quinta-feira, 2 de maio de 2019

NOSSO SITE COM O COB NA PRÉ-COBERTURA TOKYO 2020


 Rio de Janeiro, 02/05/2019
 
Time Brasil inicia treinamento nas bases de apoio do COB no Japão em 2019
Atletismo é a primeira das nove modalidades que estarão este ano no país sede dos próximos Jogos Olímpicos
 
Os Jogos Olímpicos de Tóquio são apenas em 2020, mas o Time Brasil já está no Japão. Desde a última quarta-feira, dia 1º, alguns dos mais rápidos velocistas do atletismo nacional iniciaram um período de treinamentos na Universidade de Rikkyo, em Saitama, inaugurando a preparação do Brasil no país asiático no ano pré-olímpico. Assim como já aconteceu no ano passado, ao longo de 2019 atletas de outras oito modalidades estarão no Japão para testarem as bases de apoio montadas pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) para melhor adaptação ao clima e ao fuso horário do país. No total, o Brasil terá oito locais de suporte para serem utilizados antes e durante os Jogos Olímpicos.
 
“Chegamos a um ano-chave em nosso planejamento para os Jogos Olímpicos de Tóquio e por isso é fundamental levarmos nossos atletas com o máximo de antecedência para testar as bases de apoio do COB no Japão. Ofereceremos ao Time Brasil a melhor estrutura possível e acreditamos que a adaptação será muito boa. Competir do outro lado do mundo tem inúmeros desafios, mas estamos nos antecipando para que durante os Jogos nossos atletas tenham condições de apresentarem suas melhores performances da vida”, afirmou o diretor de Esportes do COB, Jorge Bichara.
 
O atletismo fica em Saitama por dez dias na preparação final para o Mundial de Revezamento, que acontecerá em Yokohama nos dias 11 e 12 de maio. O local onde 16 velocistas do país treinarão será a principal base de apoio do Time Brasil no Japão. A previsão é de que cerca de 120 atletas de dez modalidades utilizem a instalação em 2020. 
 
Desde o ano passado, o Time Brasil já está treinando com frequência no Japão. Em 2018, seis diferentes modalidades testaram as bases no país. O COB oferecerá o mesmo nível de serviço em todos os locais e realizará ações de engajamento com a comunidade local e a brasileira que reside no Japão. A primeira de 2019 aconteceu nesta quarta, quando a prefeitura de Saitama deu boas-vindas aos atletas brasileiros. O evento contou com a presença de cerca de 100 crianças entre 9 e 15 anos, que participaram de clínicas de atletismo, sessão de perguntas para os atletas do Brasil e ainda conheceram o Ginga, mascote do Time Brasil. 
 
Para Tóquio 2020, além de toda estrutura para treinamento e recuperação dos atletas, o COB dará uma atenção especial à questão da alimentação. Nas principais bases de apoio do Time Brasil haverá culinária brasileira para que o atleta se sinta em casa no Japão. Um profissional brasileiro já atende as delegações brasileiras no país e lidera um processo de treinamento de cozinheiros japoneses.
 
O fuso horário é um dos principais fatores que está sendo levado em conta no planejamento do COB para os Jogos Olímpicos de 2020. O clima quente de Tóquio nesta época do ano é outro ponto de atenção que já está sendo trabalhado pelo COB. As oito bases de apoio do Time Brasil farão de Tóquio 2020 a operação mais complexa da história olímpica brasileira.
 
Em 2020, antes mesmo da abertura dos Jogos Olímpicos, os atletas brasileiros terão à disposição bases em Chiba, Enoshima, Hamamatsu, Sagamihara, Saitama, Ota, Koto e Chuo, esta última bem perto da Vila Olímpica. 
 
 Calendário de treinamentos do Time Brasil no Japão em 2019 (sujeito a atualizações ao longo do ano)
 Atletismo – Saitama – até 08/05
Maratonas Aquáticas – Saitama – 03/07 a 09/07
Natação – Sagamihara – 11/07 a 18/07
Triatlo – Sagamihara – 02/08 a 12/08
Vela – Enoshima – 01/07 a 03/09
Judô – Hamamatsu – 14/08 a 24/08
Karatê – Saitama – 26/08 a 04/09
Vôlei masculino – Ota – 25/09 a 29/09
Handebol feminino – Ota – 18/11 a 29/11FONTE - ASSESSORIA DE IMPRENSA DO COB


