terça-feira, 28 de abril de 2015

NOSSO BLOG RECEBE O JORNAL SPP QUE VEICULOU 12 PÁGINAS DO ESPORTE, SAUDE E LAZER










JORNAL SAUDE PELA PRATICA DIVULGA A RIO 2016 DESDE AGOSTO DE 2013
A editoria está veiculando as 12 páginas da edição do mês de maio 2015, que traz um encarte do EVENTO TROFEU CIDADE DE SANTA MARIA, que homenageou MARCUS VINICIUS, integrante da Equipe Técnica do COMITE OLIMPICO DO BRASIL - COB, como o seu responsável pela preparação das equipes brasileiras que vão disputar os JOGOS OLIMPICOS DO RIO 2016.
Estamos também abordando o tema olímpico no editorial e na contra-capa, com a COLUNA PALAVRA OLÍMPICA.
(CLERY - EDITOR)
 
  
 





 

NOSSO BLOG COM O CURSO DE GESTÃO EM ACADEMIAS



CURSO de Gestão em Academias:

PRESIDENTE DO CREF2-RS CONFIRMA
PRESENÇA EM SANTA MARIA

A Coordenação do Curso GESTÃO EM ACADEMIAS, que será realizado nos dias 23 e 24 de maio, na cidade de Santa Maria, através da QUILISPORT/CAEL-SM e UNINGÁ-SM/ELEVA INSTITUTO,  definiu a programação e tem a confirmação da Professora CARMEM ROSANE MAZZON, Presidente do Conselho Regional de Educação Física - CREF2-RS, na Palestra inaugural do CURSO.

PROMOÇÃO: CAEL-SM/QUILISPORT e UNINGÁ-SM/ELEVA; APOIO – CREF2RS, FAMES, PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA MARIA – SMEL, REVISTA EMPRESÁRIO FITNESS, BIOMÉDICA, HOTEL MOROTIN, FIEP-RS, GRADUAL  e EFICAZ ACADEMIAS.
PROGRAMAÇÃO
       Dia 23 – 8h01min – Solenidade de Abertura no auditório da FAMES; 8h30min/9h15min – Palestra de Abertura – Professora CARMEM ROSANE MAZZON, Presidente do CREF2-RS. Tema:“CREF2/RS e o Profissional de Educação Física: Ética, Formação e Atuação Profissional”; 9h20min/10h20min – MESA REDONDA: Prof. SILMAR ZANON – Santa Maria- RS -  FAMES/UNINGÁ-SM – “A Musculação/ Personal Training como disciplinas acadêmicas.”; Prof. ALMIR FACHINATO – São Paulo-SP –“Os cuidados com os aparelhos e equipamentos de uma ACADEMIA.”; Prof. CLERYSTON OLIVEIRA DE LIMA- Santa Maria – RS – EFICAZ ACADEMIAS –“A Administração de uma Academia – Atendimento.” e Prof. SÉRGIO SAVIAN – BIOMÉDICA- “A atuação da Empresa no Mercado de Fitness- Concorrência”; 10h20min – 10h40min – Coffee Break; 10h41min – 11h40min – Retorno dos palestrantes e mais CREF2RS para responder as perguntas dos Participantes;
   
       14h – 18h – Parte Teórica – Prof. ALMIR FACHINATO; Manutenção de Aparelhos e Equipamentos;
       
       Dia 24 – 8h01min – 12h – Parte prática na EFICAZ ACADEMIA, da Rua Silva Jardim – Manutenção de Aparelhos.
INSCRIÇÕES  Poderão ser realizadas pelo site www.iningasm.com.br. Outras informações pelos fones 55 3028 7677 ou 55 99719391

Prof. CLERY QUINHONES DE LIMA
CREF2RS n.0297 – Coord. Geral do Evento


NOSSO BLOG DIVULGANDO A EDUCAÇÃO FÍSICA, ESPORTE E SAÚDE


 De 29 de abril a 2 de maio de 2015

MENSAGEM DA COORDENAÇÃO GERAL

Prezado Encontrista,
fiepsiteA Federação Internacional de Educação Física – FIEP, Delegacia Regional do Piauí, promoverá no período de 29 de Abril a 02 de Maio de 2015, o 10º Encontro Interdisciplinar: descobrindo caminhos através da música, das atividades físicas, recreativas e cognitivas e o X Congresso Piauiense Científico da FIEP, em Teresina-Piauí, Brasil com o Tema: Dez anos contribuindo para a formação, capacitação e Pesquisa numa reflexão para um mercado de trabalho mais consciente.
Na oportunidade estaremos comemorando 10 anos de Congresso FIEP em Teresina-PI, que para todos nós representa a resistência, o compromisso, a durabilidade e a maleabilidade ou resiliência de um grupo de profissionais que durante uma década assumiu um compromisso de buscar o desenvolvimento profissional, conquistar espaço e reconhecimento no mercado de trabalho. É com esse entusiasmo que estamos comemorando nossas Bodas de Estanho, coroados de sucesso, credibilidade, organização, inovação e respeito da comunidade educativa e sociedade em geral. A marca FIEP, Delegacia Regional do Piauí destacou pelo esforço nas seguintes áreas:
- Projeto de Formação de Recursos Humanos através da qualidade dos cursos ofertados com professores e palestrantes renomados. Sessões científicas e apresentações de trabalhos científicos com reconhecimento no ACTAS e ISBN.
- Frequência na atualização e aperfeiçoamento para professores, acadêmicos e interessados.
- Divulgação da Federação Internacional de Educação Física – FIEP, junto a órgãos, instituições e empresas estaduais, nacionais e internacionais, através da presença constante e efetiva em eventos.
Durante o período de 29 de abril a 02 de maio de 2015 a FIEP – Piauí, através de seus delegados e equipe de organização do evento, aguardam sua presença com o objetivo de proporcionar momentos de reflexões, aprendizagens, discussões e pesquisas sobre diversos assuntos ligados à Educação Física, Pedagogia, Educação, Fisioterapia, Turismo, Dança, dentre outros, oportunizando aos professores e participantes a troca de informações, cooperação e integração de conhecimentos.
A FIEP – Delegacia Regional do Piauí, aguarda você que é nosso convidado especial neste evento imprescindível ao seu sucesso profissional e melhoria de qualidade de Educação.
Saudações Fiepianas
Profª Leonor Maria e Silva Palha Dias de Araújo
Delegada Regional da FIEP no Piauí
CREF: 0678-G/PI
APOIO


