quinta-feira, 31 de outubro de 2019

NOSSO SITE COM O COMITE OLIMPICO DO BRASIL


Brasil recebe medalha de bronze do revezamento 4x100m rasos dos Jogos Olímpicos Pequim 2008
Cerimônia que premiou Bruno Lins, José Carlos Moreira (Codó), Sandro Viana e Vicente Lenílson aconteceu no Museu Olímpico, em Lausanne (SUI)
Christophe Moratal/COI
        A espera finalmente acabou. Onze anos depois, Bruno Lins, José Carlos Moreira (Codó), Sandro Viana e Vicente Lenílson receberam, nesta quinta-feira, dia 31, a merecida medalha de bronze dos Jogos Olímpicos Pequim 2008. Em cerimônia realizada no Museu Olímpico, em Lausanne, na Suíça, os atletas que representaram o Time Brasil no revezamento 4x100m rasos em Pequim subiram ao pódio e entraram de vez na galeria de heróis olímpicos.
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) foi representado na cerimônia pelo campeão olímpico Rogério Sampaio, atual diretor-geral da entidade.
"Foi uma cerimônia muito bonita e emocionante. Ser atleta olímpico já é algo que glorifica a história deles no esporte, mas ser medalhista muda o patamar. Mesmo que tardiamente essa premiação representa esse reconhecimento. Para mim, que conquistei o ouro em 92, poder participar de um momento histórico do esporte olímpico brasileiro, ver uma medalha ser entregue para os nossos atletas no Museu Olímpico, em Lausanne, foi inesquecível", afirmou Rogério Sampaio, medalha de ouro no judô em Barcelona 92.
O quarteto recebeu as medalhas das mãos de Bernard Rajzman, ícone da Geração de Prata do vôlei brasileiro em Los Angeles 1984 e membro do Comitê Olímpico Internacional.
"Pessoalmente, como brasileiro e medalhista olímpico, estou profundamente feliz e emocionado. Representar o país no maior evento esportivo do mundo é magnífico e alcançar uma medalha olímpica é simplesmente de tirar o fôlego. Dou minhas boas-vindas ao seleto grupo de medalhistas olímpicos. E parabéns por fazer parte da História Olímpica", destacou Bernard Rajzman.
O terceiro lugar da equipe brasileira foi confirmado no ano passado após o jamaicano Nesta Carter ter sido flagrado em exame antidoping posterior aos Jogos de Pequim. Com a comprovação do doping, a equipe Jamaicana teve que devolver a medalha de ouro. Com isso, a equipe de Trinidad & Tobago, que havia sido a segunda colocada, herdou o primeiro lugar e as medalhas de ouro. O Japão passou de terceiro para segundo e o quarteto do Brasil, que fez 38s24, ficou com o bronze.
Muito aplaudidos pelas cerca de 100 pessoas presentes ao Museu Olímpico, o quarteto brasileiro se emocionou com as medalhas finalmente no peito. "A ficha não tinha caído ainda. Depois que colocaram a medalha, eu a olhei, passou um filme na minha cabeça e as lágrimas vieram. Foi um choro de felicidade, de ser reconhecido como um medalhista olímpico. Pequim 2008 foi minha primeira participação em Jogos, foi especial e único. Gostaria de agradecer a todos os brasileiros que sempre torceram por nós. É um momento mágico na nossa vida. Agora somos, realmente, medalhistas olímpicos, finalmente com nossa medalha em mãos", comemorou o alagoano Bruno Lins.
"É uma sensação maravilhosa, inexplicável, medalha olímpica é diferente de tudo. Fiquei congelado ali em cima na hora de receber a medalha. Agradeço muito ao Comitê Olímpico do Brasil, à Confederação Brasileira de Atletismo que também fazem parte disso. Essa medalha não é só minha, é do Brasil, da minha família, dos meus treinadores, de todos que estiveram comigo até esse momento. Simplesmente desejo a todos os atletas que se dediquem, que treinem, que deem o seu melhor para chegar a um momento como esse, épico e único", ressaltou José Carlos Moreira, conhecido como Codó, nome de sua cidade de nascimento.
