domingo, 10 de junho de 2018

NOSSO SITE COM A CONFERENCIA MUNICIPAL DE SAUDE MENTAL EM SM




Conferência Municipal de Saúde Mental de SM:

EVENTO EXITOSO APRESENTA MAIS DE 200 PROPOSTAS PARA  MELHORIAS DA SAUDE MENTAL EM SANTA MARIA
Os participantes que permaneceram até ao final da Conferência no sábado, 19h

De 8 a 9 de junho, SANTA MARIA teve a IV CONFERENCIA MUNICIPAL DE SAUDE MENTAL DE SM, numa promoção do Conselho Municipal de Saúde, através da COMISSÃO DE SAUDE MENTAL do CMS-SANTA MARIA , com o apoio da Secretaria Municipal de Saúde/ Instituto Metodista Centenário – IMC e Conselho Regional de Educação Fisica do RS /CREFRS. O Evento foi realizado na FAMES. O tema central foi CAMINHOS E TENDENCIAS DA POLÍTICA DE SAUDE MENTAL: GARANTIAS DE DIREITOS NO CUIDADO EM LIBERDADE. Tiveram 440 inscrições(220 credenciados)

 
Auditório da FAMES, quase lotado.

 
           SOLENIDADE DE ABERTURA – Aconteceu na noite de sexta-feira, dia 8 e a mesa diretiva foi constituída A mesa diretiva foi composta pela Secretaria Municipal de Saúde, Liliane Mello Duarte; Vereador Francisco Harrison, Presidente da Comissão de Saúde da Câmara; Psicólogo Dione Lemos, Presidente da Comissão Organizadora da Conferência; Benildes Mazzaroni, presidente do CMS e Cláudia Mello, Coordenadora da Saúde Mental da SMS - Santa Maria



PAINEL DE ABERTURA - Com o tema central da CONFERENCIA: " Caminhos e Tendências Políticas da Saude Mental: Garantia de Direito no Cuidado em Liberdade.

     Na mesa,  Ricardo Charão de Oliveira, Secretário de Educação de São Leopoldo; Márcia Elena Jesus, do CAPS Prado Veppo; Ligia Castegnaro Trevisan, Ms. da Universidade Franciscana e mediadora, a enfermeira Michele Eichelberger
      O enfoque dado pelos palestrantes em suas especialidades apontam os problemas que hoje vive a SAUDE MENTAL, aliás toda a saúde no país e mostraram que está na hora de derrubar paredes a fim de que não se perca o SUS, tenha-se considerável melhoria na gestão pública, oportunizando um melhor atendimento nos serviços à população.

PROGRAMAÇÃO:


GRUPOS DE TRABALHO – No dia 9, sábado, pela manhã na FAMES, no CAPS Recomeço e CAPS-I e no NEPS, as 230 propostas retiradas das 12 Pré-Conferências que aconteceram de março a junho  em 5 eixos temáticos EIXO 1 – INTERSETORIALIDADE); 2 – INTEGRALIDADE DO CUIDADO 3 – EDUCAÇÃO PERMANENTE ;4 – A GESTÃO DA SAUDE MENTAL  e 5 –CONTROLE SOCIAL).Portanto as propostas são de em vários pontos da cidade (: Na localidade de Santo Antão,  no Coletivo Voe, na Vila Kennedy ; na UNI FRANCISCANA; para Serviços da Saúde, no Auditório da Prefeitura Municipal e para Rural, no Sindicato da Categoria; População em situação de rua, no Coreto da Praça Saldanha Marinho e ontem, no prédio 74, da UFSM; na COHAB Fernando Ferrari, na ESF; No Centro Comunitário da TANCREDO NEVES e na ESF, do Alto da Boa Vista e na Vila Maringá) com a participação da comunidade, profissionais e serviços foram apresentadas para aprovação em14 grupos.
Grupo no NEPs
PAINÉL E PLENÁRIA FINAL Aconteceram à tarde, mas antes teve a apresentação de 1 teatro que retratou a situação de um morador de rua.

        Painel Multiprofissional - Contou com a mediação do professor Guazina do Curso de Psicologia da UnF  e com os debatedores: Ubirajara Brites, Profissional de Educação Física pelo CREF-RS; Ana Luiza Ferrer, do Curso de Terapia Ocupacional da UFSM e de Clóvis Moura, do CAPS Prado Veppo.
         Os profissionais Ubirajara e Ana Luiza expuseram a importância e a necessidade da EDUCAÇÃO FISICA e TERAPIA OCUPACIONAL de fazerem parte na Saúde Mental e Clóvis, usuário do CAPS, relatou as dificuldades que hoje os CAPS de Santa Maria estão passando em termos de estrutura física e de profissionais para o atendimento e com muita propriedade defendeu a necessidade de multiprofissionais nos CAPS.