quarta-feira, 1 de maio de 2019

NOSSO SITE APRESENTA ATIVIDADES DE QUILISPORT EM PORTO ALEGRE

 QUILISPORT EM JORNADA DE 2 DIAS EM PORTO ALEGRE NA ATIVIDADE FÍSICA E ESPORTES
Honra-nos ter tido uma maratona nos dias 29 e 30 de abril em Porto Alegre. O registro está em nosso site. Estivemos na PUC, na honraria ao professor LAMARTINE, no Seminário dos Grupos da PUC e URI -ERECHIM de Educação Olímpica e no debate sobre e-Sports e no dia 30, participamos do FORUM ESTADUAL DE GESTORES ESPORTIVOS e ainda tivemos a Plenária do CONSELHO REGIONAL DE EDUCAÇÃO FISICA - CREFRS/RS.


LAMARTINE É DOCTOR HONORIS CAUSA DA PUC-RS


           No dia 29 de abril de 2019, a Reitoria da Pontifice Universidade Católica do RS – PUC autorgou a honraria de DOCTOR HONORIS CAUSA a Lamartine Pereira da Costa. Com a presença do Conselho Universitário da PUC, Reitor, convidados e alguns familiares e amigos do Rio de Janeiro. Professor e Dr. NELSON TODT, da PUC, Presidente do Comitê Internacional Pierre Coubertein do Brasil, fez a complementação da vida acadêmica, profissional e Educação Olímpica do professor LAMARTINE

           O Reitor  Ir. Evilázio Teixeira,  colocou a beca academica e entregou o DIPLOMA à  LAMARTINE, validando o título de Doctor Honoris Causa.

          Lamartine, emocionado, fez o seu discurso agradecendo a PUC por essa honraria e destacou ser mais  um momento importante nessa vida de 60 anos de trabalho em prol da Educação Física e Esporte.

ESTUDOS OLIMPICOS DOS GRUPOS DA PUC E URI

No mesmo dia de homenagem ao olímpico Lamartine, as Coordenações dos Grupos de Estudos  e Pesquisas em Educação Física e Olímpicos da PUC e URI de Erexim ( professores Nelson Todt e José Luiz Dalla Costa) reuniram seus integrantes, na tarde, na PUC, para um Seminário em que foram apresentados trabalhos realizados por ambos os GRUPOS. Inclusive, contou por alguns minutos a presença do laureado LAMARTINE.



Professores Nelson e Dalla Costa destacam a importância do trabalho realizado por alunos escolares e universitários dentro do espírito e legado olímpico: Amizade, respeito e excelência.





Coordenação e integrantes dos Grupos da PUC e URI-ERECHIM.

Santa Maria, através do CAEL-SM e QUILISPORT, entregou o Troféu/Medalha e certificados ao LAMARTINE, referente a distinção dada no 27º Trofeu Desportivo Cidade de Santa Maria em que ele foi HOMENAGEM ESPECIAL.

DEBATE SOBRE JOGOS ELETRONICOS ( e-Sports)
O Comitê Brasileiro Pierre de Coubertein (CBPC) proporcionou na noite de 29 de abril, no auditório da PUC. O painel contou com Daniel Cossi, Presidente da Confederaçao Brasileira de e-Sports; Nelson Todt, do GPEO da PUC; Ricardo Vela, Coordenador da Escola de Esporte e integrante da FAMECOS-PUC. Foi mediador Jeremias Werneck, da SBT e UOL.


                      Do debate excelentemente coordenador por Werneck teve posições favoráveis e contrárias, no ponto de vista do editor do SPP conclui-se que preponderou de não aceitar Jogos Eletrônicos como esporte, assim não devem fazer parte dos Jogos Olímpicos, mas que até pode ser incluído como apresentação.

GOVERNO  PROMOVE FORUM ESTADUAL  DE ESPORTE

Com o aplauso de quase 500 participantes no salão nobre do Grêmio Náutico União, PA, foi realizado o 1º Forum Estadual de Gestores Esportivos  Evento do Governo do Estado, através da SEEL, apresentou o seu planejamento e a sua Lei de Incentivo ao Esporte e palestras do Governo Federal, em termos de Lei de Incentivo Nacional ao Esporte e a ação no esporte da CBDU, com Jogos Universitários e o COB com Jogos Brasileiros da Juventude.