Rosinha-PA comandando a sua atividade lúdica e motivacional


Cursos, Professores e Conteúdos

Curso 01: Avaliação Física, funcional e Genética aplicado as Academias de Ginástica e Saúde

josE FernandesProf. Dr. JOSÉ FERNANDES FILHO – CREF: 66-G/RJ

  • Professor da Escola de Educação Física e Desporto – UFRJ – RJ
  • Doutor em EDUCAÇÃO FÍSICA – Moscou / Rússia
  • Coordenador do Grupo de Pesquisa em Avaliação e Prescrição de exercícios físicos em Obesidade infantil e adultos – LABIMH – UFRJ
  • Líder do Grupo de Pesquisa LABIMH – UFRJ
  • Editor científico do BUlletin FIEP e  Fitness e Performance Journal
  • Especialização em ADVANCED SCIENCE OF TRAINING  INSTRUCTOR -UNIVERSITY OF MARYLAND / U.S.A
  • Especialização em AVALIAÇÃO MORFO-FUNCIONAL realizado no INSTITUTO ESTATAL DE CULTURA FISICA DA ORDEM DE LENIN na cidade de MOSCOU / RÚSSIA
  • Autor dos Livros:
  • LE Obesidade Mórbida: Avaliação e Prescrição, 2012
  • LE Dermatoglifia no Esporte e na Saúde 2009
  • LE Novas Tendências da Avaliação Física 2010
  • Manual de Antropometria, 2006
  • Atividade Física em Ciências da Saúde, 2005
  • A Prática da Avaliação Física, 2003
  • CD rom de Descoberta de Talentos 2004
  • A Prática da Avaliação Física, 1999
  • Medidas e Avaliação, 1997.
  • Manual de Nutrição e Avaliação Física em Academia de Ginástica,1994
CONTEÚDO:
  1. Oximetria coleta e avaliação.
  2. Dermatoglifia na avaliação da saúde e das qualidades físicas – Aplicação Prática
  3. Teoria e prática de utilização da Bioimpedância e outros aparelhos de estimação da composição corporal
  4. Antropometria: peso, estatura, circunferências e diâmetros.
  5. Composição Corporal: técnicas para a sua determinação (dobras cutâneas, pontos de medidas);
  6. Protocolos e equações para cálculo do percentual de gordura(Dobras Cutâneas e Circunferências) peso da gordura, peso ideal teórico, equações para fracionamento da composição corporal (peso ósseo, peso muscular);
  7. protocolos de teste de VO2 (Banco, Pista, Bicicleta Ergométrica e Esteira Rolante), identificar critérios para a interrupção de um teste de aptidão física e espirômetria;
  8. fundamentos e métodos para o monitoramento da Freqüência Cardíaca e da Pressão Arterial;
  9. Recursos da informática na Avaliação Física.
Obs:Os alunos deverão trazer calculadora científica e roupas de ginástica para aula prática


CURSO 02 – Natação: Os Primeiros Contatos de Bebês e Crianças Pequenas no Meio Líquido

edmeiafiepProfa. Ms. EDMÉIA PACHECO DE OLIVEIRA – CREF: 550 CGMS/MS
  • Graduada pela UFMS
  • Pós-Graduada em Treinamento de Auto Rendimento – GAMA FILHO – RJ
  • Mestre em Pedagogia do Movimento Humano e Lazer – UNIMEP
  • Coordenadora do curso de Educação Física Unigran Capital
  • Conselheira do Cref 11 MS /Mt
  • Conselheira do Conselho Estadual do Idoso de MS
  •  Delegada da FIEP- Federação Internacional de Educação Física
  • Credenciada internacional em Atividades Aquáticas pela AEA
  • PROFESSORA DE ATIVIDADES AQUÁTICAS DESDE 1997
CONTEÚDO:
  • ATIVIDADES AQUÁTICAS PARA BEBÊS
  • ADAPTAÇÃO AO MEIO LÍQUIDO
  • PROPRIEDADES FÍSICAS DO MEIO LÍQUIDO
  • RESPIRAÇÃO AQUÁTICA
  • INICIAÇÃO AS FASES DO DESENVOLVIMENTO AQUÁTICO POR FAIXAS ETÁREAS
  • INICIAÇÃO AOS NADOS:  CRAW,COSTAS , PEITO E BORBOLETA
  • PROPULSÃO DOS NADOS
  • ATIVIDADES RECREATIVAS AQUÁTICAS

 


Curso 03: Avaliação e Prescrição do Exercício para Autonomia e Independencia do Idoso

duplaProf. Ms.FABIANO DE JESUS FURTADO ALMEIDA – CREF: 00657-G/MA
  • Doutorando em Ciências da Saúde-UFMA
  • Mestre em Saúde Materno-Infantil -UFMA
  • Coordenador e Docente do Curso de Educação Física-UNICEUMA
  • Pós-Graduado em Fisiologia do Exercicio- UNIFESP
  • Graduado em Educação Física-UFMA
  • Bacharel em Fisioterapia-UNICEUMA

    Profa. Dra. ANA ARAÚJO FURTADO – CREFITO 10104-MA
  • Doutora em Saúde Coletiva-UFMA
  • Mestre em Saúde Materno-Infantil
  • Coordenadora e Docente do Curso de Terapia Ocupacional
  • Diretora do Serviço de Reabilitação da Secretaria Estadual de Saúde do Maranhão
  • Graduada em Terapia Ocupacional-CEST
  • Graduada em Educação Fisica-UNICEUMA
CONTEÚDO:
  • Envelhecimento e Exercicio
  • Sarcopenia,Densidade Óssea e Exercicio
  • Avaliação e Prescrição do Treinamento de Força para o Idoso
  • Avaliação e Prescrição do Exercicio na Autonomia e Independência do Idoso


Curso 04: Recreação e as Múltiplas Linguagens

1902875_10152091598223681_347137342_nProfª. Esp. ROSA MARIA ALVES DA COSTA – CREF 1150-G/PA
  • Professora de Educação Física. ESEF/PA
  • Especialista em Danças Folclóricas – Facultadade  Castelo Branco – RJ
  • Especialista em Recreação – Recreation-OMNICOM-Toronto-Canadá
  • Especialista em Educação Física Escolar .UNB – Brasilia
  • Delegada e Relações Públicas da FIEP/PA.
  • Professora Sem Fronteiras da FIEP
  • Coordenadora do blog campeão do  premio  TOP FIEP 2010-2011
  • Blog: www.edfisicasemfronteiras.blogspot.com
CONTEÚDO:
  1. Conceituação da recreação e jogos diante da contemporaneidade;
  2. Jogos regionais;
  3. Relação teoria e prática;
  4. Faixa etária e seu desenvolvimento corporal nos jogos
  5. Dinâmicas recreativas em pequeno e grandes espaços corporativos
  6. Jogos cooperativos 