PLENÁRIA FINALTeve inicio às 17h30min e foi até às 19h. De todas as 230 propostas elencadas, que foram discutidas nos 14 grupos, vieram apenas 15 propostas com observações e mais 17 moções , sendo 11 de apoio e 6 de repúdios. Apoio incidiram a maioria na inclusão de multiprofissionais no quadro de funcionários da Saude do Município e as de repúdio à gestão por melhorias na Saúde Mental.


NOTA DO EDITOR – E AGORA?.. 

        A Conferência Municipal de Saúde Mental de Santa Maria cumpriu , exitosamente, a sua missão. Praticamente 6 meses de preparação, com a realização de 12 Prè- Conferências, ouvindo da comunidade, profissionais e serviços em vários pontos da Cidade. E,  junto com o trabalho das Coordenações dos 5 Eixos Temáticos e propostas da Conferência de 2010 (não implantadas) chegou a 230 propostas que foram apresentadas em 14 grupos composto pelos inscritos na CONFERENCIA ( foram 440 pessoas , no entanto, como todos sabem, muitos não comparecem, foram credenciados 220 pessoas). Na plenária final dessas propostas, praticamente todas aprovadas nos grupos e apenas 15 foram votadas – destaques com aprovação ou supressão. Assim como teve 17 moções, sendo 11 de apoio e 6 de repúdio. Os apoios evidenciaram a necessidade de multiprofissionais, não existente,  no quadro de funcionários na Secretaria Municipal de Saude – com destaque a EDUCAÇÃO FISICA e TERAPIA OCUPACIONAL e os repúdios à situação atual da Saúde Mental no Município de Santa Maria .
      Permitam-me um particular nessa CONFERENCIA, o qual deu-me, ainda,  mais forças para ser o que somos em defesa da EDUCAÇÃO FÍSICA e COMUNICAÇÃO ESPORTIVA, pois conseguimos colocar nas MOÇÕES a inclusão do PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FISICA na SAUDE DE SANTA MARIA.
      É claro que no decorrer dos dias, a COMISSÃO EXECUTIVA da Conferência vai concluir o relatório final e encaminhará ao CONSELHO MUNICIPAL DE SAUDE DE SANTA MARIA –CMS/SM e posteriormente ao EXECUTIVO MUNICIPAL
     AGORA vem a grande pergunta: Encaminhada as propostas elencadas na CONFERENCIA para ditar a POLÍTICA DA SAUDE MENTAL em SANTA MARIA terá a atenção do EXECUTIVO MUNICIPAL?
      – Olha sinceramente está nas mãos do Prefeito POZZOBOM, que sempre pregou prioridade à SAÚDE. Pelo que se conhece e declara a SECRETARIA DE SAUDE, através da sua Secretária LILIANE e assessoria, que estão conscientes que é preciso melhorar a situação e inclusive, a colega Cláudia do CMS-SM, Coordenadora de Saúde Mental da SMS, da Prefeitura de Santa Maria, acompanhou toda a CONFERENCIA. Então está posto. Agora,  é ver como será conduzido o processo.
       De nossa parte, não vamos cessar e com o apoio do CREFRS e da categoria, estaremos cerrando fileiras até que seja assinado o processo da inclusão do PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FISICA na saúde de nosso Município. (estratégias estão sendo elaboradas).
      Finalmente, para quem acompanhou toda a preparação e a realização da CONFERENCIA, agradecemos a DEUS por termos tido disposição e discernimento. Fizemos a nossa parte e como dissemos não acaba e, vai continuar.
    PARABÉNS A TODOS.
(CLERY – EDITOR)

NOSSO SITE COM O UOL



Blog Olhar Olímpico



Esporte liga luz vermelha à espera de MP que pode retirar R$ 600 milhões

 blog OLHAR OLIMPICO do UOL

ESPORTE NACIONAL PODE 
PERDER AINDA MAIS VERBAS 
Nosso site valendo-se do UOL está divulgando essa notícia que pode se confirmar no início nessa semana, ainda bem que pelos menos os ENTES envolvidos estão se virando. 
Para nós não nos pega de surpresa, pois a supressão de verbas dos orçamentos quer em nivel nacional, estadual e municipal recaem naquelas pastas que não tem força política e o UOL está denunciando isso.
E o pior disso,  é que terá reflexo no esporte geral. E ainda mais quando estamos por viajar até ao RIO de JANEIRO para cobrir o CONGRESSO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO FISICA e entrevista já agendada no COMITE OLIMPICO DO BRASIL, com o diretor geral, ROGÉRIO SAMPAIO.
(CLERY - EDITOR)