A mesa diretiva do FORUM contou com a presença do presidente da Famurs, Antonio Cettolin; do deputado federal Danrlei de Deus, da Comissão de Esportes da Camara dos Deputados; Ângelo de França Costa, da Secretaria  de Esporte do Ministério da Cidadania,; , Myron Assis Brasil,  superintendente do Grêmio Náutico União e João Derly. Secretário Estadual de Esporte.






Falaram no Evento:  Jader, Cettolin, Darley, Angelo, Luciano, Kiko e Derly.






          Secretário João Derly, experiente do esporte, como ex-atleta ( bi-campeão mundial e ex-olimpico do judô), dirigente e ex-deputado federal, integrou a COMISSÃO DE ESPORTES da CAMARA, com  a sua simplicidade destacou o operoso trabalho que sua equipe está fazendo para apresentar ao Rio Grande e ao Brasil, o melhor para o esporte do RIO GRANDE. Disse que sabe da luta que terá ( é do judô) para fazer vingar o seu planejamento, pela situação financeira atual que passa o estado e de resto o país, no entanto confia na participaçaõ dos gestores, prefeituras e desportistas para  que se integrem a SEEL e possam em conjunto fazer o melhor no esporte à comunidade rio-grandense. 

Nossa Maratona conclui-se com a participação na plenária do CONSELHO REGIONAL DE EDUCAÇÃO FISICA -CREFRS.

segunda-feira, 22 de abril de 2019

NOSSO SITE COM O CONFEF

[Boletim CONFEF] - Nº 250 - Abril de 2019

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Boletim Eletrônico CONFEF

10:39 (há 1 hora)

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Boletim Eletrônico CONFEF
Evento pelo Dia Mundial da Saúde reúne Conselhos Profissionais
Boletim Eletrônico CONFEF
Juntos para cuidar de você. Foi com esse objetivo que Conselhos Profissionais da área de Saúde de Minas Gerais reuniram-se, no dia 06/04, no parque Barragem Santa Lúcia, em Belo Horizonte, para prestar gratuitamente serviços à comunidade e realizar atrações culturais. O evento Saúde Integral foi realizado em virtude das comemorações pelo Dia Mundial da Saúde.
Por iniciativa do Conselho de Nutricionistas, prestaram serviços os Conselhos de Educação Física, Fonoaudiologia, Psicologia, Biologia, Biomedicina, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Serviço Social e Enfermagem. O Programa de Proteção e Defesa do Consumidor- Procon Unidade BH, a Casa do Beco, o Centro de Defesa Coletiva (Associação do Morro do Papagaio) e a Associação de Moradores Barragem Santa Lúcia também estiveram presentes.
“Este evento, além de oferecer serviços para a comunidade, serviu também para fortalecer a união entre os Conselhos de classe e conscientizar que devemos trabalhar em conjunto. Não há uma profissão que se sobressai ou que é mais importante na promoção da Saúde. Todas têm o seu papel e a união vai resultar no que chamamos de Saúde Integral. Esse objetivo foi extremamente cumprido no evento ao oferecermos diversos serviços à comunidade”, explicou a Conselheira da Comissão de Eventos do Conselho Regional de Nutricionistas, Dionara Dourado de Oliveira.
O Conselho Regional de Educação Física realizou avaliações físicas com dados sobre peso e gordura corporal, Índice de Massa Corporal (IMC), músculo esquelético, gordura visceral, metabolismo basal e idade corporal em cartão personalizado, além de aula coletiva de ritmos.
“O fato de estarmos reunidos com outros oito Conselhos nos permite avaliar o evento como muito positivo. Que momentos como esse se repitam para que a Sociedade tenha uma maior clareza dos serviços que são prestados pelas profissões fiscalizadas pelos Conselhos de Classe. Em relação à Educação Física, utilizamos estes eventos para consolidar nossa atuação e alertar a população quanto aos efeitos da obesidade, dos problemas cardíacos, da Diabetes e conscientizando-a da importância de tornar a prática de Atividade Física regular um hábito”, destacou o Coordenador do Instituto Casa da Educação Física do CREF6/MG, Prof. Wilian Peres Lemos [CREF 000033-G/MG].
Fonte: CREF6/MG
CREF5 em Movimento promove 3ª edição da campanha de valorização profissional
Seja na internet, nas ruas ou nas academias, o CREF5/CE tem deixado a mensagem de que é preciso, sim, reconhecer a importância do profissional de Educação Física. Neste mês de abril, quando também se comemora o Dia Mundial da Atividade Física, várias ações vêm sendo realizadas com a intenção de alertar a população e, claro, reconhecer os profissionais que, todos os dias, trabalham para trazer mais qualidade de vida.
Dentre as iniciativas, o CREF5/CE leva a mensagem de "Tenha uma atividade física pra chamar de sua. Procure sempre um profissional de Educação Física registrado” a portais, rádio e redes sociais. Em paralelo, a campanha leva várias ações específicas voltada às academias: o CREF5 em movimento.
Entre abril e setembro, serão mais de 200 academias contempladas com ações promocionais na capital, região metropolitana e no Interior do Ceará.
Aproximadamente mil professores de musculação e ginástica, personal trainers e estagiários de academias serão diretamente impactados. Nas ações, serão levados materiais informativos e brindes dos parceiros do CREF, que serão distribuídos, além de dinâmicas realizadas com jogos interativos e quiz. Hoje, o CREF5/CE conta com mais de 10 mil profissionais registrados no Estado.
"Precisamos, sempre, alertar a população e os profissionais para a importância dessa profissão que tanto contribui para a vida das pessoas e da necessidade de eles cobrarem que o profissional tenha registro e seja habilitado. Todos precisam entender o diferencial que fazemos na saúde de cada um e, sobretudo, na saúde pública. A prática regular do exercício físico não visa somente à estética, mas à garantia de uma sociedade mais saudável hoje e no futuro", explica do presidente do CREF5/CE, Jorge Henrique Monteiro [CREF 000077-G/CE].
Fonte: CREF5/CE


