sábado, 13 de junho de 2020

CREFRS CRIA COMITE DE CRISE DA EDUCAÇÃO FISICA


CREFRS CRIA COMITE DE CRISE NA EDUCAÇÃO FÍSICA

O Conselho Regional de Educação Física – CREFRS, diante do momento da PANDEMIA  COVID-19, dentro de suas ações para amenizar a atuação do PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA no enfrentamento dessa crise instalada, criou o COMITÊ DE TEMAS EMERGENTES DA EDUCAÇÃO FÍSICA  NO ENFRENTAMENTO DA COVID-19 para tratar de protocolos e usar as seguintes estratégias: a) pesquisas de rápida execução para a identificação dos principais problemas vivenciados pelos profissionais no seu contexto de atuação; b) sistematização do conhecimento (baseado em evidências científicas) para a solução dos problemas identificados;  c) produção de material para a orientação dos profissionais; d) fóruns de discussão sobre temas contemporâneos que impactam a Educação Física.

           O CTEDFIS do CREFRS  foi aprovado na Plenária da Entidade e teve a sua primeira reunião de trabalho, online, no sábado à noite com todos os seus integrantes. O COMITÊ está constituído dos seguintes PEFs: Alexandre Lazarotto; Clery Quinhones de Lima,  Débora Garcia, Carmem Masso, Miryan Brausch e  Ninon Leal.
         O CREDFIS/CREFRS vai agilizar formas de comunicação online com os PEFs e ENTIDADES da Educação Física e já agendou uma série de encontros para definir ações mais imediatas para que possa estabelecer a sua linha de atuação para contribuir com a CLASSE dos PEFS nos seus trabalhos na comunidade gaúcha.

(QUILISPORT, em colaboração com o CREFRS -  Jorn. Clery Quinhones de Lima - Reg. Prof. nº4020 - MTB-RS) 

 


quinta-feira, 11 de junho de 2020

BRASIL TERÁ TREINAMENTOS EM PORTUGAL


BBB olímpico: viagem de judocas para treino na Europa terá confinamento e rodízio de máscara, será em julho.

Seleção brasileira embarcará para Rio Maior, em Portugal, no início de julho. Terá tambem o atletismo.

Por Paulo Roberto Conde — São Paulo

O COB (Comitê Olímpico do Brasil) anunciou nesta semana que vai enviar a partir do início de julho 200 atletas para treinos na Europa, a um custo de até R$ 18 milhões, para retomada das atividades em meio à pandemia do novo coronavírus com vista aos Jogos Olímpicos de Tóquio. E uma das primeiras modalidades a pegar o avião será o judô.
Vinte e oito atletas e sete profissionais de apoio (técnicos, preparadores e médicos) embarcarão no começo do próximo mês para um período de 60 dias em um centro de treinamento na cidade de Rio Maior, em Portugal, onde também se hospedarão. Alguns protocolos médicos rígidos, e também curiosos, já foram estabelecidos para tornar a viagem possível.

A medalhista olímpica Mayra Aguiar — Foto: Rafal Burza/CBJ

A medalhista olímpica Mayra Aguiar — Foto: Rafal Burza/CBJ
Os procedimentos dão um quê de Big Brother para a operação. Segundo o gestor de alto rendimento da CBJ (Confederação Brasileira de Judô), Ney Wilson, todas as pessoas da delegação serão testadas, com exames de PCR (colhido nas mucosas e geralmente mais sensível) e de sorologia (de sangue, que identifica anticorpos) nos dias anteriores à viagem. A intenção é que o resultado saia no dia do embarque. Se houver algum caso positivo, o integrante ficará no país.

Rafael Silva, dono de duas medalhas olímpicas — Foto: Abelardo Mendes Jr / rededoesporte

Rafael Silva, dono de duas medalhas olímpicas — Foto: Abelardo Mendes Jr / rededoesporte
- Nós vamos ficar isolados. E dentro do nosso grupo teremos subgrupos. O primeiro é masculino e feminino, depois dos mais leves e dos mais pesados - disse o gestor, que já soltou um ofício de convocação aos judocas da seleção brasileira.
No cotidiano de "novo normal" em Rio Maior, haverá também um rodízio de máscaras. A confederação distribuirá modelos de cores diferentes para a delegação. A cada intervalo de tempo (duas ou três horas), será obrigatório que todos os integrantes troque sua peça, sempre combinando as cores.
( fonte CBJ)

segunda-feira, 1 de junho de 2020

NOSSO SITE COM O COMITE OLIMPICO DO BRASIL






COB enviará atletas para treinamento na Europa a partir de julho

Entidade pretende acelerar volta aos treinos com segurança durante o combate à pandemia no Brasil
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) enviará uma delegação de cerca de 200 atletas, divididos em grupos de julho a dezembro, para treinamentos na Europa. O anúncio foi feito às Confederações Olímpicas em reunião nesta segunda-feira (1 de junho). A medida faz parte do Programa Emergencial de Apoio ao Sistema Olímpico, cujas primeiras ações foram apresentadas no dia 18 de maio, marco de dois meses do isolamento social provocado pelo combate à pandemia do novo coronavírus. Portugal é o primeiro país já confirmado, e foi escolhido por estar em um estágio avançado no enfrentamento à Covid-19 e pelo relacionamento existente com o Comitê Olímpico daquele país, que já havia sido escolhido como base principal de aclimatação do Time Brasil para os Jogos Olímpicos de Paris 2024.

          "O COB entende o momento peculiar que todo o mundo está passando, com impacto direto em todos os segmentos da sociedade, inclusive o esporte. Nesse sentido, cumprimos nosso papel de manter o Sistema Olímpico saudável e oferecer a nossos atletas as melhores condições de treinamento e performance, com a máxima segurança", afirma o presidente da entidade, Paulo Wanderley Teixeira.

           A missão, que deverá incluir atletas e oficiais de diversas modalidades, está em fase final de planejamento. O COB arcará com passagem, hospedagem e alimentação da delegação ao longo de seis meses. O investimento será coberto por parte dos R$ 15 milhões previstos no orçamento da entidade de 2020 dentro do Programa de Preparação Olímpica oriundos da Lei das Loterias. A escolha por Portugal, primeiro país já confirmado para receber o Time Brasil, respeitou as condições de segurança de saúde, o protocolo de treinamento e as medidas de isolamento impostas pelas autoridades locais.

           "Temos uma relação estreita com o Comitê Olímpico Português e já tínhamos iniciado as negociações para a Missão Paris 2024. Com a pandemia, acreditamos que usar as instalações esportivas portuguesas nos permitirá oferecer aos atletas locais seguros e de alto nível para que retomem suas atividades", explica o diretor geral do COB e campeão Olímpico de Judô, Rogério Sampaio.

            "Para o COB é preocupante ver nossos atletas sem condição de treinamento em virtude da necessidade real de mantermos o isolamento para controle da pandemia no país. Sabemos o quão importante é vencermos a batalha contra o coronavírus, ao mesmo tempo que trabalhamos para que o Time Brasil esteja em pé de igualdade com seus principais adversários", afirma o chefe de missão nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 e vice-presidente do COB, Marco Antônio La Porta Jr.

            Paralelamente à Missão Portugal, o COB está finalizando seu protocolo de retomada aos treinos. Um documento de cerca de 200 páginas, construído nas últimas semanas em parceria com especialistas e médicos das Confederações Olímpicas. Esse manual ditará as normas de utilização e abertura gradual do Centro de Treinamento do Time Brasil, no Rio de Janeiro, em consonância com as diretrizes dos órgãos de saúde governamentais.

            "Buscamos referências de diversos comitês olímpicos do mundo, que já se encontram em estágios avançados em relação ao Brasil no combate à pandemia. Nosso objetivo é ter um guia completo para referência de atletas e instituições", diz o diretor de esportes do COB, Jorge Bichara. "Em resumo a ideia é que o atleta fique o mínimo possível na instalação e com o mínimo contato possível com outras pessoas", completa.

         A Missão Portugal dá continuidade ao pacote das primeiras 15 medidas desenvolvidas pelo COB desde março, e apresentadas no dia 18 de maio, para apoio ao Sistema Olímpico em tempos de pandemia. Está prevista também um aporte de recurso de R$ 7 milhões, a ser utilizado em ações de combate à pandemia (compra de testes e equipamentos de EPI, por exemplo), projetos esportivos e administrativos (como pagamento de fornecedores, tributos, aluguéis, etc), em virtude do impacto financeiro na receita das entidades no momento. A distribuição será igualitária entre todas as Confederações olímpicas.
       Também no Programa Emergencial de Apoio ao Sistema Olímpico foi confirmada a destinação de R$ 10 milhões para projetos ligados à área de desenvolvimento esportivo junto às Confederações.