Curso 05: Atividade Física na Infância e adolescência

julimarProf. Dr. JULIMAR LUIZ PEREIRA – CREF 0010/09-PR
  • Professor das disciplinas de Atividades Físicas em Academia, Musculação e Futebol da Graduação e Pós-Graduação em Educação Física da UFPR.
  • Coordenador do Curso de Pós-Graduação em Treinamento Desportivo da UFPR.
  • Doutor e Mestre em Educação Física, área de concentração Fisiologia do Exercício.
  • Especialista em Treinamento Desportivo e Biologia Celular
  • Membro da National Strength and Conditioning Association
CONTEÚDO:
  1. Metabolismo: relações entre anabolismo e catabolismo no tecido muscular e adiposo;
  2. Metabolismo Energético: comportamento das vias energéticas e mecanismos;
  3. Avaliação do Componente Morfológico e de Composição Corporal;
  4. Aspectos do Treinamento Cardiovascular;
  5. Aspectos do Treinamento Neuromuscular: força muscular, flexibilidade, velocidade e potência;
  6. Aspectos Fisiológicos da Iniciação e Especialização Desportiva
  7. Crescimento Físico e suas Relações com o Esforço

CURSO 06 – Educação Física Escolar: Jogando, Brincando e Dançando com Criatividade e Ludicidade

ATT00001Prof. Ms. HANI AWAD – CREF: 4655-G/PR
  • Mestre em Educação (UFU – Universidade Federal de Uberlândia – MG);
  • Especialista em Lazer e Recreação;
  • Graduado em Educação Física (UEM – Universidade Estadual de Maringá);
  • Docente de graduação e Pós-graduação da FAG nos cursos de Educação Física e Pedagogia;
  • Docente Convidado de mais de 15 pós-graduações;
  • Autor do Cd – “Cante, Brinque, Brasil” – Músicas de Aplicação Pedagógica (8ª edição);
  • Autor do livro – “Brinque, Jogue, Cante e Encante com a Recreação” (4ª edição);
  • Autor/organizador do livro “Educação Física Escolar: múltiplos caminhos”;
  • Ministrante de mais de 650 cursos e palestras em eventos de reconhecimento nacional e internacional em 25 Estados brasileiros.
  • Laureado pela Federação Internacional de Educação Física com o Prêmio TOP FIEP Brasil 2006 e 2010 (categoria Professor /Profissional) e 2005 e 2015 na categoria livro.
  • Proprietário da Happy Day – desenvolvimento educacional e empresarial.
CONTEÚDOS
  • Importância da recreação, do lúdico e jogos nas aulas de Educação Física;
  • Atividades e aspectos educativos para o desenvolvimento da Recreação e do lúdico em aulas de Educação Física: Educação Infantil e Ensino Fundamental;
  • Dinamizando as práticas da Educação Física Escolar;
  • Jogos de integração, sociabilização e quebra gelo;
  • Brincadeiras e jogos cantados e suas possibilidades;
  • Dança, ritmo e movimento corporal com materiais alternativos;
  • Jogos pré-desportivos e cooperativos direcionados para esportes coletivos;
  • Jogos de Estafetas – o vai e vem da ludicidade;
  • Pequenos e grandes jogos com e sem materiais;
  • Gincanas Cooperativas: competir e cooperar;
  • Comunicação e expressão lúdico-corporal na Educação Física.

 CURSO 07: Nutrição Desportiva

Sonia
Dra. SONIA MARIA BORDIN –  CRN 8/198 – PR
  • Phd
  • Nutricionista Desportiva CRN 8/198
  • Professor SEM FRONTEIRAS DA FIEP
CONTEÚDO:
  1. Noções dos nutrientes e processo de absorção;
  2. Influencia do horario de atividade e consumo alimentar
  3. Apoio de suplementos em atividades aeróbicas e anaeróbicas
  4. Esquema alimentar em treinamento e competições.
Publico Alvo – Alunos de educação fisica, nutriçao e fisioterapia.


Curso 08: Hidroginástica para Grupos Especiais. Atividades Aquáticas Vencendo Limitações Osteo e Neuro-Musculares

 YULAProfa. Dra. YÚLA PIRES DA SILVEIRA FONTENELE DE MENESES – CREF: 000013-G/PI
  • Doutora em Ciências da Saúde pela UFRN,
  • Professora da UESPI e do Centro Universitário UNINOVAFAPI.
  • Experiência de 18 anos como professora de hidroginástica para adultos e idosos, natação para bebês e idosos.
  • Coordenadora do grupo de pesquisa em educação física “DESENVOLVIMENTO HUMANO, EXERCÍCIO FÍSICO, SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA” com orientações de PIBIC.
Profª Ms. JANE MARIA SILVA CARVALHO – CREF: 000036-G/PI
  • Mestre em Educação Física pela Universidade Católica de Brasília (UCB).
  • Professora do Centro Universitário Uninovafapi;
  • Professora de Educação Física Escolar – Secretaria da Educação do Estado do Piauí.
  • Tem experiência na área de atividades aquáticas, envelhecimento, avaliação da aptidão física e cognição.
  • Coordenadora do Grupo de estudo e pesquisa em desenvolvimento motor humano, exercício físico, saúde e qualidade de vida.
CONTEÚDO: 
  1. FUNDAMENTOS DA HIDROGINÁSTICA E DA NATAÇÃO COMO OPÇÃO NA PRÁTICA DE EXERCÍCIO FÍSICO.
  2. DIAGNÓSTICO DE ARTROSE, ARTRITE, HÉRNIA DISCAL, HIPERTENSÃO ARTERIAL, AVC, ANEURISMA E GESTAÇÃO.
  3. FISIOTERAPIA X EDUCAÇÃO FÍSICA NA REABILITAÇÃO
  4. PROCESSO DE REABILITAÇÃO E OS EXERCÍCIOS MAIS INDICADOS E OS QUE DEVEM SER EVITADOS.
  5. CONDICIONAMENTO FÍSICO SOB DIAGNÓSTICOS DE LIMITAÇÕES ÓSTEO E NEURO MUSCULARES


CURSO 09 – Dança Escolar: O Corpo, O Movimento e a Aprendizagem

curso9Profa. Esp. MANUELA MONTE – CREF: 002284-G/PI
*
Prof. Esp. JOÃO PAULO MELO DE OLIVEIRA (Paulo Beltrão)
  • Artista da Dança há 20 anos;
  • Especialista em Docência do Ensino Superior, pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, da Universidade Estadual do Piauí, 2011;
  • Especialista no Curso de Pós-graduação em Estudos Contemporâneos em Dança, Pela Escola de Dança da Bahia, Universidade Federal da Bahia, 2012;
  • Licenciatura Plena em Educação Física, do Centro de Ciências da Saúde, da Universidade Federal do Piauí, 2007;
  • Professor de Dança da Escola de Dança do Estado Lenir Argento, Secretaria de Educação do Piauí;
  • Professor de Educação Física no município de Cabeceiras do Piauí – Pi;
  • Tem experiência em Dança Clássica, Dança Contemporânea e Danças Populares.

CONTEÚDO:
  • Importância da Dança, do Corpo e do Movimento na aprendizagem escolar, dentro das aulas de Educação Física;
  • Compreender a linguagem da dança na escola.
  • Propiciar um maior conhecimento do corpo e do movimento por meio do dançar, descobrindo o Potencial criativo e inventido dos educandos nas aulas de Dança;
  • Proporcionar a integração entre as pessoas, da criatividade e da expressão corporal;
  • Oferecer subsídios práticos e teóricos para que o profissional possa refletir e usar alguns elementos da linguagem da dança junto às crianças no ensino fundamental.
  • Criação de Danças e Coreografias a partir da experiência com os educandos;
  • Danças populares.


Curso 10: Crescimento muscular: Papel no treinamento de força e da nutrição esportivaMOISES-FRANCISCO

Prof. Dr. FRANCISCO LEONARDO TORRES LEAL
  • Doutor em Fisiologia Humana pela Universidade de São Paulo (USP).
  • Mestre em Nutrição Humana Aplicada pela Universidade de São Paulo (USP).
  • Especialista em Treinamento Físico Desportivo – UFPI
  • Graduação em Licenciatura Plena Em Educação Física – UFPI.
  • Coordenador do Grupo de Pesquisa em Doenças Metabólicas,
  • Exercício e Nutrição – DOMEN Membro do Laboratório de Metabolismo, Exercício e Trato Gastrintestinal;
  • Prof. e Orientador do Mestrado em Farmacologia – UFPI;
  • Prof. e Orientador do Mestrado em Alimentos e Nutrição – UFPI;
  • Prof. Adjunto do Departamento de Biofísica e Fisiologia;
CONTEÚDO:
  • Mecanismos Moleculares do Crescimento Muscular;
  • Inflamação, Dor e Crescimento Muscular;
  • Oclusão Vascular e Hipertrofia; “Vias Envolvidas no Crescimento Muscular”.
  • Aula Prática.
Prof. Dr. MOISÉS TOLENTINO BENTO DA SILVA
  • Pós-Doutor em Exercício e Trato Gastrintestinal – INCT-IBISAB/UFC
  • Doutor em Farmacologia pela Faculdade de Medicina – UFC.
  • Mestre em Farmacologia pela Faculdade de Medicina – UFC.
  • Especialista em Treinamento Físico Desportivo – UFPI
  • Graduação em Licenciatura Plena Em Educação Física – UFPI.
  • Coordenador do Laboratório de Metabolismo, Exercício e Trato Gastrintestinal;
  • Membro do Grupo de Pesquisa em Doenças Metabólicas, Exercício e Nutrição – DOMEN;
  • Prof. e Orientador do Mestrado em Farmacologia – UFPI;
  • Prof. e Orientador do Mestrado em Alimentos e Nutrição – UFPI;
  • Prof. Adjunto do Departamento de Educação Física – UFPI;
CONTEÚDO: 
  • Regulação nutricional do crescimento muscular;
  • Regulação nutricional da síntese proteica muscular associada ao treinamento de força
  • Resposta do musculo esquelético ao balanço energético negativo: efeito da dieta hiperproteica.
  • Treinamento aeróbico e dieta hiperproteica.

CURSO 11: “Rítmos Total”: Um Jeito Diferente para Dançar em Academias

FERNANDOProf. Esp. FERNANDO SARAIVA- CREF: 2582/RS
  • Especialista em dança
  • Palestrante Congresso Mundial de Educação Física edição 2000/2013
  • Diretor de Artes da FIEP-RS
  • Coordenador Pedagógico da Convenção de Rítmos do ENAPEF( Encontro nacional de Professores de Educação Física do RS
  • Prof. KUROTEL CLÍNICA & SPA
  • Prof. da SOGIPA em Porto Alegre-RS
CONTEÚDO:
  • INICIAÇÃO AO MOVIMENTO:Técnicas de improviso proporcionando ao aluno iniciante/tímido sua sociabilização em grupo
  • AQUECIMENTO (rítmos populares)
  • DESLOCAMENTOS , DANÇAS DAS MÍDIAS
  • ESTRATÉGIA DE DANÇA
  • CONCIÊNCIA CORPORAL, INFLUÊNCIA DA MÚSICA: como agradar grupos  heterogêneos musicalmente falando nos gêneros clássicos e populares, remixado e mixados.

 CURSO 12: Metodologia de Ensino Básica ao Badminton Moderno

normaBadmintonProfa. Esp. NORMA TEOTONIO RODRIGUES – CREF: 1881-G/PI
  • Curso Gestão Estratégica Esportiva –COB -2014
  • Curso Multidisciplinar de Técnicos (Comitê Olímpico Brasileiro – COB) (Comitê Olímpico Internacional – COI) Rio de Janeiro 2014
  • Curso de Badminton Internacional-Malásia 2011
  • Curso de Badminton PAN AMERICANO – SP-2010 e 2011
  • Curso de Badminton PAN AMERICANO- Peru 2012
  • Curso de Badminton PAN AMERICANO –Jamaica 2011
  • Cursos:Curso de Badminton PAN AMERICANO-México 2009
  • Especialista em Pilates pela METACORPUS-RJ – 2007
  • Especialização: Treinamento Desportivo pela Universidade Estadual do Ceará – 2010
  • Graduação: Educação Física, formada pela Universidade Estadual do Piauí – 2005
CONTEÚDO 
  • História, Evolução (resultados) e Tendências: no mundo, no Brasil – organização
  • Regras básicas, conduta do técnico e jogador
  • Métodos de Ensino– métodos mais utilizados no badminton
  • Noções de Desenvolvimento e Aprendizagem Motora
  • Noções de Treinamento:
  • Conhecimento do material e espaço (redes, postes, quadras, raquetes, petecas)
    • Fundamentos técnicos:
    •  empunhadura
    •  golpes
    •  serviço
    • pontuação e regras
    • ética e postura (vestimenta, apresentação)

Curso 13: Obesidade e Emagrecimento

jose e soniaProf. Dr. JOSÉ FERNANDES FILHO - CREF: 66-G/RJ
CONTEÚDO:
  1. Contextualização do Obeso e Obeso Mórbido ou Severo
  2. Obesidade Mórbida e Grupo Multidisciplinar
  3. Exercícios Físicos pré e pós cirurgia de redução de estômago.
  4. Tipos de instrumentos para Avaliação e Prescrição do Exercício Físico para Obesos e obesos Mórbidos.
Dra. SÔNIA MARIA BORDIN  - CRN 8/198 – PR
CONTEÚDO:
  1. Mitos e verdades sobre obesidade
  2. Nutrição aplicada ao emagrecimento
  3. Consumo alimentar em um programa de emagrecimento
  4. Novas estratégias para organização de uma dieta para emagrecimento
  5. Suplementos, ergogênicos, remédios entre outros como auxiliares ao emagrecimento
  6. Recomendações nutricionais prescritas dentro e fora de academias

CURSO 14 – A Prática de LIBRAS-Língua Brasileira de Sinais na Atualidade Profissional


ESTELIOProf. Ms. ESTÉLIO SILVA BARBOSA – PI
  • Formado em Teologia pelo INTA, Pedagogia pela FLATED.
  • Especialista em Educação Especial (UESPI)
  • Língua Brasileira de Sinais-LIBRAS(IFPI.
  • Docência do Ensino Superior (FATEPI).
  • Metodologia do Ensino (ISEPRO)
  • Psicopedagogia Clínica e Intitucional (ISEPRO).
  • Mestre em Ciências da Educação pela Universidade Tecnológica Intercontinental – UTIC-Assunción-PY.
  • Doutorando em Ciências da Educação pela pela Universidade Tecnológica Intercontinental – UTIC-Assunción-PY.
  • Multiplicador de formação profissional na área Surdo-Cegueira e deficiências múltiplas (GRUPO BRASIL-MEC).
  • Coordenador e Professor conteúdista da disciplina de LIBRAS pela UAPI-UFPI.
  • Desenvolve pesquisa na área da Educação de pessoas com necessidades especiais,LIBRAS, Metodologia Científica e formação de professores. Possui diversas publicações científica, a nível local, nacional e internacional, inclusive dois livros: Língua Brasileira de Sinais LIBRAS( Lançado pela UFPI CEAD – CAPES )Libras aspectos introdutórios – (UFPI – SEBRAE) .
CONTEÚDO
  • Sinais voltados para o desporte e área da educação física
  • O Sinal e seus Parâmetros
  • Sinais voltados para o desporte
  • Os Processos de Formação de Palavras na LIBRAS
  • Estrutura gramatical da LIBRAS
  • Tipos de Frases na LIBRAS
  • Dialogo em LIBRAS


CURSO 15 – Doping no Esporte


prof marcos.jpgProf. Dr. MARCOS ANTONIO PEREIRA DOS SANTOS – CREF:
  • Graduado em Educação Física pela UFPI
  • Dr. em Biotecnologia;
  • Professor de Fisiologia da UFPI
  • Membro do controle de dopagem da CBF

CONTEÚDO
  • Evidencias cientificas relacionadas ao Doping e ao controle anti-doping:
  • Histórico:
    • Prevalência do uso de substancias proibidas
    • Classe de sustâncias proibidas da WADA
    • Testes de controle
    • Passaporte biológico
  • Efeitos ergogênicos e adversos do uso de:
    • Esteroides anabolizantes
    • GH
    • Eritropoetina
    • Diurético
    • Anti-estrogênicos
    • Estimulantes;
    • Suplementos e contaminação por substancias proibidas


SAUDE PELA PRATICA COM O SITE OLIMPICO RIO 2016

  NOSSO BLOG EM PARALELO COM O SITE OLIMPICO, recebe algumas reportagens da RIO 2016.

Boa Leitura ( O EDITOR)

NOSSO SITE OLIMPICO JÁ HAVIA CONFIRMADO DE QUE VERBAS CONTINUARIAM SER LIBERADAS


Apesar do aperto na economia, Governo mantém liberações para Jogos Rio 2016

José Cruz
Mesmo diante da crise econômica, com restrições de crédito, cortes orçamentários, limitações de gastos públicos que repercutem em projetos sociais, educacionais e de saúde, o governo federal não tem como escapar das despesas dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016. Na Educação, os investimentos caem 30%, em 2015, informa a Associação Contas Abertas. Mas o compromisso olímpico é inadiável, e o cronograma de desembolso precisa ser cumprido, sob pena de vexame internacional.
Só o Ministério do Esporte comprometerá R$ 915 milhões de seu orçamento, entre 2013 e 2016, para as obras dos ginásios e instalações esportivas.  Nos últimos dois anos, foram repassados R$ 70 milhões para a prefeitura do Rio de Janeiro. As principais liberações ocorreram nos primeiros quatro meses de 2015.      Deodoro
No complexo esportivo de Deodoro (foto), a previsão é investir R$ 302,4 milhões. Nessa área serão disputadas 11 modalidades, entre elas o basquete, o hipismo, mountain bike, pentatlo moderno, tiro esportivo, além de quatro esportes paraolímpicos.
Confederações
Também de seu orçamento, o Ministério do Esporte destinou R$ 24 milhões para cinco confederações, nestes quatro primeiros meses de 2015, com destaque para a de Judô, patrocinada pela Infraero, que recebeu R$ 10,8 milhões.
É importante lembrar que até 30% dos convênios para as confederações podem ser aplicados em “gestão e administração”, na maioria dos casos exercida por empresas particulares “especializadas”, o que demonstra a fragilidade da estrutura do nosso sistema esportivo.
      DESTINAÇÃO         2015 / R$
Confederação de Judô         10.899.161,00
Conf. Hóquei sobre Grama          4.901.295,00
Conf. Desportos Aquáticos          4.169.251,00
Conf. Tiro Esportivo          3.374.302,00
Conf. Lutas Associadas          1.357.827,00
       SUB-TOTAL       24.701.836,00
Obras Rio 2016 (1)        70.411.655,00
 Extra Jogos Rio 2016
Conf. Desportos na Neve          3.313.000,00
       TOTAL GERAL    107.327.871,00
(1) Inclusive liberações de 2014

domingo, 26 de abril de 2015

NOSSO SITE OLIMPICO COM JCRUZ, UMA PARCERIA AUTORIZADA E QUALIFICADA

A “Teoria do Tostines”, Lulu Santos e o esporte brasileiro

José Cruz
o

Ricardo Cabral
Professor de Educação Física da UERJ e gerente de Polo Aquático da CBDA
Não me recordo se foi no final dos anos 80 ou início dos anos 90,  a campanha publicitária do biscoito Tostines suscitou  reflexões no campo da sociologia, da psicologia,  da comunicação, ente outras.
Para quem não lembra, era aquela  questão: “O biscoito Tostines vendia mais porque estava sempre fresquinho ou estava sempre fresquinho porque vendia mais”?
Levando a “teoria”  para a nossa realidade esportiva, às vésperas dos Jogos Olímpicos de Rio 2016, podemos perguntar: o Brasil (no caso específico, a cidade do Rio de Janeiro) sediará os Jogos por ser uma nação esportiva ou passará a ser uma nação esportiva após os Jogos Olímpicos?
psicologia-do-esporte Afinal, o que significa ser uma “nação esportiva”?
De uma forma simples, podemos dizer que seria um país que democratizasse verdadeiramente o esporte em suas diferentes áreas de manifestação (formação, lazer e alto rendimento),  dando oportunidades de práticas através de políticas públicas eficazes.
Costumo, de forma resumida, mas bem explicativa, definir que “política pública” é o Estado Ação. Em outras palavras, o que fez ou o que faz o Estado para garantir a prática esportiva para uma população ativa, principalmente, de crianças e jovens?
Apesar das críticas que fazemos aos poucos avanços e conquistas nesta área, não podemos deixar de reconhecer alguns progressos.
Hoje, temos um Ministério específico, coisa que em  décadas passadas não existia, quando o esporte era atrelado a outras áreas. Pasmem! Até ao Turismo já foi vinculado!  Mesmo assim, ainda acho muito pouco, para quem vai sediar o maior evento esportivo do planeta.
Verbas  por  vezes mal aplicadas, distribuição focando praticamente no alto rendimento, ausência de políticas efetivas de esporte de formação, ausência de conexão entre a base, detecção de talentos e o alto rendimento, Cursos de Educação Física que passaram a relegar o esporte a segundo plano, ausência de gestores que conhecem efetivamente o esporte e suas necessidades, estão entre algumas de nossas necessidades esportivas mal atendidas.
No alto rendimento, no qual trabalho, também, de forma direta, as Leis de Incentivo, os Convênios, os patrocínios das Estatais, a Lei Agnelo Piva/COB, contribuíram de forma efetiva para uma melhora no quadro. Mas, também, ainda muito pouco. Vivemos num castelo de areia, que a qualquer momento pode ruir.
Voltando à “Teoria do Tostines” para tentar explicar a relação de sermos uma Nação Esportiva para sediar os Jogos ou sediar os Jogos para nos tornarmos uma Nação Esportiva: infelizmente, minha percepção é a de que nem um nem outro.
Não fizemos por merecer sediarmos os Jogos por não sermos uma Nação Esportiva. E não seremos (espero estar errado) uma Nação Esportiva após sediarmos os Jogos do Rio 2016.  Continuaremos com ações isoladas, umas eficazes, outras não.
Projetando para o pós-Jogos, me veio à cabeça a música do Lulu Santos: “Não vou dizer que foi ruim, também não foi tão bom assim…”
 NOTA DO EDITOR
Alguém deva estar comentando que o CLERY é um repassador de matérias do JCRUZ. É verdade tem várias, é porque o JCRUZ é meu colega, amigo e me autorizou isso ( independente de ser pública a sua coluna e nós com justiça, sempre fazemos menção a origem de nossas informações) ainda mais que estamos publicando ao nosso leitor, matérias investigativas de um jornalsita competente que vive este tipo de jornalismo.
MAS também, rarmente deixamos de comentar, porque conhecemos a área e neste caso, eu particularmente, estou mais crente do que o JCRUZ, acredito do avanço do BRASIl, quer com a contratação de técnicos estrangeiros, dirigentes e atletas, mas todos os países fazem. Claro que o JCRUZ tem muita razão quando ele berra  ( posso dizer assim ele é gaúcho) na falta do esporte escolar, mais atenção ao esporte comunitário, leis que sejam cumprida para essas melhorias. Ok, meu amigo JCRUZ e nosso leitor, voce merecia uma explicação.
(CLERY - EDITOR)

sábado, 25 de abril de 2015

NOSSO SITE OLIMPICO COM JCRUZ - UMA ENTRADA PELA PORTA DOS FUNDOS

Taekwondo e o jogo do vale tudo para se dar bem no esporte olímpico

José Cruz

sexta-feira, 24 de abril de 2015

NOSSO SITE OLIMPICO com a polêmica da ANA MOSER NA APO


sexta-feira, 24 de abril de 2015
16:12 \ Esportes

Ana Moser fora

Ana Moser: nomeação subiu no telhado
Ana Moser: nomeação subiu no telhado
        Chegou às mãos de Dilma Rousseff esta semana um e-mail decisivo para o governo desistir de indicar Ana Moser para o comando da Autoridade Pública Olímpica. Na mensagem enviada para membros do Comitê Olímpico Internacional em 2009, repleta de erros de inglês, a ex-atleta desceu a borduna na candidatura do Rio de Janeiro para a Olimpíada.
        Escreveu Ana Moser:
- Rio de Janeiro e no Brasil não estão prontos para organizar a Olimpíadas de 2016. A maioria do nosso povo discorda enormemente desta aventura de poucos. Isso porque , como aconteceu em 2007 nos Jogos Pan-Americanos , o governo federal vai pagar por isso, em vez de investir em esportes no geral. Não temos Educação Física nas escolas, não temos programas de esportes para os jovens, e nem mesmo para os atletas mais velhos. Nem mesmo em esportes que o Brasil acumulou algumas medalhas nos últimos Jogos. Essas medalhas são resultado de esforços pessoais e de sorte. Assim, não dê ao Brasil o seu voto. Ajude-nos a construir um novo país, como já está acontecendo. Não permita que aqueles poucos milionários do COB fiquem mais ricos enquanto o nosso povo não ganha nada.
Resta saber qual será a próxima invenção do governo para a APO. Por lá já passaram Márcio Fortes e o general Fernando Azevedo e Silva. Além de Ana Moser, o governo chegou a cogitar para o posto Edinho Silva, hoje o comandante da Secom do governo Dilma.
A campanha de Ana Moser contra a Olimpíada em 2009
A campanha de Ana Moser contra a Olimpíada em 2009
NOTA DO EDITOR
Estamos divulgando a presente reportagem, mas ainda sem confirmação, pois é muito milindroso a história dizer que teve tal correspondência. Farei contato com o JCRUZ para saber da veracidade de tal. (CLERY - EDITOR)

PS - JCRUZ CONFIRMA: " Ela foi convidada e estava negociando. A correspondência é real. ela disse isso mesmo"

NOSSO SITE OLIMPICO COM O HANDEBOL BRASILEIRO


Torneio na Polônia será importante teste para Seleção Masculina de Handebol

Técnico Jordi Ribera irá reunir 17 atletas para enfrentar equipe da casa, Romênia e Egito na próxima semana
Masculino quer seguir o caminho da Feminino
      Santo André (SP) - Neste sábado (25), a Seleção Masculina de Handebol embarca com destino à Polônia, onde irá disputar um torneio amistoso importante para a preparação da equipe, de olho nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, no mês de julho. Com um grupo em parte renovado, o técnico Jordi Ribera tem pela frente bons testes contra a Seleção da casa, a Romênia e o Egito. Este é o primeiro compromisso do Brasil após a disputa do Mundial do Qatar, quando a equipe fez bonito diante de grandes potências da modalidade.

No dia 1º, os brasileiros jogam com o Egito, no dia 2 será a vez de enfrentar a Romênia, e por fim, no dia 3, os adversários serão os poloneses. Nos primeiros dois dias, as partidas serão disputadas na cidade de Cracóvia e, no último, em Katowice.

Para Jordi, fazer jogos contra estas três Seleções irá contribuir muito para a preparação. "Como sempre, será uma experiência importante. Todos os participantes do torneio são muito bons. A Polônia conseguiu a medalha de bronze no último Mundial, o Egito teve placares bastante igualados contra equipes importantes no Qatar, e a Romênia também vem bem forte."

O treinador convocou um grupo mesclado, com alguns atletas experientes e outros jovens, como sempre, pensando também na renovação da equipe. "Será bom ter alguns atletas jovens entre os convocados, pois além dos Jogos Pan-Americanos, teremos ainda o Mundial Júnior em julho. Decidimos dar um descanso a alguns jogadores que estiveram no Mundial em janeiro para que eles estejam bem em Toronto", explicou o espanhol.

Jordi faz questão de lembrar que esta fase é uma continuidade de tudo que tem sido feito nos últimos anos e que vem rendendo frutos nas atuações da Seleção. "Vamos procurar seguir a mesma linha com a qual temos trabalhado e que tem nos dado bons resultados", finalizou.

Depois do torneio da Polônia, os atletas retornam para os clubes e voltam a se reunir em junho no Brasil para treinamentos.

Programação
*horário de Brasília

Sexta-feira (1º)
12h30 - Brasil x Egito
15h - Polônia x Romênia

Sábado (2)
12h30 - Romênia x Brasil
15h - Polônia x Egito

Domingo (3)
9h30 - Egito x Romênia
12h - Polônia x Brasil

Seleção Masculina de Handebol

Goleiros - César Augusto Oliveira de Almeida (BM Guadalajara-Espanha), Luiz Ricardo Miles do Nascimento (TCC/Unitau/Fecomerciários/Taubaté-SP) e Maik Ferreira dos Santos (TCC/Unitau/Fecomerciários/Taubaté-SP).

Armadores - Guilherme Valadão Gama (BM Granollers-Espanha), José Guilherme de Toledo (BM Granollers-Espanha), Leonardo Felipe Sampaio Santos (EC Pinheiros-SP), Oswaldo Maestro Guimarães (BM Villa de Aranda-Espanha) e Thiagus Petrus Gonçalves dos Santos (Naturhouse La Rioja-Espanha).

Centrais - Acácio Marques Moreira Filho (Metodista/São Bernardo-SP), Henrique Selicani Teixeira (TCC/Unitau/Fecomerciários/Taubaté-SP) e João Pedro Francisco da Silva (Ademar León-Espanha).

Pontas - Claryston David Cordeiro Novais (FAB/Vila Olímpica Manoel Tubino-RJ), Fábio Rocha Chiuffa (BM Guadalajara-Espanha), Felipe Borges Dutra Ribeiro (Montpellier Agglomération-França) e Wesley Freitas (FC do Porto-Portugal).

Pivôs - Alexandro Pozzer (BM Guadalajara-Espanha) e Rogério Moraes Ferreira (FAB/Vila Olímpica Manoel Tubino-RJ).

Comissão técnica

Técnico: Jordi Ribera
Supervisor: Cássio Marques
Assistente técnico: Washington Nunes
Médico: Gustavo Rocha Santos
Preparador físico: Luiz Antônio Luisi Turisco
Fisioterapeuta: Arédio Gertrudes Neto
Psicóloga: Anahy Couto
Nutricionista: Larissa Aguiar

quinta-feira, 23 de abril de 2015

NOSSO SITE OLIMPICO E A LEI DE INCENTIVO AO ESPORTE NO BRASIL.

Lei de Incentivo ao Esporte captou apenas R$ 1 de cada R$ 4 aprovados para projetos

23 de abril de 2015 Dyelle Menezes
A Lei de Incentivo ao Esporte, desde 2007, permite o financiamento de projetos esportivos. Ao longo dos últimos oito anos, R$ 4,2 bilhões foram aprovados para incentivos fiscais das iniciativas. No entanto, apenas R$ 1,4 bilhão foi efetivamente captado pelos proponentes no período. Isso quer dizer que a cada R$ 4,00 autorizado para promoção de projetos, apenas R$ 1,00 chegou às iniciativas.
A legislação determina que pessoas físicas podem doar até 6% do valor de seu Imposto de Renda a projetos aprovados pelo governo. Já empresas, 1% do mesmo imposto cobrado com base em seu lucro real.
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      Apesar da distância entre o valor aprovado e o captado, o Ministério do Esporte avalia os dados como positivos. “Desde 2007, há um crescimento dos valores captados, assim como do número de proponentes. Há potencial para crescer ainda mais”, explicou a Pasta.
     O Ministério defendeu que a Lei de Incentivo tornou-se fundamental na política pública de esporte. “Ela é uma das quatro fontes de financiamento a atletas, clubes e organizações esportivas, que ajudaram a erguer o arcabouço esportivo nos últimos 12 anos, desde a criação do Ministério do Esporte”.
Para o consultor legislativo do Senado Federal, Alexandre Guimarães, a baixa arrecadação é consequência de falhas da própria lei. O especialista destaca que a legislação, inicialmente, foi aprovada nos moldes da Lei Rouanet, da cultura, com 4% de incentivo para pessoas jurídicas. No entanto, logo em seguida, uma medida provisória baixou para 1% do valor.