Boletim Eletrônico CONFEF
Uma comissão de membros efetivos do CREF8/AM-AC-RO-RR visitou a Câmara Municipal de Manaus (CMM), no dia 03/04, para tratar sobre projetos direcionados à categoria.
A convite do vereador Professor Fransuá, a comitiva formada pelo o presidente do CREF, Jean Carlo Azevedo da Silva [CREF 000964-G/AM], o 2º Vice Presidente, Joniferson Vieira [CREF 000025-G/AM] e o 2º Tesoureiro, João Monteiro [CREF 000008-G/AM], conversou sobre o Projeto de Lei, de autoria do parlamentar, que acaba com a cobrança de taxa para personal trainers no município de Manaus.
Na ocasião, os Conselheiros aproveitaram para tratar também sobre duas Leis Municipais e suas aplicabilidades. A primeira foi a Lei n° 332/2012, que determina que o componente curricular Educação Física seja ministrado obrigatoriamente por profissionais da área em todos os níveis de ensino, inclusive na educação infantil. A segunda foi a Lei 2.172/2016, que obriga que os Profissionais de Educação Física tenham a capacitação de suporte básico de vida e obriga as academias a requerer e guardar atestado médico dos alunos. A primeira foi solicitado apoio para que seja regulamentada pelo município e a segunda para que seja revista e revogada.
"O Conselho cumpre o seu papel de buscar melhores condições de trabalho para a categoria. Através dessas ações que conversamos com o vereador Professor Fransuá, esperamos, em breve, ter um retorno positivo", destacou o presidente.
Fonte: CREF8/AM-AC-RO-RR
CONFEF Informa
Confira dados da fiscalização do CREF14/GO-TO no primeiro trimestre de 2019
No mês de abril, o Departamento de Orientação e Fiscalização do CREF14/GO-TO divulgou dados das ações promovidas em Goiás durante o primeiro trimestre de 2019.
Ao todo, foram realizadas 262 visitas, divididas entre rotina e atendimento de denúncias, em que 24 municípios goianos foram fiscalizados. Dessas, 193 foram na região metropolitana de Goiânia e 69 em municípios do interior de Goiás.
Confira os números: 100 estabelecimentos regulares; 84 estabelecimentos irregulares; 39 estabelecimentos desativados; 16 estabelecimentos fechados; 11 orientações; 11 interrupções cautelares; 1 mudança de endereço.
Um saldo positivo que merece destaque é o número de locais visitados em situação regular, ao todo foram 100 regulares e 84 irregulares. As fiscalizações geraram 115 processos de Pessoa Física e 183 de Pessoa Jurídica.
Fonte: CREF14/GO-TO