Demétrio Vecchioli

                Às vésperas da Copa do Mundo, quando todas as atenções estão voltadas para a seleção brasileira, o esporte brasileiro pode sofrer o seu mais duro golpe em décadas. As últimas horas foram de alvoroço entre quem foi sendo informado de que o governo federal deve editar uma Medida Provisória na semana que vem, possivelmente ainda na segunda-feira, para transferir para a segurança grande parte da verba que compõe o orçamento do esporte no Brasil.
A MP alteraria a Lei nº 9.615/1998, mais conhecida como Lei Pelé, que destina 4,5% da arrecadação bruta das loterias para o esporte. No ano passado, esse montante consistiu em R$ 597 milhões. Esse dinheiro é dividido entre o Ministério do Esporte, as secretarias municipais e estaduais de esporte e o Comitê Brasileiro de Clubes (CBC). Um outro mecanismo, da Lei Agnelo/Piva, destina 2,7% da arrecadação das loterias aos comitês olímpico e paralímpico. Em tese, ele não seria modificado agora, mas CPB e COB podem ter que, no futuro, dividir o bolo deles com quem ficar sem dinheiro agora. O cenário é de incerteza.
Na quarta-feira, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, revelou que o governo estudava editar uma MP para redistribuir recursos da “loteria esportiva” para a área da segurança pública. A informação que inicialmente circulava no meio esportivo era que esse recurso da nova Loteria Instantânea Exclusiva, a Lotex, uma raspadinha que destinará 10% da arrecadação para o Ministério do Esporte, para ser aplicado em projetos de iniciação desportiva escolar, e 2,7% aos clubes de futebol. Ou seja: o esporte não perderia dinheiro, apenas deixaria de ganhar uma verba extra no futuro.
Desde sexta-feira à tarde, os mais diversos setores do esporte no Brasil estão sendo informados extraoficialmente que a pretensão do governo é outra. O ministro Leandro Cruz, por exemplo, teria ficado sabendo sobre a retirada desses 4,5% apenas a partir de um intermediário. Ex-assessor do deputado Leonardo Picciani (MDB-RJ) e recém-empossado, Leandro não teria influência suficiente para negociar termos de uma MP editada em conjunto pela Casa Civil, a Fazenda e a Segurança Pública.
Participando de uma regata na Noruega, Lars Grael é quem está fazendo a interlocução entre os prejudicados pela MP. Nas últimas horas, telefonou ao próprio ministro e aos presidentes dos Comitês Olímpico (Paulo Wanderley), Paraolímpico (Mizael Conrado) e de Clubes (Jair Pereira), além do presidente da Comissão Nacional de Atletas, o craque Zico. Membro da Atletas pelo Brasil, também mobilizou a diretoria. Segundo ele, todos já tinham conhecimento da MP, mas ninguém conhece ao certo seu texto.
Uma das questões em torno dela é se ela afetaria o CBC, uma vez que os recursos repassados aos clubes, na ordem de R$ 66 milhões no ano passado, são regidos por outra lei, a de número 12.395, de 2011. Minar a fonte de financiamento dos clubes poria fim aos campeonatos nacionais de base da maioria das confederações nacionais. Também encerraria diversos projetos de preparação de atletas financiados por esses recursos.
“Essa MP acende a luz vermelha em todo o esporte”, admite Lars Grael, preocupado principalmente com o esporte escolar. É que as competições estudantis organizadas por estados e municípios são financiadas por um montante de R$ 200 milhões que sai das loterias todos os anos, também graças à Lei Pelé.
O próprio Ministério do Esporte, aliás, correria risco. Com menos de 50 funcionários de carreira, a pasta é altamente dependente de terceirizados. No ano passado, o ministério recebeu R$ 332 milhões das loterias, para arcar com sua estrutura e financiar iniciativas que vão do esporte recreativo ao alto-rendimento, passando pela Bolsa Atleta.
Em 2018, o orçamento inicialmente previsto do Ministério do Esporte é de R$ 805 milhões. Com o cobertor curto, a pasta parou de financiar seleções nacionais e incentivar a realização de torneios internacionais no país. Mesmo a Bolsa Atleta tem um orçamento menor do que seu custo anual. Fontes do Olhar Olímpico acreditam que, com a MP, o Ministério do Esporte corre sério risco de ser extinto.
Chama atenção, também, a possibilidade de a MP ser editada enquanto corre, na Comissão do Esporte da Câmara, um Projeto de Lei que visa exatamente rediscutir a divisão dos recursos das loterias que chegam ao esporte. Na semana retrasada, o Olhar Olímpico contou que o texto que estava sendo discutido previa aumentar o repasse para secretarias estaduais e para o CBC, e incluir também as organizações sem fins lucrativas voltadas ao esporte de base e um repasse obrigatório para o esporte militar.
Na semana passada, após movimentação do ex-ministro Leonardo Picciani, o texto do substitutivo mudou, excluindo as ONG’s e esporte militar. A sessão da comissão que deveria votar o texto, porém, acabou cancelada.