terça-feira, 30 de julho de 2019

NOSSO SITE NO PAN LIMA - QUADRO DE MEDALHAS


  1. Estados Unidos 28/22/15/68
    México 13 / 8/ 22 E 43
  2. 3
    Brasil 10/ 8/ 16 / 34
  3. 4
    Canadá 8/ 19/ 15 / 42
  4. 5
    Argentina 8/ 6/ 10/ 24
  5. 6
    Colômbia8/ 6/ 10/ 24
  6. 7
    Cuba 5/ 8/ 7 E 20
  7. 8
    Peru
    4
    2
    5
    11
  8. 9
    Chile
    3
    5
    5
    13
  9. 10
    Rep. Dominicana
    2
    4
    8
    14
  10. 11
    Venezuela
    2
    1
    5
    8
  11. 12
    Equador
    1
    3
    7
    11
  12. 13
    Porto Rico
    1
    1
    3
    5
  13. 14
    Guatemala
    1
    1
    1
    3
  14. 15
    Nicarágua
    0
    0
    2
    2
  15. 16
    Antígua e Barbuda
    0
    0
    1
    1
  16. 17
    Costa Rica
    0
    0
    1
    1
  17. 18
    Jamaica
    0
    0
    1
    1
  18. 19
    Trinidad e Tobago
    0
    0
    1
    1
  19. 20
    Uruguai
    0
    0
    1
    1
  20. -
    Aruba
    0
    0
    0
    0
  21. -
    Bahamas
    0
    0
    0
    0
  22. -
    Barbados
    0
    0
    0
    0
  23. -
    Belize
    0
    0
    0
    0
  24. -
    Bermudas
    0
    0
    0
    0
  25. -
    Bolívia
    0
    0
    0
    0
  26. -
    Dominica
    0
    0
    0
    0
  27. -
    El Salvador
    0
    0
    0
    0
  28. -
    Granada
    0
    0
    0
    0
  29. -
    Guiana
    0
    0
    0
    0
  30. -
    Haiti
    0
    0
    0
    0
  31. -
    Honduras
    0
    0
    0
    0
  32. -
    Ilhas Cayman
    0
    0
    0
    0
  33. -
    Ilhas Virgens Americanas
    0
    0
    0
    0
  34. -
    Ilhas Virgens Britânicas
    0
    0
    0
    0
  35. -
    Panamá
    0
    0
    0
    0
  36. -
    Paraguai
    0
    0
    0
    0
  37. -
    Santa Lúcia
    0
    0
    0
    0
  38. -
    São Cristóvão e Névis
    0
    0
    0
    0
  39. -
    São Vicente e Granadinas
    0
    0
    0
    0
  40. -
    Suriname
    0
    0
    0
    0

NOSSO SITE NO PAN COM O COB






Lima 2019

Taekwondo do Brasil faz campanha histórica nos Jogos Pan-americanos

Equipe conquista sete medalhas, em oito possíveis, supera Rio 2007 e obtém o primeiro ouro entre as mulheres na modalidade na história do evento esportivo







          O taekwondo brasileiro brilhou nos Jogos Pan-americanos de Lima, no Peru. Nesta segunda-feira, dia 29, a equipe fechou sua participação no evento esportivo com sete medalhas, em oito possíveis, sendo dois ouros, duas pratas e três bronzes. O resultado na capital peruana supera o do Rio de Janeiro, em 2007, quando o Brasil conquistou um ouro, duas pratas e um bronze. Além disso, pela primeira vez o país conquistou duas medalhas douradas numa mesma edição. O ineditismo também foi para o feminino, que nunca havia subido no topo do pódio em Jogos Pan-americanos.
“Estou muito feliz, o taekwondo brasileiro está em festa. Os resultados mostram que estamos no caminho certo. Sabíamos do nosso potencial, trabalhamos em conjunto com o Comitê Olímpico do Brasil para buscar isso. Essas conquistas são dos atletas, dos treinadores, da confederação, de todos que torcem. É um resultado construído a muitas mãos”, disse uma emocionada Natalia Falavigna, chefe de equipe da modalidade em Lima.
          A primeira medalha de ouro do taekwondo feminino na história dos Jogos Pan-americanos veio com Milena Titoneli (até 67kg). Ela começou sua campanha em Lima com vitória sobre a colombiana Katherine Dumar, por 9 a 8, nas quartas de final. Na semifinal, a brasileira derrotou a cubana Arlettys Acosta, por 10 a 5. O ouro veio após o triunfo sobre a americana Paige Mc Pherson, por 9 a 8.
              “Eu nem sei explicar, ainda não caiu a ficha. É uma grande conquista, tenho certeza que é a primeira de muitas. Agradeço a todos que estão ao meu redor, essa medalha é minha e de todos que me apoiam”, afirmou a lutadora.
            O outro finalista do dia foi Ícaro Miguel (até 80kg). Ele começou sua campanha nas quartas final derrotando Elvis Barbosa, de Porto Rico, por 21 a 17. Na semifinal, eliminou o dominicano Moises Hernandez, por 8 a 7. Na decisão, acabou derrotado pelo colombiano Miguel Angel Trejos, por 19 a 17. “Estou muito feliz por mais esse feito histórico da equipe de taekwondo do Brasil.      Uma geração vencedora que ainda vai trazer muitas alegrias para o nosso país”, disse.
          Nesta segunda-feira, o Brasil ainda conquistou duas medalhas de bronze com Maicon Andrade (acima de 80kg) e Raiany Fidelis (acima de 67kg). No domingo (dia 28), Edival Pontes (até 68kg) havia subido no degrau mais alto do pódio. E no sábado (dia 27), primeiro dia de competição, a equipe brasileira havia conquistado a prata com Talisca Reis (até 49kg) e o bronze com Paulo Ricardo (até 58kg).