Boletim Eletrônico CONFEF
“Pela primeira vez, uma resolução específica o conteúdo programático para a Educação Física”. Foi o que concluiu a Conselheira Federal Iguatemy Martins [CREF 000001-G/PB], durante debate sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Graduação em Educação Física (resolução CNE 06/2018), realizada na última sexta-feira, 12/04, no Rio de Janeiro. O encontro também contou com a presença dos membros do CREF1/RJ-ES, representantes das Instituições de Ensino Superior e das Comissões de Profissionais de Educação Física do Rio de Janeiro. A resolução, aprovada no último ano, entrará em vigor em 2020.
A Conselheira destacou a revisão da resolução 7/2004 e 4/2004 das diretrizes antigas às novas demandas da área e o Plano Nacional de Educação. As principais mudanças circulam na definição dos campos de abrangência e a incorporação do campo de inovação ao projeto pedagógico. “No âmbito da formação do projeto pedagógico, a incorporação das ações se manifestam a partir de metodologias ativa e da integração das formações, vinculando, de certa forma, a teoria e prática”, disse prof. Iguatemy.
Outro ponto importante destacado pela especialista durante a palestra foi a pauta de ação do Bacharelado e Licenciatura. Na resolução 06/2018, a primeira fica com atuação próxima ao Sistema Único de Saúde, Esporte e Lazer, sendo vinculada diretamente à área da saúde, e a segunda focada à formação dos professores. As competências e amplitudes devem ser pautadas na experiência real, problematizada e na evidência científica, convergindo para a área do conhecimento. “A resolução traz essa linguagem que é muito íntima da área médica. A gente tem que caminhar para se consolidar como uma área cientifica que produz conhecimento e evidências científicas que irão considerar como uma área do conhecimento”.
Fonte: CREF1/RJ-ES
Biblioteca CONFEF recebe obras sobre Pilates
No mês de abril, o CONFEF recebeu quatro novas obras para o acervo de sua biblioteca.


A obra “Escritos: Joseph H. Pilates”, de Sean Gallagher e Inelia Garcia [CREF 002452-G/SP], busca inspiração na construção do corpo para o movimento e para a saúde, tal como na visão de Joseph H. Pilates, tanto em relação ao seu próprio tempo quanto em relação ao futuro. “Escritos” reúne as duas já consagradas obras de Joseph Pilates, “Sua saúde” e “Retorno à vida pela Contrologia” e traz à luz o inédito “Pilares da Contrologia”, publicação de 1970.Boletim Eletrônico CONFEF
A obra “Contrology”, de Carol Kolyniak e Inelia Garcia, apresenta as características diferenciais do Autêntico Método Pilates de Condicionamento Físico e Mental, tal como elaborado por Joseph Pilates. Após um breve histórico sobre seu criador e seu trabalho, expõe-se os benefícios que a prática regular do método propicia aos praticantes, desde que essa prática seja orientada por um profissional qualificado. Adicionalmente, são apresentadas as principais influências de culturas orientais sobre as concepções de Joseph Pilates acerca da relação entre a motricidade e a saúde.Boletim Eletrônico CONFEF
Já a obra "O método Pilates" mostra como o Autêntico Método Pilates de Condicionamento Físico e Mental (Contrologia) pode ser usado como uma forma privilegiada de prática de exercícios para a manutenção das condições físicas, mentais e espirituais necessárias para a autonomia diária do idoso. O livro também traz uma série de exercícios localizados (ilustrados por fotos e com orientações específicas para a execução correta) para melhorar a flexibilidade e tonicidade, fatores fundamentais para a funcionalidade em qualquer tipo de atividade cotidiana.Boletim Eletrônico CONFEF
O CONFEF agradece pela contribuição num tema que será de grande valia para que os profissionais conheçam a história do método.
Ex-Conselheiro Federal é homenageado em Santa Maria (RS)
No mês de março, foram entregues as honrarias referentes ao 27º Troféu Desportivo Cidade de Santa Maria e 3ª Medalha Santa Maria Esporte. O evento, financiado pela Prefeitura de Santa Maria, foi promovido pelo Centro de Apoio ao Esporte e Lazer de Santa Maria (CAEL-SM), com realização da Quilisport.
De acordo com o Conselheiro Regional e anfitrião da noite, Clery Quinhones de Lima [CREF 000297-G/RS], os troféus e as medalhas são conferidas em reconhecimento pela contribuição dada por pessoas e entidades pelo desenvolvimento, pela promoção e difusão do esporte, da saúde e do lazer. E a 3ª Medalha Santa Maria Esporte leva o nome de Lamartine da Costa [CREF 000118-G/RJ], membro honorífico do Comitê Internacional Pierre Courbertin.
Fonte: jornal SAUDE PELA PRÁTICA.

domingo, 14 de abril de 2019

COB PROMOVEU EVENTO NOS 10 ANOS DO IOB


Nos 10 anos do IOB, Congresso Olímpico Brasileiro reúne mais de 1.200 pessoas em São Paulo
Evento contou com a presença de referências da gestão esportiva nacional e internacional, como Chelsea Warr, Michael Vesper, Bob Bowman, Bernardinho e Jorge Bichara.
Mais de 1.200 profissionais do esporte nacional vivenciaram neste sábado, dia 13, em São Paulo, uma experiência inédita no Brasil. Em comemoração aos 10 anos do Instituto Olímpico Brasileiro (IOB), o Comitê Olímpico do Brasil (COB) realizou no WTC Events Center a primeira edição do Congresso Olímpico Brasileiro, que reuniu grandes nomes da gestão esportiva mundial.
Entre os destaques nacionais, o ex-treinador das seleções feminina e masculina de vôlei, Bernardinho, o Diretor de Esportes do COB, Jorge Bichara, e o Consultor Pedagógico da Academia Brasileira de Treinadores, Antonio Carlos Gomes. No âmbito internacional, os palestrantes foram: Bob Bowman, ex-treinador de Michael Phelps e Treinador Principal de Natação da Arizona State University; Chelsea Warr, Diretora de Performance da Agência de Esportes do Reino Unido (UK Sport); Michael Vesper, Consultor Sênior do Comitê Olímpico Internacional; Maurits Hendriks, Diretor de Alto Rendimento do Comitê Olímpico da Holanda; Chris O’Brien, Vice-Diretor de Performance do Instituto Australiano de Esportes (AIS); e Aaron Coutts, Professor Ilustre de Esportes e Ciência do Exercício na Universidade de Tecnologia de Sidney (UTS).


O brasileiro Antonio Carlos (ao centro) no painel.
“Todos os objetivos foram alcançados. No que diz respeito às palestras, a troca de conhecimentos foi intensa, com a presença de convidados do mais alto nível. Quem veio aqui hoje, sai extremamente impactado com o trabalho do COB. Era o que queríamos”, disse Rogério Sampaio, Diretor-Geral do COB.
A abertura oficial do evento ocorreu às 9h, com discurso oficial do presidente do COB, Paulo Wanderley Teixeira. Na presença do Ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, que dirigiu o IOB por seis anos, e o Secretário Especial do Esporte, Marco Aurélio Vieira, Wanderley destacou a importância da Lei Agnelo/Piva para o desenvolvimento do esporte brasileiro e o êxito do Congresso.
“A Lei Agnelo/Piva é o principal motor do esporte brasileiro e sua manutenção é vital. Graças a ela, alcançamos o 13° lugar entre 208 nações na Rio 2016. Quanto ao Congresso Olímpico Brasileiro, estou bastante orgulhoso e feliz com essa primeira edição. Trata-se de uma ideia que foi implementada e executada com esmero pelo IOB.”, afirmou o presidente do COB.
Pela manhã, foram debatidos temas como os sistemas organizacionais do esporte, estratégias para aumento de competitividade, gestão de equipes, carga de treino de atletas olímpicos e saúde no esporte. À tarde, houve palestras sobre ética, governança e compliance no esporte, identificação e desenvolvimento de talentos e como transformar dados em informação estratégica. O encerramento teve Bob Bowman apresentando as suas “Regras de Ouro: Dez segredos para se tornar um campeão na vida e nos negócios”. Bowman, por sinal, ficou impressionado com a organização do Congresso.
“Achei a estrutura muito inovadora, com essa proposta de três palcos e palestras simultâneas. Gostei também das áreas de interação externas e da qualidade dos palestrantes, que foi muito alta. Gostei muito do evento.”, elogiou o treinador de Michael Phelps.
O Congresso Olímpico contou também com uma série de atividades no intervalo das palestras, em uma parceria envolvendo o COB e as confederações esportivas. A Confederação Brasileira de Desportos no Gelo (CBDG), por exemplo, montou uma estrutura de street curling para que todos pudessem conhecer mais sobre a modalidade de inverno. Já a Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM) trouxe a jovem Bruna Takahashi, melhor atleta do país no ranking mundial, para bater bola com o público. Foram propostas ainda experiências envolvendo as seguintes modalidades: atletismo, badminton e escalada esportiva.
O Laboratório Olímpico se fez presente com diversas vivências: biomecânica, bioquímica, fisiologia e termografia. O COB montou ainda a loja Time Brasil, com uma série de produtos licenciados, e o Espaço Memória Olímpica Brasileira, que apresentou a história dos Jogos por meio de fotografias, medalhas, tochas, cartazes e souvenirs.
“Todos saíram felizes por terem um espaço, um ponto de contato democrático com o esporte. Atualmente, o COB tem uma política de aproximação com a sociedade, cujo objetivo foi atingido. Tivemos um conteúdo de alta qualidade e palestrantes que superaram as expectativas, trazendo conhecimento capaz de inspirar ações de transformação”, finalizou Soraya Carvalho, Gerente do IOB.
( Release do COMITE OLIMPICO DO BRASIL)  Fotos de divulgação - Http://bit.ly/congressoolimpico

sábado, 13 de abril de 2019

NOSSO SITE COM ARTIGOS OLIMPICOS


Por que os Jogos Olímpicos já não são assim tão desejados

Katia Rubio é professora associada da Escola de Educação Física e Esporte da USP e membro da Academia Olímpica Brasileira
[Este texto inaugura a coluna Esporte e Sociedade, com que passo a colaborar quinzenalmente neste Jornal)




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RUBIO é professora associada da Escola de Educação Física e Esporte da USP e membro da Academia Olímpica Brasileira
JKatia Rubio – Foto: Cecília Bastos / USP        
originalmente publicado no Jornal da USP






Alguns fenômenos contemporâneos grandiosos guardam parte de uma história marcada por dificuldades e quase fracasso. Os Jogos Olímpicos são um deles.
Na atualidade os Jogos Olímpicos, principalmente de verão, são considerados um dos maiores espetáculos do planeta. Um evento capaz de mobilizar público presencial, espectadores de emissoras de TV aberta e de mídias digitais, e, principalmente, patrocinadores globais, como nenhum outro. Os cinco anéis entrelaçados são uma das marcas de maior valor agregado do planeta porque, em tese, carregam aquilo que há de mais utópico no esporte: valores, a celebração da paz e o congraçamento entre os povos.
 Durante décadas esse discurso mobilizou atletas, instituições e governantes em torno do desejo de ter em seu território uma competição que representava a síntese de um ideal humano. Entretanto, parece ter chegado o momento de rever todo o processo que levou o Movimento Olímpico a uma encruzilhada.
            Criado no final do século XIX para ser uma competição de caráter internacional, os Jogos Olímpicos foram prontamente chamados à sua terra natal, a Grécia. Parecia óbvio que os gregos do presente devessem realizar em seu território a mesma celebração de séculos passados. Porém, não era essa a ideia de Pierre de Coubertin, que entendia que os Jogos Olímpicos da Era Moderna deveriam ter um caráter internacionalista e para tanto deveriam ser realizados em países diferentes, multiplicando assim seu ideal. E assim, depois da primeira edição realizada em Atenas, os Jogos Olímpicos passaram a circular entre cidades que dispusessem de condições materiais suficientes para abrigar algumas centenas de atletas, vindos de vários continentes. A Europa, como centro do “mundo civilizado”, era inegavelmente o lugar certo para essa realização.
         O processo de postulação e seleção das sedes na fase de estabelecimento dos Jogos Olímpicos não era simples. A infraestrutura necessária demandava acordos com organizadores que deveriam promover obras fundamentais à realização das competições. Cedo percebeu-se que sem o apoio do poder público local isso era inviável.
        Quando Coubertin entendeu ser essencial uma aproximação com o continente americano, teve início a disputa entre cidades para sediar os jogos. Em 1904 Chicago e Saint Louis lutaram pelo direito de realizar aquela que seria a primeira edição olímpica fora da Europa. Desde então o processo de postulação e escolha da cidade olímpica envolveu inúmeras estratégias de cidades e governantes, em processos que demoravam anos. Algumas escolhas foram realizadas em assembleias, com inúmeras rodadas de negociação, outras foram definidas por votos enviados por correio, quando ainda as comunicações não eram realizadas a distância, em tempo real.
     Essas disputas ganharam destaque e importância à medida que os Jogos Olímpicos se tornaram um evento grandioso, e um palco no qual se descortinavam embates, principalmente durante a fase de estabelecimento (de 1920 a 1936) e durante a Guerra Fria (de 1948 a 1984). As competições já não eram apenas um palco de realização para atletas e países mostrarem sua excelência atlética, mas também se transformaram em um campo de disputa política e econômica e demonstração de força e poder. Sediar os Jogos Olímpicos significava estar no centro das atenções mundiais e participar de um seleto grupo de países capazes de suportar as demandas de um evento de tal magnitude.
