas de longo prazo nas confederações. E com dúvidas sobre o futuro, porque a crise na economia projeta-nos um panorama suspeito para depois que apagarem a tocha olímpica.
Nos últimos 12 anos de cofre farto não se construiu nada para tentar mudar a estrutura do esporte, que é antiquada e nas mãos de gestores viciados no poder. No Ministério do Esporte sucederam-se quatro políticos leigos no assunto, que transformaram o órgão em cabide de emprego para apadrinhados e desocupados.
Enquanto isso…
Foram esses gestores que colocaram o Estado como o responsável por um segmento da economia – o esporte – que, mundo afora, é espetáculo tratado como negócio lucrativo, business. Em geral, o sistema clube/federação/confederação está superado, e esse atraso contrasta com a modernidade aplicada no planejamento para os Jogos Rio 2016. Em ambos os casos o dinheiro público está garantido, mas, no balanço final, o Tribunal de Contas da União enfrentará, também, um trabalho olímpico…
Foto: esportesolimpicos.ig.com.br

domingo, 2 de agosto de 2015

RIO 2016 - 1 ANO ANTES:
SANTA MARIA JÁ NO RIO DE JANEIRO
 Chegamos ao Rio, nesta tarde de domingo, estamos no apto do ERASMO RECHIA. Essa é o visual do apto. Vimos o PARQUE OLIMPICO.
 Matéria do SITE RIO 2016

Eventos-teste: Estados Unidos, Grã-Bretanha, Espanha, França e África do Sul conquistam classificação no Classificatório Mundial de Triatlo

Parte da série Aquece Rio de eventos-teste para os Jogos Rio 2016, evento classificatório mundial reuniu triatletas de 25 países na Praia de Copacabana em busca da vaga Olímpica

Gwen Jorgensen, dos Estados Unidos, se emociona ao cruzar a linha de chegada em Copacabana   (Foto: Rio 2016/Alexandre Loureiro)
Gwen Jorgensen, dos Estados Unidos, se emociona ao cruzar a linha de chegada em Copacabana (Foto: Rio 2016/Alexandre Loureiro)
Apenas um dia após sediar o Evento Mundial de Paratriatlo 2015, a Praia de Copacabana amanheceu animada, com milhares de cariocas e turistas aguardando a chegada dos triatletas Olímpicos para o primeiro evento-teste do esporte para os Jogos Olímpicos do ano que vem. Mas a prova deste domingo (2) não era apenas um teste para os 150 atletas inscritos na competição. Estavam em disputa nada menos do que seis vagas Olímpicas – três para cada gênero –, o que garantiu aos competidores e público um dia emocionante na praia. Ao fim do dia, Estados Unidos e Grã-Bretanha (este com duas vagas) se garantiam no feminino, enquanto Espanha, França e África do Sul entraram para a lista de classificados no masculino.
As mulheres foram as primeiras a encarar o percurso e, às 9h da manhã, 75 das melhores triatletas de 25 países estavam prontas para dar a largada. Com 1h58min46 de prova, Gwen Jorgensen, dos Estados Unidos, cruzava a linha de chegada, garantindo ao seu país a primeira vaga.
“Estou muito feliz com a perspectiva de voltar aqui no ano que vem. Venho treinando com este objetivo desde Londres 2012 e estou muito ansiosa para o Rio 2016. Agora tenho um ano para me preparar”, comemorou.
Para Jorgensen, a energia do público fez a diferença no evento.
“A atmosfera estava maravilhosa, o público foi incrível e com certeza me impulsionaram durante toda a prova. Senti como se tivesse pessoas me acompanhando durante todo o percurso”, completou.
A Grã-Bretanha, por sua vez, não conquistou o ouro na prova, mas levou para casa ainda mais do que as norte-americanas. Ao cravar o segundo e o terceiro lugar, as britânicas garantiram duas das três vagas em jogo para as mulheres.
“Conseguimos um ótimo pódio hoje. Com certeza, estamos no caminho certo. Foi muito bom ver a Vicky (Holland) junto comigo. Quanto mais meninas classificarmos este ano, melhor preparadas estaremos para os Jogos do ano que vem”, afirmou Non Stanford, que conquistou a prata com uma diferença de apenas 19 segundos da campeã.
British triathlete Non Stanford poses with the Rio 2016 logo
Non Stanford posa com a miniescultura da marca dos Jogos Rio 2016 (Rio 2016/Gaberiela Matos)
“Estar aqui e ver o percurso não tem preço. Demos o nosso melhor e acho que isso nos coloca em um bom ritmo caso estejamos aqui no ano que vem”, completou Vicky Holland, bronze no evento.
Apontadas como favoritas, as medalhistas Olímpicas Lisa Norden, da Suíça, e Erin Densham, da Austrália, desistiram da prova por conta de lesões.
Com as vagas conquistadas no Classificatório Mundial de Triatlo 2015, os países classificados para o triatlo feminino nos Jogos Rio 2016 são: Suíça (1 vaga nos Jogos Europeus Baku 2015); Chile (1 vaga nos Jogos Pan-Americanos Toronto 2015); Estados Unidos (1 vaga no Classificatório Mundial 2015), Grã-Bretanha (2 vagas no Classificatório Mundial 2015) e Brasil (1 vaga como país-sede).