Vicente Lenílson é o único dos quatro que já tinha uma medalha olímpica: prata em Sydney 2000, também no revezamento 4x100m. "Me passou um filme de tudo que tive que fazer de treino, de renúncia, de dedicação, de ausência da família para estar nos Jogos de Pequim. Subir ao pódio olímpico é mágico. Eu estive em 2000, mas hoje não senti diferença dessa sensação. Não é só estar no estádio, é receber o que é seu por direito. Agora, estou num patamar acima. Poucos têm uma medalha olímpica, e menos ainda tem duas. Agora eu cuido de um projeto social, devolvendo um pouco do que o atletismo me deu", declarou Vicente Lenílson, que ainda participou dos Jogos Olímpicos de Atenas 2004.
Com a medalha do revezamento 4x100m masculino, o Brasil passa a ter 17 pódios nos Jogos Olímpicos de Pequim. Esta também é a 17ª medalha olímpica do atletismo nacional na história.
"Tudo que eu fiz foi me dedicar ao esporte nos últimos 20 anos. Quando saí de Manaus, vendi tudo para me tornar um atleta. Só pensava em fazer o meu melhor todos dias até chegar aos Jogos Olímpicos. Quando tive contato com o universo olímpico, minha vida mudou. De lá pra cá, a única coisa que eu fiz foi cultivar o esporte olímpico da melhor maneira possível, através do meu exemplo de vida. Já era um atleta muito satisfeito, muito realizado com o quarto lugar. E quando veio essa notícia, tudo mudou na minha vida. Veio uma explosão de emoções onde passado, presente e futuro acabaram se misturando", revelou Sandro Viana, o mais experiente da equipe, com 42 atualmente.
A cerimônia no Museu Olímpico foi escolhida pelos atletas entre outras cinco opções de locais. A iniciativa visa reconhecer suas conquistas e faz parte dos novos Princípios de Realocação de Medalha Olímpica, criados pela Comissão de Atletas do Comitê Olímpico Internacional (COI), e aprovado no ano passado pelo Conselho Executivo do COI.
Esta é a segunda medalha olímpica herdada pelo atletismo do Brasil nos Jogos de Pequim. No revezamento 4x100m rasos feminino, as brasileiras Lucimar Moura, Rosangela Santos, Rosemar Coelho Neto e Thaissa Presti também ficaram com o bronze após a desclassificação da Rússia. As medalhas foram entregues durante o Prêmio Brasil Olímpico de 2017.
Além delas, Rodrigo Pessoa ficou com a medalha de ouro dos Jogos Olímpicos de Atenas 2004 no hipismo saltos após constatação de doping do cavalo do irlandês Cian O'Connor. A cerimônia foi realizada no Rio de Janeiro, em 2005.
Fichas dos atletas:
Bruno Lins: natural de Maceió (AL) – 7/1/1987 – ouro no Pan de Guadalajara 2011 / participações nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008, Londres 2012 e Rio 2016.
José Carlos Moreira: natural de Codó (MA) – 28/9/1983 – ouro no Pan do Rio 2007 / participação nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008.
Sandro Viana: natural de Manaus (AM) – 26/3/1977 – ouro no Pan do Rio 2007 e em Guadalajara 2011 / participações nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008 e Londres 2012.
Vicente Lenílson: natural de Currais Novos (RN) – 4/6/1977 – ouro no Pan do Rio 2007 / prata em Sydney 2000 / participações nos Jogos Olímpicos de Sydney 2000, Atenas 2004 e Pequim 2008.
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NOSSO SITE COM O COB NA TOKYO 2020.

COB repassará montante recorde de R$ 120 milhões em verbas ordinárias para as modalidades olímpicas em 2020
Valores superam os distribuídos no ano dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e representam um aumento de 10% em relação ao ano passado
      O Comitê Olímpico do Brasil (COB) anunciou nesta quarta-feira, dia 30, aos presidentes das Confederações Brasileiras Olímpicas, a divisão dos repasses de recursos ordinários da Lei 13.756 (antiga Lei Agnelo/Piva) para investimento nas modalidades olímpicas para 2020. Ao todo, R$ 120 milhões serão descentralizados e repassados para as 34 modalidades do Programa Olímpico, exceto futebol. Este valor é o maior já investido desde a criação da lei, em 2001, e representa um aumento de 10% em relação ao ano passado.

         Para definir a distribuição, foram levados em consideração 12 critérios, sendo dez esportivos e dois administrativos. Para 2020, o COB elevou o peso do Programa Gestão Ética e Governança, que avalia as Confederações com base no seu nível de maturidade em gestão e governança, adotando como referência os principais guias de boas práticas de mercado.
"Para 2020, estamos aumentando o volume de recursos ordinários repassados às modalidades em relação aos anos anteriores. Procuramos ser os mais justos possíveis na distribuição dos recursos. Estamos sempre dedicados em mostrar uma evolução nos critérios, por isso eles são sempre revisados. Nossa intenção é mostrar que, quanto melhor a confederação utiliza seus recursos e mais resultados ela apresenta, mais condições terá de receber nos anos seguintes", afirmou Paulo Wanderley, presidente do COB, que ressaltou a forma criteriosa como são feitas as discussões para a definição dos repasses.
"Os três pilares da gestão do COB aparecem na distribuição dos recursos. Transparência ao debater e mostrar os critérios utilizados para a definição da distribuição; meritocracia, mostrando que quem tiver melhores resultados e melhor governança receberá mais recursos; e austeridade, ao utilizar os recursos de forma mais eficiente", disse Paulo Wanderley, destacando que o montante de recursos ordinários de 2020 é superior ao distribuído no ano dos Jogos Olímpicos Rio 2016.
         Ainda este ano, a entidade anunciará a estimativa de arrecadação total da Lei das Loterias, que inclui além dos recursos ordinários, o orçamento para projetos extraordinários para a preparação das modalidades esportivas. Dentro deste escopo estarão investimentos diretos do COB em ações como o Programa de Preparação Olímpica, Missões Internacionais, Centro de Treinamento Time Brasil, Desenvolvimento Esportivo, Jogos Escolares da Juventude, Instituto Olímpico Brasileiro, área Cultural, entre outros.
O COB já trabalha com a projeção de maior arrecadação e investimento na história do esporte brasileiro. A estimativa é que mais de 85% da verba das loterias seja alocada diretamente em ações esportivas.
Para o Diretor de Esportes do COB, Jorge Bichara, os Jogos Olímpicos Tóquio 2020 exigirão uma logística desafiadora. "É onde veremos o fruto do nosso trabalho de quatro anos sendo colocado à prova. Foi uma preparação difícil, mas o Brasil tem sido bem representado internacionalmente pelos atletas e isso é fruto do trabalho integrado de todos os agentes do esporte. Estamos com uma expectativa positiva da participação em Tóquio", avaliou Jorge Bichara.
         Em relação às cinco novas modalidades do programa olímpico, o COB adotará a mesma estratégia de 2018 e 2019. Assim, dos R$ 120 milhões que serão repassados diretamente às Confederações, cerca de R$ 8 milhões serão destinados especialmente para projetos de preparação de atletas e equipes de Beisebol/Softbol, Escalada Esportiva, Karatê, Skate e Surfe.
A distribuição dos repasses dos recursos ordinários foi aprovada pelo Conselho de Administração do COB na última terça-feira, dia 29, antes de ser apresentada aos presidentes das confederações, nesta quarta.
          A Lei - A 13.756 (antiga Lei Agnelo/Piva) destina cerca de 1,7% do valor apostado em todas as loterias federais do país ao COB. Os recursos assegurados por meio da Lei têm permitido ao COB investir no Esporte Olímpico, de forma contínua e crescente. O COB faz um acompanhamento rigoroso da aplicação dos recursos, avaliando a qualidade dos investimentos e checando os resultados obtidos pelas entidades. A liberação de recursos para novos projetos está sempre condicionada à prestação - e aprovação - das contas dos projetos anteriormente desenvolvidos.
          O COB utiliza os recursos que recebe da Lei das Loterias seguindo estritamente os critérios estipulados pela própria lei e o planejamento técnico desenvolvido em conjunto com as Confederações Brasileiras Olímpicas. Esse planejamento técnico contempla o treinamento das equipes, contratação de técnicos estrangeiros, viagens de intercâmbio, participação em competições internacionais, aquisição de equipamentos e materiais esportivos e períodos de aclimatação das delegações, entre outras ações.
             Transparência - Todos os recursos recebidos pelo COB passam por etapas e processos que envolvem transparência e disponibilização de informações para o Tribunal de Contas da União (TCU) e para a Controladoria Geral da União (CGU). As verbas públicas recebidas pelo COB estão sujeitas a auditoria da CGU, que após as devidas análises elabora relatório conclusivo e o encaminha ao TCU para aprovação. Essa auditoria é efetuada permanentemente através da disponibilização de informações em plataforma extranet (Extranet-TCU) criada especificamente para esta finalidade.

DISTRIBUIÇÃO CONFEDERAÇÕES 2019
Atletismo - R$ 5.250.649,14
Badminton - R$ 2.895.562,47
Basquetebol - R$ 3.261.586,52
Beisebol/Softbol - 882.352,94
Boxe - R$ 5.289.381,84
Canoagem - R$ 5.375.700,44
Ciclismo - R$ 2.988.520,96
Desportos na Neve - R$ 2.817.958,74
Desportos no Gelo - R$ 2.611.292,10
Desportos Aquáticos - R$ 4.414.991,07
Escalada Esportiva - R$ 882.352,94
Esgrima - R$ 4.139.988,88
Ginástica - R$ 5.968.034,13
Golfe - R$ 2.794.719,12
Handebol - R$ 3.091.024,29
Hipismo - R$ 3.160.328,16
Hóquei sobre Grama - R$ 2.618.346,99
Judô - R$ 6.359.926,08
Karatê - R$ 882.352,94
Levantamento de Pesos - R$ 3.304.745,81
Pentatlo Moderno - R$ 2.854.893,14
Remo - R$ 2.831.238,52
Rugby - R$ 2.657.356,35
Skate - R$ 882.352,94
Surfe - R$ 882.352,94
Taekwondo - R$ 4.116.610,93
Tênis - R$ 3.400.194,26
Tênis de Mesa - R$ 3.205.562,43
Tiro com Arco - R$ 2.686.820,87
Tiro Esportivo - R$ 4.497.021,41
Triatlo - R$ 2.893.072,52
Vela - R$ 5.894.303,66
Voleibol - R$ 6.771.599,38
Wrestling - R$ 3.025.040,37

Os 12 critérios (e seus respectivos pesos) utilizados para a distribuição são:
– Medalhista no último Campeonato Mundial Adulto (17,4%)
– Medalhista na última edição de Jogos Olímpicos (15,2%)
– Medalhista no último Campeonato Mundial de base (15,2%)
– Multimedalhista na última edição dos Jogos Olímpicos (10,4%)
– Prestação de Contas – Qualifica a performance das Confederações nos processos de prestação de contas da Lei Agnelo/Piva no ano corrente (9,1%)
– Medalhista na penúltima edição dos Jogos Olímpicos (7,8%)
- Programa Gestão, Ética e Transparência (6,5%)
– Medalhista na última edição de Jogos Pan-americanos (3,9%)
– Top 8 nas duas últimas edições dos Jogos Olímpicos (3,9%)
– Número de eventos com participação brasileira na última edição dos Jogos Olímpicos (3,9%)
– Top 8 em Campeonato Mundial adulto nos últimos 4 anos (3,9%)
– Top 8 no último Campeonato Mundial de base (2,6%)

EVOLUÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DOS RECURSOS ORDINÁRIOS ÀS CONFEDERAÇÕES:
2013: R$ 68 milhões
2014: R$ 77,1 milhões
2015: R$ 82,4 milhões
2016: R$ 101,7 milhões
2017: R$ 77,8 milhões
2018: R$ 97,3 milhões
2019: R$ 109 milhões
2020: R$ 120 milhões
 

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quarta-feira, 30 de outubro de 2019

NOSSO JUDO DISPUTA ABERTO DE PERTH, AUSTRÁLIA

Seleção disputará Aberto na Austrália que valerá pontuação de Grand Prix

Brasil vai com seleção júnior e principal para o Aberto de Perth, neste final de semana, que dará até 700 pontos no ranking mundial


A próxima e longa viagem do judô brasileiro no Circuito Mundial IJF será para a cidade de Perth, na Austrália, nesta semana. Apesar da competição ser uma das etapas de Abertos continentais, Perh terá pontuação de Grand Prix. Ou seja, uma medalha de ouro valerá 700 pontos no ranking mundial e não 100, como é nos outros Abertos do Circuito.

Com tantos pontos em jogo, a CBJ optou por levar parte da seleção principal e também a seleção Júnior (sub-21), com destaque para o medalhista de bronze em Marraquexe, Michael Marcelino, que se testará em uma nova categoria, o peso Leve (73kg), e para o campeão mundial júnior Willian Lima (66kg).

"Vou com o objetivo de conquistar a medalha de ouro, porque esses pontos podem me ajudar na classificação para o World Masters que, neste ano, é para os top 36 do mundo", projeta Willian que, após o título mundial júnior e o bronze no Grand Slam de Brasília, subiu para a 43ª posição no ranking mundial dos 66kg. O melhor brasileiro nessa categoria é Daniel Cargnin, número 5 do mundo, que também estará em Perth.

Serão, ao todo, 21 brasileiros em ação neste final de semana. A competição já tem 394 atletas de 77 países pré-inscritos.

A equipe feminina convocada será composta por Laura Ferreira (48kg), Eleudis Valentim (52kg), Vitória Andrade (57kg), Aléxia Castilhos (63kg), Ellen Santana (70kg) e Camila Ponce (78kg).

Para o time masculino, foram convocados, além de Willian (66kg) e Marcelino (73kg), Renan Torres (60kg), Daniel Cargnin (66kg), Eduardo Katsuhiro (73kg), Eduardo Yudy (81kg), Victor Penalber (81kg), Rafael Macedo (90kg) e Lucas Lima (100kg).

Completam a equipe outros cinco judocas que se inscreveram no evento por meio processo de adesão: Gabriela Chibana (48kg), Jéssica Lima (57kg), Ketleyn Quadros (63kg), Beatriz Souza (+78kg), Ítalo Carvalho (60kg) e Gustavo Assis (90kg).

PROGRAMAÇÃO

As disputas do Aberto de Perth começam no domingo, 04, para os judocas dos pesos 48kg, 52kg, 57kg, 63kg, 60kg, 66kg e 73kg.

Na segunda-feira, 05, último dia de competição, vão ao tatame do State Netball Centre os atletas dos pesos 70kg, 78kg, +78kg, 81kg, 90kg, 100kg e +100kg.

Esta será uma das últimas etapas da temporada 2019 do Circuito Mundial. De 22 a 24 de novembro haverá o Grand Slam de Osaka, no Japão, e, fechando o ano, os melhores judocas do ranking disputarão o World Masters, em Qingdao, na China, de 12 a 14 de dezembro.

TREINAMENTO DE CAMPO COM A MEDALHISTA OLÍMPICA KETLEYN QUADROS

A medalhista olímpica e campeã do Grand Slam de Brasília 2019, Ketleyn Quadros, foi convidada pela Judo Western Australia, organizadora do Aberto de Perth, para ministrar dois dias de treinamento de campo internacional ao lado do técnico australiano Daniel Kelly.

Ketleyn foi a primeira mulher medalhista olímpica do Brasil em modalidades individuais quando conquistou o bronze em Pequim 2008 e está na corrida pela classificação rumo a Tóquio 2020. No último final de semana, ela foi ao pódio também no Grand Slam de Abu Dhabi, onde conquistou a medalha de bronze do 63kg.

( FONTE - Assessoria de Imprensa da CBJ -)

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Rede Conselhos do SUS

Relatório da 16ª Conferência Nacional de Saúde será lançado na Fiocruz (RJ)



Relatório da 16ª Conferência Nacional de Saúde será lançado na Fiocruz (RJ)

 Conselho Nacional de Saúde

O documento deve orientar o Plano Plurianual 2020-2023, o Plano Nacional de Saúde e o desenvolvimento de uma série de políticas públicas para o SUS

Em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), da democracia e do Brasil, os mais de cinco mil participantes da 16ª Conferência Nacional de Saúde (8ª+8) escreveram mais um capítulo da história da saúde pública brasileira. O relatório do evento, que apresenta propostas e diretrizes para o governo, será lançado dia 7 de novembro, na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro (RJ). O lançamento é aberto ao público e vai ocorrer durante a 323ª Reunião Ordinária do CNS.
O documento reúne um conjunto de relatos e deliberações contra o desfinanciamento do SUS, representando os desejos e sonhos do povo brasileiro. As etapas preparatórias percorreram todo o Brasil. Foram realizadas mais de quatro mil e seiscentas conferências com público total estimado em um milhão de pessoas. Essa construção coletiva, organizada pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS), vai nortear os diversos setores da saúde do país e as ações do Ministério da Saúde (MS) para o SUS pelos próximos anos.
O relatório contempla as 31 diretrizes e 329 propostas oriundas de todos os estados brasileiros. Além disso, há 56 moções que marcaram o posicionamento do evento. A 16ª Conferência, que teve a etapa final realizada de 4 a 7 de agosto em Brasília, trouxe o tema Democracia e Saúde, trabalhando três eixos: Saúde como Direito, Consolidação do SUS e Financiamento Adequado para o SUS.
O evento fez um resgate à 8ª Conferência Nacional de Saúde, realizada em 1986, após intensas manifestações que resultaram na Reforma Sanitária Brasileira, responsável por definir as bases para a Constituição de 1988 e a construção do SUS. Agora, o  objetivo é que as deliberações orientem o Plano Plurianual 2020-2023, o Plano Nacional de Saúde e o desenvolvimento de uma série de políticas públicas da área saúde. O lançamento faz parte das comemorações dos 120 anos da Fiocruz.
Mais informações
O quê: Lançamento do Relatório da 16ª Conferência Nacional de Saúde (8ª+8).
Quando: 7 de novembro, às 10h.
Onde: Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Rio de Janeiro (RJ). Auditório da ENSP, Av. Brasil, 4365 – Manquinhos.
Informações: (61) 3315-2150 | 3315-3821
Foto: Revista Radis
NOTA DO EDITOR - QUILISPORT esteve realizando a cobertura dessa CONFERENCIA NACIONAL DE SAUDE, em Brasília. Na oportunidade, o editor também CONSEHEIRO DO CREFRS, representou a ENTIDADE.

terça-feira, 22 de outubro de 2019

QUILISPORT E O JONRAL SAUDE PELA PRÁTICA

QUILISPORT VEICUAL JORNAL SAUDE PELA PRÁTICA, EDIÇÃO DE NOVEMBRO DE 2019







 

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

NOSSO SITE NO WORLD BEACH GAMES




Seleção Masculina é ouro e Feminina bronze nos World Beach Games 2019


 
[Da Redação] Os Jogos Mundiais de Praia, World Beach Games 2019, foram encerrados hoje e nossas seleções mais uma vez trazem na bagagem dois pódios, mantendo a hegemonia de serem pódio desde 2006 em todas as competições das quais participaram. A seleção masculina conquistou o bicampeonato com a conquista da medalha de ouro, já a seleção feminina se manteve no pódio, porém agora com a medalha de bronze.
As campanhas
Nas estreias as nossas seleções obtiveram duas vitórias, a masculina aplicou 2x0 em Omâ e nos EUA, já a feminina também aplicou um duplo 2x0 contra a Argentina e EUA. Na segunda rodada a seleção feminina manteve mais duas vitórias, desta vez contra Tunísia e Hungria; a seleção masculina sofreu sua única derrota, Dinamarca 2x0 e se recuperou diante da Austrália aplicando um 2x0. Na última rodada da fase de grupo, a seleção feminina já entrou classificada para as quartas de finais, porém venceu a Dinamarca permanecendo invicta e classificando em primeiro lugar do grupo. A masculina venceu a Suécia por 2x0 e garantiu a passagem para as quartas de finais.
As seleções seguiram assim para a fase de mata-mata, na busca pelos pódios que obtiveram em 2017 na Polônia, jogando ainda três partidas, até as disputas do ouro pela seleção masculina e do bronze pela seleção feminina. Na fase de quartas de finais vitórias em ambos os naipes: BRA 2x1 CRO masculino e BRA 2x0 POL no feminino. Após as quartas de finais a seleção masculina obteve duas vitórias por 2x1, batendo o Qatar na semifinal e a Espanha na final, conquistando seu quarto titulo dos WBG; a seleção feminina sofreu sua única derrota na semifinal por 2x1 para a Dinamarca, indo para a disputa do 3° lugar e vencendo a seleção vietnamita por 2x0, garantido o pódio com a medalha de bronze.
Seleção feminina:
Goleira: Ingrid Frazão (APCEF);
Defensoras: Carolina Braz (HFT/América), Jéssica Barros (Clube Português/7HB) e Gabriela Messias (360 Graus nas Areias);
Especialistas: Camila Souza (APCEF) e Juliana Oliveira (Clube Português/7HB);
Laterais: Beatriz Cruz (CEPREA/Vasco), Cinthya Pires (APCEF) e Patrícia Scheppa (360 Graus nas Areias);
Pivô: Renata Santiago (Rio Hand Beach).
Comissão Técnica: Márcio Magliano (Técnico), Vinícius Oliveira (Auxiliar Técnico) e Sheila Pinheiro (Fisioterapeuta).
Seleção masculina:
Goleiro: Cristiano Rosa (AHPA/SESPOR/Paranaguá;
Defensores: Diogo Vieira (Rio Hand Beach), Marcelo Machado (Niterói Rugby) e Thiago Barcellos (Palletways V Azuqueca/ESP);
Especialista: Bruno Oliveira (AHPA/SESPOR/Paranaguá);
Laterais: João Paulo Sousa (AHPA/SESPOR/Paranaguá), Matheus Medeiros (MHC), Nailson Amaral (ABC/Carcará) e Wellington Esteves (AHPA/SESPOR/Paranaguá;
Pivô: Gil Pires (AHPA/SESPOR/Paranaguá).
Comissão Técnica: Antônio Guerra Peixe (Técnico), Aldivan Andrade (Auxiliar Técnico) e Carlos Roque Silva (Supervisor).

A Confederaçã

sábado, 12 de outubro de 2019

NOSSO SITE COM O MUNDIAL BEACH EM DOHA


Em novo formato, vôlei de praia do Brasil estreia com vitória em Doha 2019
Com duas medalhistas olímpicas, time do 4x4 derrotou a Nigéria por 2 a 0
Comandado pelas medalhistas olímpicas Bárbara Seixas e Juliana, a equipe brasileira de vôlei de praia 4x4 venceu a Nigéria por 2 sets a 0 (21/7 e 21/10) na estreia dos Jogos Mundiais de Praia Doha 2019, neste sábado, dia 12. Fernanda Berti foi a maior pontuadora do duelo com 11 acertos. Além delas, o Time Brasil é representado por Carol Horta, Rebecca e Tainá.
A disputa em Doha é a primeira do 4x4 sancionada pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB). No novo formato, são quatro atletas em quadra, com dois como opção na reserva. São permitidas até quatro substituições por set. Um atleta que iniciou o set e foi substituído, só pode retornar no lugar do mesmo atleta que o substituiu. As posições em quadra são livres, respeitando, porém, a ordem do rodízio no momento do saque.
"É a primeira vez que estou jogando neste formato. Sei que antigamente vôlei de praia costumava ter o quarteto, mas desde que comecei a jogar já era em dupla. Então, está sendo uma experiência nova. Estou achando muito bacana! O fato da gente poder estar convivendo mais umas com as outras, com jogadoras que normalmente são nossas oponentes, e entrando em sintonia para jogar todo mundo junto é muito legal", avaliou a medalhista de prata nos Jogos Olímpicos Rio 2016, Bárbara Seixas.
O forte calor acima dos 30 graus de Doha foi outro desafio enfrentado pelo quarteto brasileiro. "Por ser um esporte outdoor, a gente já está acostumada a pegar todo tipo de condição climática, mas quanto mais abafado o lugar, pior pela questão do suor excessivo e hidratação. Aqui em Doha é complicado nesse sentido. A sensação térmica é sempre maior, mas a tendência para os próximos jogos é de estarmos mais adaptadas", acredita Bárbara.
A competição continua neste domingo com mais dois jogos do Brasil no grupo A. Primeiro o time verde e amarelo enfrenta a República Tcheca às 10h (horário de Brasília). Mais tarde, às 14h, será a vez do duelo contra os Estados Unidos. Nesta fase todas as equipes avançam para as quartas de final, independentemente da posição nos grupos.
Ainda neste sábado, o Time Brasil entrou em quadra para mais quatro jogos de handebol de praia. No feminino, a equipe se manteve invicta na competição ao vencer a Tunísia e a Hungria por 2 a 0 em ambas. Agora já são quatro vitórias para as meninas do Brasil. Enquanto isso, os homens venceram a Austrália por 2 a 0 e perderam para a Dinamarca pelo mesmo placar. No domingo, o masculino enfrenta a Suécia e o feminino a Dinamarca.
O Time Brasil tem a maior delegação dentre os 97 países inscritos, com 77 atletas (42 homens e 35 mulheres), de nove modalidades: basquete 3x3, beach soccer, beach tennis, beach wrestling, handebol de praia, maratonas aquáticas, vela (classe Fórmula Kite), vôlei de praia 4x4 e wakeboard. Os Jogos Mundiais de Praia são realizados pela Associação Nacional dos Comitês Olímpicos Nacionais.