resumão 

 


      Confira as demais modalidades com participação de brasileiros nesta segunda-feira em Lima:
          Basquete 3x3As seleções brasileiras masculina e feminina de basquete 3x3 acabaram na quarta colocação nos Jogos Pan-americanos depois de duas derrotas nesta segunda-feira. Os homens foram derrotados pelos Estados Unidos por 21 a 12 nas semifinais e pela República Dominicana na disputa do bronze por 19 a 17 na última bola. Muito semelhante com o desempenho do feminino, que caiu ante as americanas nas semifinais por 21 a 5 e foram superadas pelas dominicanas por 20 a 15 na decisão do terceiro lugar.
       Levantamento de pesos - Serafin Veli e Marco Gregório competiram na categoria 96kg, no Coliseu Mariscal Cáceres. Os brasileiros encararam uma prova com altíssimo nível técnico, mas não conseguiram conquistar medalhas. Veli terminou na quinta colocação, levantando 365kg, enquanto Gregório terminou em sétimo, levantando 358kg.
         TiroNa fossa olímpica, o Brasil teve três atletas em ação nesta segunda. No masculino, Fernando Silveira está na segunda colocação com 49 pratos depois das duas primeiras rodadas, de cinco que serão disputadas. Roberto Schmits está na 10ª colocação. No feminino, Janice Teixeira ficou na 12ª colocação fora das finais. No revezamento misto da pistola de ar, as duplas brasileiras não alcançaram a final. Júlio Souza e Thaís Moura ficaram na 15ª colocação e Philipe Neves e Rachel Castro acabaram na 18ª colocação.
        Vôlei de PraiaNa disputa de 5º a 8º, Oscar/Thiago foi derrotado pela dupla do Uruguai, Mauricio Vieyto/Marco Cairus por 2 sets a 0, parciais de 21/13 e 22/20. Nesta terça, a dupla disputa o 7º lugar contra a dupla chilena. No feminino, Carol Horta e Ângela vão para a disputa do bronze depois de terem sido derrotadas pelas norte-americanas Karissa Cook/ Jace Pardon por 2 a 0 (24/22, 21/16). No jogo pela medalha, elas enfrentam a dupla de Cuba.
         BadmintonDuas vitórias e uma derrota na estreia do masculino. O favorito Ygor Coelho venceu Uriel Canjura, de El Salvador, na estreia no torneio individual por 2 a 0 (21/19, 21/11). E Francielton Farias bateu Roberto Carlos Herrera, de Cuba, por 2 a 1 (21/16, 18/21 e 21/14). Já Arthur Pomoceno acabou caindo ante o mexicano Luis Montoya por 2 a 0 (22/20 e 22/11). No feminino, Fabiana Silva passou pela mexicana Sabrina Solis por 2 a 0 (21/11, 21/16). Jaqueline Lima venceu a cubana Yeily Ortíz por 2 a 0 (21/12, 21/12)
          Surfe - A modalidade fez a sua estreia nos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru, nesta segunda-feira (29) e os brasileiros asseguraram vitórias em suas primeiras apresentações nas ondas de Punta Rocas. Robson Santos venceu o equatoriano Israel Barona, com direito à melhor onda até o momento, 7,5 e a maior média da categoria, 14,5 pontos de 20 possíveis. Já Karol Ribeiro superou a panamenha Enilda Alonso, numa decisão apertada – 8,90 a 8,77. Os dois atletas do Time Brasil já avançaram para o Round 2. 
           Nado ArtísticoO dueto formado por Laura Miccuci e Luísa Borges terminou a rotina técnica na quarta colocação. Na quarta-feira, a partir das 14h no horário de Brasília, será realizada o programa livre.

domingo, 28 de julho de 2019

COMENTÁRIO JOGOS PAN DE LIMA



JOGOS PAN-AMERICANOS,
A OLIMPIADA DAS AMÉRICAS
Desde a última sexta-feira, a cidade de Lima – PERU, sedia os JOGOS PAN-AMERICANOS, que se constitue, indiscutivelmente, como a OLIMPIADA DAS AMÉRIAS. Alíás, todos os CONTINENTES tem as suas maiores competições reunindo povos que integram seus blocos.

          Para nós que vivemos as OLIMPÍADAS, desde 1992, em BARCELONA e continuamos todas, na sequência, e estamos indo para a segunda pré-cobetura de TOKYO 2020, no dia 11 de agosto  (havíamos estado no Japão, em agosto de 2017) e que vivemos, alguns de longe, a cobertura de vários PAN-AMERICANOS,  tendo o PAN 2007, do RIO, o mais presente, inclusive de saudosa memória, porque fomos “hóspede do nosso querido TUBINÃO, durante a realização dos JOGOS, no RIO e estivemos com ele a VERA e seus filhos, na solenidade de abertura no Maracaná, é motivo de muita satisfação, e esse de LIMA, um gosto especial, pois é na nossa AMÉRICA e uma cidade que ainda iremos conhecer (só não nos preparamos para estar nesses JOGOS, porque tínhamos esses compromissos de cobertura – CONGRESSO CARIOCA, CONFERENCIA NACIONAL E a IDA AO JAPÃO.
            Os PANs servem, além da integração entre os países, através do esporte , das Américas, em muitas modalidades, como classificatórias para a OLIMPIADA DE TOKYO 2020. Por isso os PANs revestem-se de uma importância muito grande, além de avaliar e estarem disputandos os países das Américas, buscam a tão sonhada vaga para os JOGOS OLIMPICOS.
          E aí a pergunta? Quem vence? Indiscutivelmente o favorito são os ESTADOS UNIDOS, a força do passado, que inclusive foi campeã já de PAN, CUBA decaiu, principalmente no que tange a força esportiva que foi exemplo ao mundo e teve, ao longo dos anos, a saída de mutos seus atletas.
          Então, fica as demais posições entre BRASIL, CANADÁ, MÉXICO e o próprio PERU, que é sede, que nessa situação , normalmente, crescem no quadro de medalhas.

( em construção...)

NOSSO SITE E OS JOGOS OLIMPICOS DE TOKYO


Um Ano Para Tokyo 2020.

                                          Alberto Murray Neto

Celebra-se um ano para os Jogos Olímpicos de Tokyo. Pouca gente sabe que boa parte das relações entre o Brasil e o Japão, após a segunda guerra mundial, foram retomadas por meio do esporte. O Japão era um país derrotado na guerra, dominado e com o qual o Brasil não mantinha relações diplomáticas. Poucos anos após o final guerra, meu avô, Major Sylvio de Magalhães Padilha (atleta finalista Olímpico e posteriormente presidente do COB), naquela ocasião como Diretor do Departamento de Educação Física e Esporte do Estado de São Paulo (DEFE) fez um convite oficial para que os chamados “peixes voadores”, a equipe de natação do Japão, considerada a mais forte do mundo, viesse se apresentar no Estado de São Paulo. Era a primeira delegação japonesa que saia do país para o mundo após a guerra em missão oficial. Getúlio Vargas, presidente da República, ditador, não aprovou a ideia e pediu a Padilha que cancelasse o convite. Padilha disse a Getúlio que manteria o convite e quem o formulava era o Estado de São Paulo e não o Governo Federal.

Ao chegar a São Paulo a delegação dos nadadores japonêses, Getúlio Vargas voltou à carga. Disse a Padilha que não queria que fosse hasteada a bandeira japonesa e nem que o hino do Japão fosse entoado. Novamente Padilha disse não a Getúlio. Argumentou que se tratava de uma missão esportiva e que os atletas seriam recebidos com todas as honras. Por todas as cidades em que passaram os “peixes voadores” a bandeira do Japão foi hasteada e o hino devidamente tocado.

Tratava-se de uma apresentação, em que os “peixes voadores” nadariam na capital do Estado de São Paulo e em diversas cidades do interior para difundir a natação. Foi dessa iniciativa que surgiram vários nadadores brasileiros, entre os quais Tetsuo Okamoto, nosso primeiro medalhista Olímpico.

Ainda durante a guerra, Getúlio havia ordenado o fechamento de vários clubes esportivos do Eixo, clubes alemães, italianos e japoneses. Em São Paulo, como Diretor do DEFE, Padilha impediu que isso ocorresse. Os clubes mudaram de nome, mas nunca fecharam e seguiram praticando esportes e cultivando as origens de suas raízes.

Poucos anos após a vinda dos “peixes voadores” a São Paulo, Padilha foi convidado pelo governo do Japão a fazer visita oficial ao país. Padilha foi ao Japão como a primeira autoridade estatal recebida em viagem oficial no pós guerra. Recebeu a Ordem do Sol Nascente e a Espada dos Samurais das mãos do Imperador.

O povo japonês nunca esqueceu desses gestos, havidos em um período extremamente difícil da história do Japão. Durante toda sua vida, Padilha recebeu as maiores homenagens do povo japonês e foi um grande incentivador do esporte na colônia japonesa.

Na última vez que Padilha visitou o Japão, como membro do Comitê Olímpico Internacional, quando chegou de trem à estação de Nagano, viu várias crianças com as bandeiras do Japão e do Brasil nas mãos. Era ponto facultativo nas escolas públicas da cidade. E o caminho que levava o carro da estação de trem até o Palácio do Governo estava cheio de muitas crianças abanando as bandeiras dos dois países.

Que venha Tokyo, que certamente realizará Jogos Olímpicos inesquecíveis.

Neto - É um dos jornalistas do BRASIL, mais envolvido com TEMAS OLIMPICOS.

sábado, 27 de julho de 2019

NOSSO SITE COM O COB NOS PAN DE LIMA




Com delegação forte, Time Brasil mira medalhas e vagas para Tóquio 2020 no Pan de Lima

Evento é encarado também como oportunidade para fazer uma série de avaliações técnicas e esportivas

Vão começar oficialmente os Jogos Pan-americanos Lima 2019. Nesta sexta-feira, 26 de julho, às 20h (horário de Brasília), o Estádio Nacional do Peru recebe a Cerimônia de Abertura do evento, com capacidade para mais de 50 mil espectadores. Até 11 de agosto, o Time Brasil terá como principal objetivo conquistar o maior número de vagas para Tóquio 2020. Ao todo, 22 modalidades esportivas são classificatórias para os Jogos Olímpicos ou contarão pontos para o ranking mundial.

Formado por 485 atletas (249 homens e 236 mulheres), o Time Brasil terá a quinta maior delegação dos Jogos, atrás de Estados Unidos, Peru, México e Argentina. Além de numerosa, a equipe brasileira chega a Lima com o que tem de melhor, considerando uma série de fatores, como o conflito de datas com campeonatos mundiais e baixas por lesões.

Prova disso é o número de medalhas conquistadas pelos atletas brasileiros que estarão no Pan em Campeonatos Mundiais: 119 (46 ouros, 39 pratas e 34 bronzes), incluindo as conquistas obtidas pelos nadadores do país no Mundial de Desportos Aquáticos, em Gwangju (Coreia do Sul). São 55 medalhistas, de 19 modalidades.

“Em alguns esportes não viemos com força máxima, em virtude de classificatórios olímpicos que ocorrem simultaneamente, caso do vôlei, mas trouxemos equipes muito boas. Em Toronto 2015, o vôlei também não veio com força máxima, mas três dos atletas foram campeões no Rio 2016. Os Jogos Pan-americanos são uma grande oportunidade para os atletas”, declarou Jorge Bichara, diretor de esportes do COB.

Ao mesmo tempo em que traz 12 medalhistas olímpicos em sua delegação, o Time Brasil reúne também uma série de atletas promissores, comprovando a boa renovação do esporte nacional. No atletismo, por exemplo, estarão presentes os campeões do 4x100m no Mundial de Revezamento, em Yokohama (Japão): Derick Souza, Jorge Vides, Paulo André e Rodrigo Nascimento. Além deles, é possível destacar Beatriz Ferreira (boxe), Lais Nunes (wrestling), Icaro Miguel (taekwondo) e Larissa Pimenta (judô).

“Nossa expectativa é positiva. O Pan nos ajuda a avaliar o nível técnico de algumas modalidades em que a disputa é mais forte. É um momento importante da nossa preparação para os Jogos Olímpicos de Tóquio”, disse Bichara, que ainda explicou o motivo de não estipular metas de colocação no quadro de medalhas: “Nas últimas edições, o Brasil tem ficado na terceira posição. Mas não estabelecemos nenhuma meta nesse sentido. O Pan tem um caráter um pouco diferente dos Jogos Olímpicos, cada país tem a sua estratégia e depende muito de como eles se organizam”.

Com Arthur Zanetti (ginástica artística), Fernando Reis (levantamento de pesos), Hugo Calderano (tênis de mesa), Rafaela Silva (judô), Mayra Aguiar (judô), Bruno Fratus (natação), Ana Marcela Cunha (maratona aquática), Henrique Avancini (ciclismo mountain bike) e Isaquias Queiroz (canoagem velocidade), entre outros, o Time Brasil reforça o valor dos Jogos Pan-americanos e mostra que a competição continental é essencial para objetivos ainda maiores.

sexta-feira, 12 de julho de 2019

NOSSO SITE EM PARCERIA COM O COB


 Rio de Janeiro, 12/07/2019
 
A um ano dos Jogos Tóquio 2020, COB inaugura escultura #SOMOS TIME BRASIL na Japan House São Paulo
Evento contará com a participação do medalhista olímpico Rafael Silva, de Hugo Hoyama, dono de 15 medalhas em Jogos Pan-americanos, entre outros, além do mascote Ginga
Os fãs dos esportes olímpicos ganharam mais um motivo para se engajarem na torcida pelo Time Brasil. Dando início às comemorações de um ano para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) inaugura no dia 14 de julho, às 14h, a escultura #SOMOS TIME BRASIL na Japan House São Paulo, na capital paulista. Estarão presentes grandes nomes do esporte nacional, como o judoca medalhista olímpico Rafael Silva, bronze em Londres 2012 e Rio 2016, o mesatenista Hugo Hoyama, dono de 15 medalhas em Jogos Pan-americanos, a bicampeã pan-americana da maratona, Adriana Aparecida, e a quinta colocada nos Jogos Olímpicos Rio 2016  no levantamento de peso, Rosane Santos, além do Ginga, mascote do Time Brasil. Os Jogos Olímpicos Tóquio 2020 terão início no dia 24 de julho.
 
Com mais de cinco metros de largura e dois de altura, a instalação #SOMOS TIME BRASIL, nas cores verde, amarelo e azul, ficará na área externa da Japan House. O evento acontece no domingo, quando a Avenida Paulista é fechada ao trânsito, permitindo ao público participar da campanha de incentivo e torcida pelos atletas brasileiros. 
 
“Queremos compartilhar com a população e atletas do Time Brasil o marco de um ano para os Jogos Olímpicos. Temos muitos desafios pelo caminho. Estamos trabalhando intensamente para que nossos atletas tenham o melhor desempenho esportivo”, diz a diretora de Comunicação e Marketing, Manoela Penna.
 
“É uma honra abrigarmos este evento que marca a contagem regressiva de um ano para o início dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos em Tóquio. É mais uma forma de reforçarmos o elo entre Brasil e Japão, como uma ponte entre ambos países”, declara Marcelo Araujo, Presidente da Japan House São Paulo.
 
Bairro da Liberdade - No próximo dia 20 de julho, de 9h às 16h, a festa de comemoração de um ano para Tóquio 2020 será no Bairro da Liberdade em São Paulo.  Clínicas esportivas de karatê, skate e surfe e uma parede de escalada estarão montadas para que o público possa conhecer melhor os esportes. Além destas atividades, o público também terá uma exposição de equipamentos das novas modalidades olímpicas. Entre os presentes no evento estarão grandes nomes, como o recordista da maior onda surfada no mundo, o campeão no XXL Biggest Wave Award, Rodrigo Koxa.
 
O bairro paulistano também será palco do Hall da Fama com o judoca Chiaki Ishii, bronze nos Jogos Olímpicos Munique 1972 (categoria meio-pesado), primeiro medalhista olímpico da história do judô brasileiro, e bronze no Mundial de Ludwigshafen (Alemanha) em 1971.
 
Atenciosamente,
Comunicação 
Daniel Varsano / Valter França / Claudia Fernandes
Tels: 21-2494.2085-
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