Espanha, França e África do Sul na lista de classificados no masculino
Pouco depois do meio dia, a cena se repetia sob os olhos ávidos de cariocas e turistas na praia. Após se manter entre os primeiros ao longo das três etapas da prova, o tetracampeão mundial e medalhista Olímpico Javier Gomez garantiu para a Espanha a medalha de ouro e a classificação para os Jogos Rio 2016 ao cruzar, com lágrimas nos olhos, a linha de chegada com 1h48min26 de tempo de prova.
Assim como Jorgensen, Gomez ressaltou que o apoio do público na Praia de Copacabana tornou a vitória ainda mais especial.
“O circuito é muito desafiador, em especial a parte do ciclismo. Tivemos o apoio do público, muito animado durante toda a prova. Quero agradecer a todos que vieram assistir. Tornaram a minha vitória ainda mais gratificante. Espero ter o mesmo sucesso no ano que vem”, celebrou o espanhol.
Vincent Luis, da França, cruzou a linha de chegada logo em seguida (apenas 14 segundos após Gomez) e também garantiu uma vaga.
“Foi incrível. Eu estava sob pressao para terminar entre os tres primeiros para os JOgos. Os últimos cinco quilômetros foram difíceis e eu sabia que terceiro seria bom, mas pensei que tinha que conseguir o segundo”, contou o francês.
A terceira classificação foi para a África do Sul, com o bronze de Richard Murray, que tomou a notícia com surpresa.
“Se me dissessem antes que eu conquistaria uma vaga Olímpica, diria que estaria mentindo. Nossa. Me senti bem na bicicleta e não posso estar mais satisfeito com a minha corrida. Amei o percurso, exige força na bicicleta e tem uma das melhores vistas do mundo”, disse.
The podium after the Rio 2016 triathlon test event
Luiz Vincent, Javier Gomez e Richard Murray com suas medalhas conquistadas em Copacabana (Foto: Rio 2016/Alexandre Loureiro)
O forte calor, aliado com o percurso desafiador traçado para os triatletas tornou a prova ainda mais difícil – dos 75 atletas inscritos, apenas 61 completaram a prova. Até mesmo o campeão Olímpico, Alistair Brownlee, da Grã-Bretanha, sentiu na pele os desafios do percurso. Apesar de um começo forte, Brownlee não conseguiu manter o ritmo na corrida e terminou a prova em 10º lugar.
Até o momento, a lista de países garantidos para o triatlo masculino dos Jogos Olímpicos Rio 2016 fica assim: Grã-Bretanha (1 vaga nos Jogos Europeus Baku 2015); México (1 vaga nos Jogos Pan-Americanos Toronto 2015); Espanha (1 vaga no Classificatório Mundial 2015); França (1 vaga no Classificatório Mundial 2015); África do Sul ((1 vaga no Classificatório Mundial 2015); e Brasil (1 vaga como país-sede).

Programação intensa marca a contagem de um ano para os Jogos Olímpicos

Mapa de eventos indica competições com atletas internacionais e maratona cultural com atividades gratuitas em toda a cidade

Celebrações do marco de um ano para os Jogos Olímpicos Rio 2016 terá programação musical e esportiva na cidade  (Foto: Rio 2016/Alex Ferro)
Celebrações do marco de um ano para os Jogos Olímpicos Rio 2016 terá programação musical e esportiva na cidade (Foto: Rio 2016/Alex Ferro)
De 1º a 9 de agosto, o Rio de Janeiro tem uma prévia do agito que tomará conta da cidade durante os Jogos Olímpicos no ano que vem. Uma programação intensa que começa com eventos-teste de três modalidades esportivas e uma cerimônia oficial para celebrar o marco de 1 ano para o Rio 2016, com um show de música inédito. E termina em uma maratona cultural, organizada pela prefeitura do Rio.
     A largada oficial da contagem regressiva de um ano para o Rio 2016 é dada neste primeiro fim de semana de agosto, com duas competições na orla de Copacabana: o Evento Mundial de Paratriatlo, neste sábado (1), e o Qualificatório de Triatlo Olímpico, no domingo (2). As provas fazem parte do calendário de eventos-teste organizados pelo Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016.
     Na quarta-feira (5), na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, se encontra com a presidente Dilma Rousseff, o governador Luiz Fernando Pezão, o prefeito Eduardo Paes e o presidente do Comitê Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, no evento de 1 ano para os Jogos, que terá a presença de representantes de delegações internacionais e uma plateia recheada de atletas medalhistas em edições anteriores dos Jogos. A celebração se encerra com um show, organizado pelo Celebra, programa de Cultura do Comitê Rio 2016. No setlist, nove músicas que contam a história do Rio, interpretadas pelos cantores Diogo Nogueira, Roberta Sá e Zeca Pagodinho.
      No mesmo dia 5, começa o Campeonato Mundial Júnior de Remo, que servirá como evento-teste da modalidade. A partir do dia seguinte, na quinta-feira (6), o Concurso Completo Internacional testa as instalações do Centro Olímpico de Hipismo, em Deodoro.
     Para fechar a programação de 1 ano para os Jogos, a prefeitura do Rio programou a Maratona Cultural Cidade Olímpica, no segundo fim de semana de agosto, em parceria com os governos estadual e federal. Shows, exposições e atividades gratuitas e com preços acessíveis acontecem simultaneamente em diversos teatros, parques, museus e bibliotecas, movimentando toda a cidade. Uma prévia da energia que tomará conta da cidade durante os Jogos em 2016. Confira o Mapa da Programação na página do Celebra.

Nenhum comentário: