quarta-feira, 31 de outubro de 2018

JOÃO AREIAS OPINA SOBRE O FUTURO DO ESPORTE DO BRASIL




 

Ministério dos Esportes; ter ou não ter




O novo governo Bolsonaro já se pronunciou sobre a possibilidade de extinguir o Ministério dos Esportes e passar algumas de suas funções para uma secretaria de esportes ligada ao Ministério da Educação.
Há 30 anos trabalhando na indústria esportiva, não vi, no Ministério, uma entidade que tenha contribuído efetivamente para o desenvolvimento esportivo do Brasil. É só olhar para a maioria dos seus ministros e currículos, seu site, para verificar a falta de transparência e algo que realmente chame a atenção positiva do contribuinte.
Como disse, nestes 30 anos, creio que contribuí de alguma forma. Em 1987, fui o autor e comercializei, junto com Celso Grellet do São Paulo, o primeiro projeto esportivo patrocinado exclusivamente com recursos da iniciativa privada. A Copa União 87 (veja documentário) - campeonato brasileiro de futebol. Em 1995, eu e minha equipe da Sportlink, desenvolvemos e comercializamos o primeiro projeto do basquete, também patrocinado exclusivamente pela iniciativa privada - campeonatos brasileiros de basquete 1996 à 1999, sem um centavo do dinheiro do contribuinte. A Caixa patrocinava as seleções.
As 3 dimensões do esporte no Brasil: ALTO RENDIMENTO - EDUCACIONAL - SOCIAL
Isto me coloca numa posição confortável para afirmar que o esporte de alto rendimento (reúne atletas federados, clubes, federações e confederações) não necessita de dinheiro público para sobreviver. Não vejo razão mercadológica alguma para a CAIXA patrocinar vários clubes de futebol e o Banco do Brasil, o voleibol. Matéria da ESPN mostra as dúvidas sobre o patrocínio da Caixa : CGU: patrocínio da Caixa a clubes não tem a 'devida clareza e transparência'
O mesmo pode se dizer do Banco do Brasil com o voleibol - vejam esta matéria Após serem constatadas irregularidades de R$ 30 milhões na CBV, Banco do Brasil suspende patrocínio (detalhe, depois o patrocínio voltou, e um dos dirigentes do Banco do Brasil se evadiu para a Itália após decretada sua prisão - Pizzolato foge para a Itália e debocha das autoridades brasileiras)

Ao mesmo tempo, não são publicados nos sites da Caixa e do BB as justificativas dos investimentos e os respectivos retornos.

O mesmo pode-se dizer do patrocínio da Eletrobras ao basquete nacional via Confederação Brasileira de Basquete. Há fortes indícios de que não resistiria a uma mínima auditoria. Resultado - dirigentes amadores, que não recebem salários das confederações e ficam ricos com o dinheiro do contribuinte.
A lava jato precisa chegar ao esporte. Só assim sairemos da mediocridade para ser uma grande nação esportiva.
Espero que o novo governo incentive a mudança de modelo de gestão nas entidades esportivas de prática (clubes) e de direção (federações e confederações). Não é possível mais fazer refinanciamento de dívidas fiscais dos clubes, por exemplo, sem a contrapartida adequada, ou seja, mudança de modelo de gestão.
Sobre modelo de gestão tenho escrito em vários posts aqui neste blog. Resumindo, ele deve ser baseado na boa governança que implica em transparência e profissionalismo.
Já o esporte educacional é outro que carece do devido apoio. É só perguntar aos estudantes das atléticas das universidades, como eles organizam seus eventos esportivos. Organizam com dinheiro do próprio bolso, porque as verbas governamentais, que existem, simplesmente não chegam na base.
Finalmente o esporte de participação ou social. Este, no meu entender, deve ser conduzido pelas prefeituras através de secretarias de esporte. Levar o esporte às comunidades carentes, principalmente, ajudará no combate à violência. O esporte é um dos maiores antídotos contra o uso de drogas. Vilas olímpicas, escolas e clubes de bairros são os espaços que restaram. Vamos usá-los!
João Henrique Areias
- Cria e leciona cursos online na plataforma UDEMY
- Ex vice presidente de marketing, esportes olímpicos do Flamengo
- Ex diretor de marketing do Clube dos 13
- Ex executivo da IBM Brasil

NOTA DO EDITOR - Concordo com JH AREIAS e pelo anuncio de fusões, o MINISTÉRIO DO ESPORTE deve ir para a EDUCAÇÃO e CULTURA.Também nesse site tem a crônica do MURRAY que faz menção a mesma situação.


terça-feira, 30 de outubro de 2018

NOSSO SITE EM PARECERIA COM O COB - ASSESSORIA DE IMPRENSA

COB contrata gerente de Educação e Prevenção ao Doping
Entidade utilizará aplicativo para mobile learning, plataforma de ensino à distância, além de ações presenciais no CT Time Brasil
O Comitê Olímpico do Brasil (COB), dando sequência à modernização de sua estrutura interna, está implementando a área de Educação e Prevenção ao Doping em seus quadros. O médico Christian Trajano, ex-diretor técnico da Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD), foi contratado para liderar o processo de elaboração e aplicação do Programa de Educação e Prevenção ao Doping no esporte olímpico brasileiro, em apoio às ações da Agência Mundial Antidopagem (WADA) e da ABCD. 
A área de Educação e Prevenção ao Doping do COB atuará em diversas frentes para alcançar seus objetivos, como, por exemplo, a criação de um aplicativo para mobile learning, uma plataforma de ensino à distância (EAD), além de ações presenciais no Centro de Treinamento Time Brasil, com palestras e seminários de educação integrantes das missões organizadas pelo COB e para o público interno. “Vamos também integrar as ações de educação e prevenção de doping aos cursos de formação de treinadores do Instituto Olímpico Brasileiro, o braço de educação do COB. Em um segundo momento, vamos utilizar o Transforma, programa de promoção dos Valores Olímpicos do COB, para fazer a educação antidopagem chegar às gerações mais jovens”, disse Christian Trajano. “A proteção do espírito esportivo e dos valores Olímpicos é a propulsora desta iniciativa do COB, e se alinha aos valores da entidade: meritrocracia, transparência e austeridade”, completou o gerente de Educação e Prevenção ao Doping do COB. 
As ações da nova área reforçam a conformidade do COB com o Código Mundial Antidopagem da WADA. “O COB sempre fez um trabalho de alerta aos perigos da utilização de substâncias proibidas junto aos nossos atletas olímpicos. Mas, como a preocupação com esse tema aumentou nos últimos anos, o COB entendeu a importância da contratação de um especialista no assunto para aprofundar ainda mais esse trabalho de educação e prevenção, desenvolvendo mecanismos para aumentar o conhecimento dos nossos atletas nessa área”, disse o diretor geral do COB, Rogério Sampaio, medalhista de ouro no judô nos Jogos Olímpicos Barcelona 1992. “Além da justiça e do fair play competitivo, o COB entende o esporte limpo como sinônimo de saúde”, completou Rogério Sampaio.
O COB, como signatário do Código Mundial Antidopagem, irá desenvolver ações de educação e prevenção focadas no movimento olímpico.  “É importante pontuar que a ABCD é quem determina e realiza os testes de controle de dopagem no país, além de gerir os resultados de uma análise positiva e o encaminhamento para julgamento na Justiça Antidopagem, estas ações são exclusivas da ABCD”, disse Christian Trajano.
Atenciosamente,
Comunicação – Relações com a Imprensa
Christian Dawes / Daniel Varsano
Tels: 21-2494.2085-
 imprensa@cob.org.br

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

A CRONICA DE ALBERTO MURRAY


1 comentário em O Ministério do Esporte no Futuro Governo.



Tenho lido sobre os destinos do Ministério do Esporte no futuro governo. Claro que como ex atleta e amante do esporte, meu desejo precípuo seria pela manutenção do Desporto com o status de Ministério. Mas a questão não é simples.

         Percebam que, desde sua criação, o Ministério do Esporte nunca exerceu seu papel essencial, que seria a implantação de uma política nacional, de Estado, para o segmento, desde a base até o alto rendimento. O que se viu, foi a terceirização do Ministério do Esporte por parte dos Presidentes da República, entregando-o a partidos para que dele fizessem o que desejassem, em troca de votos no Congresso. O Ministério tornou-se um órgão repassador de recursos e nada muito além disso.

      Para o exercício de 2.019, o orçamento do Ministério do Esporte serve, apenas, para cobrir os gastos da própria máquina, não havendo, portanto, recursos para investimentos. Ora, se as bases são essas, qual a vantagem de se ter um Ministério específico para o Esporte? A questão não é meramente clamar pela manutenção do Esporte com um Ministério próprio. A pleito é muito mais extenso. O que se deve pedir ao próximo presidente é a elaboração e implantação de um programa de Estado para o Esporte, que contemple desde a base, passando pela massificação nas escolas, nas universidades, até o alto rendimento. Criar no Brasil uma mentalidade esportiva, Olímpica.

         A solução do esporte está nas escolas e o próximo governo deve enxergar isso. A luta não é pelo status de Ministério ao Esporte. A briga é pela implantação dessa política nacional de esportes, conduzida por alguém que seja do meio. Se o órgão responsável por essa programa for um Ministério, melhor. Mas se for uma Secretaria, não haverá problema algum. O nome não é o mais relevante. O que o Esporte precisa é de algo que funcione. E tomemos em conta, ainda que, hoje, a totalidade das verbas que mantêm o esporte de alto rendimento não advém do Ministério mas, sim, de  leis federais, estaduais e municipais, tais como as loterias, incentivos fiscais profut e outros.  Os esforços não devem ser para, pura e simples, haver um Ministério para o Esporte. Mas para que exista um planejamento de longo prazo, de esportes para todos, porque da quantidade tiraremos a qualidade. Já publiquei algumas sugestões para o esporte brasileiro, que a republico novamente. Aí vão:

https://albertomurray.wordpress.com/2018/01/07/plano-de-desenvolvimento-fisico-esportivo-e-olimpico-do-pais/

Espero que o próximo Presidente da República tenha o Esporte como prioridade, que tenha vontade política de fazê-lo funcionar.

Alberto Murray Neto é Presidente do Conselho de Ética do Comitê Olímpico do Brasil

NOTA DO EDITOR -. Também temos essa visão do MURRAY, porque o que vale é ter um ôrgão que funcione e se volte efetivamente aos interesses da comunidade. E sobretudo que tenha dinheiro direcionado para todas as manifestações esportivas.
 Tenh

JORNAL SPP MES DE NOVEMBRO

QUILISPORT VEICULA A EDIÇÃO DO MES DE NOVEMBRO DO JORNAL SAUDE PELA PRÁTICA
O Jornal SAUDE PELA PRÁTICA já está na Gráfica  Editora Pallotti, edição do mês de novembro em que dá destaque a estada de QUILISPORT na cidade do Rio de Janeiro, na cobertura do CONGRESSO NACIONAL DO CONFEF.







segunda-feira, 22 de outubro de 2018

NOSSO SITE EM PARCERIA COM O CONFEF DIVULGA BOLETIM ELETRONICO



11:30 (Há 1 hora)

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Boletim Eletrônico CONFEF
Circuito de Conhecimento reúne profissionais e estudantes de Educação Física no Recife
Boletim Eletrônico CONFEF
No mês de setembro, o CREF12/PE realizou o Circuito de Conhecimento, com o Dr. Alex Souto Maior [CREF 004362-G/RJ], que trouxe ao Recife o tema: Pesos Livres vs. Máquinas – suas implicações para a hipertrofia muscular.
O evento contou mais de 300 inscritos, entre profissionais e estudantes de Educação Física de quase 30 municípios de Pernambuco. Durante um dia inteiro, foram repassados conteúdos e práticas por um dos maiores nomes da área no país.
O Circuito de Conhecimento foi realizado de forma gratuita para os profissionais adimplentes com o Conselho, sendo solicitada a doação de pacote de fraldas geriátricas ou lençol de elástico, para doação à Casa dos Pobres, localizada no bairro do Arruda, e para o Abrigo Espírita Lar de Jesus, no bairro da Torre. Os valores arrecadados com as inscrições de estudantes também serão revertidos em doações para essas instituições filantrópicas.
O palestrante do dia, Dr. Alex Souto Maior, expressou a satisfação em retornar a Pernambuco mais uma vez em um evento promovido pelo CREF12/PE, ressaltando a importância dessas capacitações continuadas que o Conselho promove para o profissional de Educação Física. No dia 25/11, o CREF12/PE contará novamente com a presença do Dr. Alex Souto Maior, com seu curso sobre Oclusão Vascular, no Recife.
Fonte: CREF12/PE.
CREF8/AM-AC-RO-RR promove eventos de capacitação e lança plataforma digital
Com ações de orientação e fiscalização, cursos, workshops e palestras, o CREF8/AM-AC-RO-RR contribui com o aperfeiçoamento dos profissionais registrados. No Amazonas, os destaques ficam para a palestra “Elaboração de Projetos e Capacitação de Recursos”, ministrada pelo prof. Ms. Georgios Stylianos [CREF 000688-G/SP]; um bate-papo com o técnico da seleção masculina de vôlei, Renan Dal Zotto [CREF 004797-P/SC]; duas turmas do primeiro curso de capacitação em boxe voltado para fitness e inclusão, com o profissional Carlos Fiola [CREF 001834-G/AM].
Pela primeira vez, a Região Norte promoveu uma etapa do Top Trainer Awards. Profissionais e estudantes de Educação Física puderam assistir a palestras e participar de clínicas práticas com os melhores profissionais do país, como o prestigiado Cristiano Parente [CREF 004017-G/SP], que também ministrou o World Top Trainers Certification – WTTC.
No Acre, ocorreram as palestras “Avanços de uma Profissão Regulamentada” e “Benefícios de Exercícios Físicos na Prevenção e Tratamento de Doenças Crônicas Não Transmissíveis, Reumatológicas e Autoimunes”. Já em Rondônia, o Conselho realizou os cursos “Hipertrofia Muscular e Emagrecimento baseado em Evidências Científicas” e “Gestão Estratégica para Academias, Box, Studios e Personal Trainers”.
O CREF implantou ainda uma plataforma de atendimento online para receber, encaminhar e acompanhar reclamações, sugestões, denúncias ou elogios, com acesso pela aba “Ouvidoria”, no site. Ao acessar a plataforma, o usuário pode se cadastrar como pessoa física ou jurídica para registrar ou consultar seu atendimento. As informações encaminhadas serão utilizadas para solucionar problemas, prevenir erros e garantir melhorias ao trabalho realizado pelo CREF8.
Segundo o presidente do CREF8/AM-AC-RO-RR, Jean Carlo Azevedo [CREF 000964-G/AM], a proposta é oferecer um canal de comunicação simples, gratuito, não burocrático e de ampla acessibilidade, estreitando os laços entre a entidade, os Profissionais de Educação Física e a sociedade.
Fonte: CREF8/AM-AC-RO-RR
No Dia do Deficiente Físico, CREF16/RN visita SADEF-RN
Boletim Eletrônico CONFEF
Na mesma data em que se comemora o Dia do Deficiente Físico, 11/10, o CREF16/RN visitou a Sociedade Amigos do Deficiente Físico (SADEF-RN), entidade civil sem fins lucrativos que oferece esporte de alto rendimento, sempre com a orientação de um Profissional de Educação Física capacitado e habilitado.
A notícia, dessa vez, é boa: a equipe de orientação e fiscalização do CREF16/RN não encontrou nada além de um trabalho bem executado. Isto porque a instituição conta com paratletas premiados mundialmente, mostrando que a sua condição nunca será um fator decisivo nas suas conquistas.
Para Jeferson Rego [CREF 002105-G/RN], Profissional de Educação Física da SADEF-RN, receber a equipe do CREF é motivo de alegria. “Quando nós vemos a fiscalização nos estabelecimentos, temos uma sensação de alívio, precisamos entender que a nossa Profissão necessita ser valorizada e orientada por Profissionais competentes”, avalia.
Fonte: CREF16/RN
CREF Itinerante visita Cametá (PA) em novembro
No mês de novembro, nos dias 16 e 17, o CREF18/PA-AP estará em Cametá (PA) realizando os serviços de registro de pessoa física e jurídica, renovação de Cédula de Identidade Profissional e negociação de débitos. Quem precisar de algum serviço do CREF Itinerante, deve se dirigir à Uniasselvi, localizada no endereço: Tv. Floriano Peixoto, s/n, Centro.
Para saber mais, entre em contato com o CREF pelos números: (91) 3223-6688 / (91)3223-6836 / (91)3223-6151.
Fonte: CREF18/PA-AP.
Boletim Eletrônico CONFEF
CREF2/RS divulga balanço de fiscalização
Boletim Eletrônico CONFEF
Os agentes do Departamento de Fiscalização e Orientação (DEFOR) do CREF2/RS realizaram, entre os dias 23/09 e 06/10, 86 visitas de fiscalização, atendendo 59 denúncias. A ação resultou em 33 estabelecimentos autuados por uma ou mais infrações. Duas academias foram fechadas, uma na cidade de Viamão e outra em Carlos Barbosa. Ambas não apresentavam profissional para assumir as atividades.
Os fiscais também constataram que 18 estabelecimentos não possuíam registro da empresa, e que 16 funcionavam sem profissional presente no momento da visita. Além disso, outras 13 academias permitiam a atuação de leigos em exercício ilegal da profissão ou estagiários sem o Termo de Compromisso de Estágio (TCE). Duas academias descumpriam o Termo de Cooperação firmado com o Conselho.
Os agentes autuaram 27 pessoas por inúmeras infrações, sendo flagrados 16 leigos em exercício ilegal da profissão ou estagiários sem o TCE, três profissionais atuando fora da área de formação e infringindo o Código de Ética Profissional, cinco Responsáveis Técnicos descumprindo obrigações inerentes as suas funções, além de quatro diplomados atuando sem registro profissional.
Entre as 21 cidades visitadas, estão Novo Hamburgo, São Leopoldo, Campo Bom, Estância Velha, Porto Alegre, Eldorado do Sul, Charqueadas, Guaíba, Viamão e Alvorada.
Fonte: CREF2/RS.
Biblioteca CONFEF recebe obra sobre Direito Desportivo
Boletim Eletrônico CONFEF
No mês de setembro, a Biblioteca do CONFEF recebeu a primeira edição da revista JuSportivus. A publicação semestral é produzida pelo Grupo de Estudos de Direito Desportivo da Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil – UFRJ.
A estreia da publicação tratou de temas como a influência dos megaeventos na legislação esportiva brasileira; o MMA e o contexto sócio jurídico; diretrizes para publicação de artigos científicos; doping, entre outros.
Participam do Conselho Editorial da revista, os Conselheiros Federais Angelo Vargas [CREF 000007-G/RJ] e Iguatemy Martins [CREF 000001-G/PB], o presidente do CREF6/MG, Claudio Boschi [CREF 000003-G/MG], entre outros.
Fonte: CREF3/SC

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

JOGOS OLIMPICOS DA JUVENTUDE - DO COB

Time Brasil conquista 15 medalhas nos Jogos Olímpicos da Juventude Buenos Aires 2018 e iguala campanha de Nanquim 2014
País sobe ao pódio em nove modalidades e COB avalia positivamente a participação brasileira na competição para atletas de 15 a 18 anos
    A terceira edição dos Jogos Olímpicos da l9Juventude chegou ao fim nesta quinta-feira, dia 18, em Buenos Aires, na Argentina. Com a medalha de ouro conquistada pela equipe masculina de futsal no último dia de disputas, o Time Brasil encerrou a competição com um total de 15 medalhas (duas de ouro, quatro de prata e nove de bronze - sendo duas com equipes multinações) em nove modalidades diferentes. Para o Comitê Olímpico do Brasil (COB) a avaliação é positiva. O resultado do país é o mesmo, em número de pódios, da última edição do evento, em Nanquim 2014. Em Cingapura 2010, o Brasil conquistou sete medalhas. Os Jogos Olímpicos da Juventude não possuem um quadro oficial de medalhas. 
“Estamos satisfeitos com os resultados apresentados pelos atletas brasileiros em Buenos Aires. Ainda há muito trabalho a ser feito com esses jovens, mas as 15 medalhas conquistadas em nove diferentes modalidades demonstram que temos uma geração promissora para os próximos anos. Além dos resultados esportivos, o mais importante foi proporcionar a primeira experiência olímpica a eles. Temos certeza que vivenciaram momentos inesquecíveis e que seguirão ainda mais motivados a continuarem se dedicando ao máximo à carreira esportiva”, afirmou Sebástian Pereira, chefe da missão brasileira em Buenos Aires e gerente executivo de Alto Rendimento do COB. 
Entre os destaques da participação brasileira nos Jogos Olímpicos da Juventude Buenos Aires 2018 estão o ouro de Keno Marley e o histórico bronze de Luiz Gabriel “Bolinha” Oliveira, o neto de Servílio de Oliveira, no boxe; as duas medalhas individuais de Diogo Soares na ginástica artística; a inédita prata do revezamento 4x100m livre feminino de natação em competições de nível mundial; e o ouro do futsal em sua estreia em um evento olímpico. Na natação e no judô, todos os atletas das equipes brasileiras voltam para casa com medalhas. O atletismo brasileiro, nas provas de 200m masculino e feminino, também voltou ao pódio dos Jogos Olímpicos da Juventude depois de ficar de fora em Nanquim. O taekwondo e o tênis mantiveram a tradição de medalhas em Jogos da Juventude com Sandy Macedo e Gilbert Soares, respectivamente. Destaque também para a inédita medalha do badminton, com Jaqueline Lima, que participou de uma disputa por equipes multinações (formada por atletas de vários países).
Para o COB, os Jogos Olímpicos da Juventude possuem uma importância estratégica fundamental para a detecção de talentos para o esporte nacional. Muitos atletas que brilharam nos Jogos Olímpicos Rio 2016 passaram pelos Jogos Olímpicos da Juventude, entre eles Thiago Braz, Isaquias Queiroz, Felipe Wu, Arthur Nory, Flávia Saraiva e Hugo Calderano, entre outros. “Muitos atletas apresentaram excelente desempenho em Buenos Aires, mas sabemos que ainda são bastante jovens e precisam se desenvolver. Pode ser que alguns dos que estiveram aqui integrem o Time Brasil em Tóquio 2020, mas o foco principal desta geração são os Jogos de Paris 2024 e Los Angeles 2028. O COB passa agora a acompanha-los de perto e dará o suporte para o desenvolvimento destes atletas”, ressaltou Sebástian, judoca olímpico dos Jogos de Atlanta 96. 
Além do intercâmbio com competidores das mais diferentes culturas, os jovens do Time Brasil tiveram ainda em Buenos Aires o primeiro contato com os serviços oferecidos pelo COB em uma missão olímpica. Além dos atletas e treinadores, a delegação brasileira contou com médicos, fisioterapeutas, massoterapeutas e uma psicóloga, que inclusive realizou um trabalho específico para esta faixa etária e contribuiu para a conquista de algumas medalhas na competição. Ao todo, a delegação brasileira teve 121 integrantes na Argentina. 
Além das disputas, os Jogos Olímpicos da Juventude proporcionaram experiências inesquecíveis aos atletas brasileiros. Às vésperas do início da competição, a skatista Letícia Bufoni visitou a Vila Olímpica e os atletas do Time Brasil. Ver de perto a tricampeã mundial de skate foi um privilégio para poucos, assim como a chance de cumprimentar e "bater bola" com os meninos dos Javalis Selvagens, a equipe de futebol que ficou presa em uma caverna na Tailândia, em julho. Já no penúltimo dia em Buenos Aires, a visita não foi menos importante. A jogadora Marta, seis vezes eleita como a melhor do mundo, também visitou a Vila e conversou por algum tempo com nossos jovens atletas. Nesta quinta, Marta assistiu a final do futsal, vencida pelo Brasil, ao lado do presidente do COI, Thomas Bach.
A delegação nacional reforçou ainda a importância dos Jogos Escolares da Juventude para a detecção de talentos para o esporte nacional. Em Buenos Aires, o Time Brasil contou com 33 atletas entre 59 possíveis em 11 modalidades oriundos da maior competição escolar do país. Os Jogos Escolares da Juventude são organizados pelo COB desde 2005 e reúnem anualmente cerca seis mil atletas na etapa nacional. 
Buenos Aires 2018 apresentou novos formatos de modalidades, como o basquete 3x3, que fará sua estreia na versão adulta, em Tóquio 2020, o kitesurfe, classe da vela que está no programa de Paris 2024, e o ciclismo BMX freestyle, que visa uma aproximação com o público jovem. O futsal participou pela primeira vez de uma competição olímpica e foi a única a modalidade coletiva em que o Brasil esteve representado. Escalada, caratê, break dance, ginástica acrobática e handebol de areia também fizeram parte do programa, mas sem a presença de brasileiros.
A terceira edição dos Jogos Olímpicos da Juventude contou com a participação de aproximadamente quatro mil atletas de 206 países para a disputa de 36 modalidades e 280 provas. Além das competições esportivas, o evento teve ainda uma intensa programação educativa e cultural oferecida pelo Comitê Olímpico Internacional. Outra marca importante dos Jogos de Buenos Aires é a igualdade de gêneros. Pela primeira vez na história olímpica, uma competição olímpica teve o mesmo número de homens e mulheres. 
MEDALHAS DO TIME BRASIL EM BUENOS AIRES 2018
Ouro
Keno Marley – boxe (-75kg)
Equipe masculina de futsal - Breno Bertoline, Caio Valle, Françoar Oliveira, Guilherme Henrique, João Victor Sena, Mateus Barbosa, Matheus Moura, Vitor Henrique, Wesley Reinaldo e Yuri Gavião
Prata
Diogo Soares – ginástica artística (barra fixa)
Ana Carolina Vieira, Fernanda Goeij, Maria Luiza Pessanha e Rafaela Raurich - natação (Revezamento 4x100m livre feminino)
Ana Carolina Vieira, André Calvelo, Lucas Peixoto e Rafaela Raurich - natação (Revezamento 4x100m livre misto)
André Calvelo, Lucas Peixoto, Murilo Sartori e Vitor Souza – natação  (Revezamento 4x100m livre masculino)
Bronze
Letícia Lima – atletismo (200m)
Lucas Conceição – atletismo (200m)
Jaqueline Lima – badminton (equipe mista multinações)
Luiz Gabriel de Oliveira – boxe (-52kg)
Diogo Soares - ginástica artística (Individual Geral)
Duda Vaz - judô (-78kg)
João Vitor Santos - judô (equipe mista multinações)
Sandy Macedo - taekwondo (-55kg)
Gilbert Soares – tênis (simples)
Atenciosamente,
Comunicação – Relações com a Imprensa
Christian Dawes / Daniel Varsano
Tels: 21-2494.2085-
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