Com a agilidade de um transatlântico, [o COI] passou a tomar medidas de longo prazo. Conseguiu aproveitar a disputa entre duas grandes cidades para definir as sedes de 2024, em Paris, e 2028, em Los Angeles
      As teses econômicas básicas sobre demanda e oferta explicam o que acontece quando há oferta demasiada. Aquele que detém o poder da compra tem margem para barganha e, portanto, é capaz de impor os limites da negociação de seu produto. Essa foi a lógica que mobilizou a escolha das sedes olímpicas nas últimas décadas. Poder público associado à iniciativa privada de companhias de porte global e local transformaram as postulações em espetáculos que pareciam mesclar a dinâmica de leilões com velhos acordos nupciais. Nos processos de postulação podiam ser encontradas desde descrições pouco realistas de equipamentos públicos a promessas de legado impossíveis de serem cumpridas. Diante da possível realização de grandes negócios, chefes de Estado passaram a se envolver pessoalmente no processo de conquista de votos, posteriormente entendido como imoral e ilegal, levando a renúncias e prisões.
      Ou seja, com o passar do tempo o encanto olímpico transformou-se em maldição. Casos como de Atenas, em 2004, e Rio de Janeiro, em 2016, tornaram-se referência de exemplo a não ser seguido por cidades com planejamento participativo e responsabilidade pública. Não é de estranhar, portanto, que cidades como Calgary, que já havia realizado os Jogos de Inverno de 1988, rejeitou a proposta de novamente sediar a competição, seguida de outras cidades como Roma, Innsbruck, Munique, todas elas ex-olímpicas, bem como Boston, Cracóvia, Oslo e Graubünde. Em várias dessas cidades houve consulta popular e prevaleceu o não.          Curiosamente são cidades de países cujo sistema democrático é estável. Destaque-se ainda que o maior porcentual de rejeição vem das mulheres.
Atento aos sinais, o COI agiu. Porém, com a agilidade de um transatlântico, passou a tomar medidas de longo prazo. Conseguiu aproveitar a disputa entre duas grandes cidades para definir as sedes de 2024, em Paris, e 2028, em Los Angeles. Com isso ganhou fôlego para compreender e alterar as regras para a década de 2030. Por outro lado, as sucessivas renúncias para os Jogos de Inverno empurraram a competição para países totalitários, como a China, ou para sedes conjuntas como é o caso de Milão e Cortina d’Ampezzo, modelo ainda pouco testado.
Os Jogos Olímpicos deixaram, por sua vez, de ser objeto de desejo e passaram a ser objeto de repulsa, acionando assim um alarme prontamente ouvido.
Rejeição é aquele sentimento considerado uma ferida psicológica cuja representação maior é a sensação de não pertencimento, de vazio. A dor decorrente desse sentimento pode ser entendida como uma ferida psicológica semelhante a cortes ou pancadas que machucam e penetram a carne. Parecia improvável, décadas atrás, que isso pudesse acontecer com os Jogos Olímpicos. Porém, o previdente presidente do COI, Thomas Bach, já demonstra ter sentido o golpe. Formou um grupo de trabalho para discutir e compreender o significado do movimento da população dessas cidades e buscar saídas. Anunciou a flexibilização do processo de candidaturas futuras e disse estar atento às mudanças sociais.
Isso talvez possa significar mais respeito e menos arrogância. Depois das últimas experiências olímpicas nas quais as imposições eram tantas que chegavam a ferir, inclusive, a soberania nacional, parece haver a compreensão de que determinações verticalizadas levam a um esgotamento de relações. Embora o Movimento Olímpico pareça estar alocado em uma nuvem e manifeste com frequência sua isenção política e autonomia, ele depende inteiramente das sociedades situadas em cidades e países que vivem as mazelas da política e economia locais. É tempo de atentar para essa dura realidade e aprender a arte de negociar e não apenas determinar. É cada vez mais claro que o mundo hoje está atento a essa sutileza.