“Isso desestimula os investidores quando os projetos buscam apoio. As empresas preferem um programa cultural, logicamente, porque agem de modo econômico. A gente vê que a cultura teve crescimento de apoio muito forte. São duas áreas importantes e que poderiam tranquilamente viver com os 4% porque não tiraria verba da cultura e traria mais verba para o esporte”, explica.
O consultor também destacou que a lei precisaria ajustar a prestação de contas das entidades beneficiadas e a transparência dos projetos. “Não há sentido em esconder o projeto. Mais do que dizer que o projeto é bom, é preciso mostrar contrapartida, com resultados qualitativos e quantitativos. Mostrar metas e objetivos, itens de longo prazo, que não é pensado no Brasil. É um meio da sociedade descobrir o que está sendo realizado”, explica.
Em razão das falhas, a captação da Lei de Incentivo ao Esporte concentrou verbas na categoria “rendimento”, que objetiva resultados, segue regras formais, nacionais e internacionais. Destaca-se nessa manifestação a presença do atleta ou do atleta em formação.
De acordo com o próprio Ministério do Esporte, os eventos de alto rendimento propiciam maior visibilidade às marcas, daí serem mais procurados. Cerca de R$ 2,9 bilhões foram aprovados para captação dessa manifestação desportiva, enquanto as categorias desporto de participação (esporte como lazer) e educacionais (esporte como instrumento auxiliar no processo educacional) ficaram para trás.
“Nos últimos anos, temos notado que a formação de novos atletas de alta performance estimulam a prática da modalidade na base. O que é considerado satisfatório pelo Ministério, mesmo se constatando que a prática na base ainda precisa de mais estímulo”, afirma a Pasta.
Para o jornalista José Cruz, especialista na cobertura política e econômica do esporte, o fato da lei não visar, prioritariamente, a formação de atletas, mas a aprovação de projetos de alto rendimento e voltados para competidores já consagrados, é um problema. “O grande objetivo, que seria a implantação de esporte no contra turno escolar, não é incentivado”, aponta.
Além disso, Cruz destaca que não há interesse de patrocinadores em projetos sem visibilidade na mídia. “Poucas são as empresas que tem possibilidade de patrocinar, e, essas, temem ficar expostas ao rigor do fisco”, explica. Dos R$ 1,4 bilhão captado por meio da Lei, R$ 1,3 bilhão foi doado por empresas e R$ 22 milhões por pessoas físicas.
Sudeste lidera captação de recursos
De acordo com balanço divulgado pelo Ministério do Esporte, 81% do valor captado pela Lei está concentrado na região Sudeste. A região Sul ocupou a segunda colocação nesse quesito e foi responsável por 12% do valor captado pelos projetos. As regiões Centro-Oeste e Nordeste representam 3%, cada, dos recursos doados. A Região Norte é responsável por apenas 1% do valor captado.
“Contrarrevolução” no esporte
De acordo com o estudo “A Lei De Incentivo Fiscal e o (Não) Direito Ao Esporte No Brasil”, a concentração de recursos no esporte de rendimento e a centralização em algumas regiões, assim como em modalidades esportivas e entidades específicas, pouco contribuiu para a democratização da prática social do esporte.
Segundo as conclusões de Wagner Barbosa Matias, Pedro Fernando Athayde, Edson Marcelo Húngaro e Fernando Mascarenhas, autores do estudo, a renúncia fiscal para o esporte não significa a “segunda revolução” para o setor, como disse o ex-Ministro do Esporte Agnelo Queiroz, mas se caracteriza, em verdade, como uma “contrarrevolução”, pois, em sua essência, diminui a presença do Estado no desenvolvimento de políticas públicas e, na sua execução, amplia os recursos para os atores que historicamente são privilegiados pelo Estado.
“As escolhas das empresas e das pessoas físicas se pautam não pelo interesse coletivo, mas individual. A preocupação é com a ampliação do capital econômico e não com o atendimento das necessidades da população de acesso aos bens esportivos. O que é coerente com a lógica das leis de incentivo, afinal, quem define as prioridades não é o Estado, ainda que o recurso utilizado seja público, a deliberação e as escolhas são de responsabilidade das empresas”, explica.
Polêmicas
Ao longo dos anos, a Lei de Incentivo ao Esporte aprovou projetos que geraram polêmica. Em 2009, o evento de hipismo Athina Onassis Horse Show, anualmente realizado no Brasil, contava com verbas da Lei de Incentivo ao Esporte. O valor aprovado foi em torno de R$ 6,5 milhões, mas o captado ficou em R$ 4,8 milhões.
Os recursos públicos para incentivar o desenvolvimento do esporte destinou-se à bolsa promocional-esportiva de uma das mais ricas herdeiras do mundo, Athina Onassis. O projeto, apresentado pela Federação Paulista de Hipismo, justificava que o dinheiro serviria para o “desenvolvimento do hipismo brasileiro”.
Em 2012, além de financiar a escola de pilotos do comentarista Galvão Bueno, a Lei de Incentivo ao Esporte tem outro famoso na lista dos beneficiados por dinheiro público no automobilismo de competição: Emerson Fittipaldi. No ano anterior, o Ministério do Esporte aprovou projeto de R$ 1 milhão para o “Programa de Formação do Piloto Pietro Fittipaldi, na Fórmula Nascar”.
Recentemente, quem conseguiu apoio da legislação foi Neymar Jr, jogador da seleção brasileira e do Barcelona. O Instituto Projeto Neymar Jr, projeto social do craque, foi autorizado a captar até R$ 3,091 milhões em dinheiro de tributos para que possa oferecer atividades esportivas a crianças de Praia Grande, na Baixada Santista.
A autorização para que os projetos possam captar recursos pela Lei é concedida por comissão e oficializada pelo Ministério do Esporte. A aprovação e publicação de um projeto pelo Departamento de Incentivo ao Esporte no Diário Oficial da União formaliza a chancela concedida pela Comissão Técnica da Lei de Incentivo ao Esporte.
Os dados comprovam, o que temos dito, ao longo de nossas participações em referência a LEI, pois é burocrática e foi feita para os grandes. E mais quem vai doar o seu IR, tendo que pagar antes de deduzir o valor?
(CLERY- EDITOR) 

NOSSO SITE OLIMPICO COM O BLOG DO JCRUZ




Lei Piva: CBDE quer ser gestora de sua verba, sem a interferência do COB

José Cruz

O presidente da Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE), Antônio Hora Filho, quer revisar a Lei Piva, a fim de que os recursos das loterias federais sejam repassados diretamente à instituição que dirige, sem transitar pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro). A CBDE dispõe de 10% dos recursos da Lei Piva, operados pelo COB. Isso representou R$ 15 milhões, em 2012;  R$ 16 milhões em 2013, e R$ 22 milhões, em 2014.
“Entendemos que o dinheiro do esporte educacional não deveria estar indo para o COB, por que os conceitos são distintos. Se o COB tem uma meta para as olimpíadas de 2016, fica claro que o comitê está em busca de rendimentos; no desporto escolar devemos privilegiar a educação, e não o rendimento”, disse o dirigente, em audiência pública na Comissão de Esporte da Câmara dos Deputados.JEBS
      Já o presidente da CBDU (Confederação Brasileira de Desporto Universitário), Luciano Cabral, está satisfeito com a parceria com o COB, que reserva 5% do que recebe das loteias.  “Se o dinheiro vier direto, ficará mais confortável operá-lo, mas não fará muita diferença. Prefiro deixar como está”, disse Cabral.
Realidade
     A Lei Piva destina 2% do que arrecada para a COB e CPB (Comitê Paraolímpico Brasileiro). Do que recebem, COB e CPB devem aplicar 5% no desporto universitário e 10% no escolar.
     Quando a lei foi sancionada, em 2001, a CBDE e a CBDU estavam inadimplentes, ficando o COB como guardião dos recursos a elas destinados. Depois, se esperou três anos pela regulamentação da lei, acumulando bom saldo bancário. Isso coincidiu com um ano em que o Ministério da Educação não realizou os Jogos Escolares por falta de recursos. Para evitar novo furo, no ano seguinte, o governo autorizou usar parte da verba em depósito no COB para promover os Jogos. E assim é até hoje.
     Não há dúvidas de que os objetivos do desporto escolar na CBDE diferem dos defendidos pelo COB. Por isso é oportuno reabrir a discussão. Mas sem esquecer que o desporto escolar não é, apenas, recurso de “educação”, complementando o programa pedagógico. Nesse aspecto, deve-se levar em conta que a maioria dos alunos que pratica esta ou aquela modalidade já está federada, rumo ao profissionalismo.
     Além disso, se a escola é celeiro de talentos – ainda a explorar adequadamente -, não há como eliminar o caráter competitivo dos Jogos. Mas esse debate, atrasadíssimo, só terá resultado se for, também, com representantes do Ministério da Educação. E que o governo se decida, logo, o que quer com o desporto na escola e na universidade: apenas um instrumento de representatividade ou uma prática que contribua para a formação do caráter e desenvolvimento intelectual dos jovens

REGRESSIVO RIO 2016


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