terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

NOSSO SITE COM A PRÉ-COBERTURA DE TOKYO 2020


COB realizará Olympic Fest Time Brasil com atividades para o público brasileiro durante os Jogos Olímpicos Tóquio 2020

São Paulo terá espaço com atrações variadas, celebração de conquistas e presença de atletas
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) decidiu priorizar atividades em território nacional para levar o espírito olímpico e o clima dos Jogos Tóquio 2020 aos torcedores. Em reunião realizada nesta quarta-feira, dia 19, em Brasília, a diretoria da entidade propôs ao Conselho de Administração a organização do Olympic Fest Time Brasil, em São Paulo, nos finais de semana dos Jogos.

O festival vai oferecer ao público atrações variadas, misturando esporte e entretenimento, para fortalecer a torcida pelos atletas. Estão previstas a transmissão dos Jogos, diversas experimentações esportivas e a presença da mascote Ginga. O local será ainda um espaço de celebração das conquistas brasileiras, já que os medalhistas olímpicos passarão por lá assim que voltarem dos Jogos, comemorando suas vitórias junto aos fãs.

CASA BRASIL -- Devido à incerteza trazida pela variação do dólar e ao alto custo do Japão, embora já tivesse captado cerca de 40% do valor estimado para a organização do espaço, o COB decidiu pela não realização da Casa Brasil em Tóquio durante os Jogos, o que também foi aprovado pelo Conselho de Administração.

“Entendemos que será mais efetivo atuar de forma pontual com os stakeholders no Japão e se utilizar da plataforma digital para o fortalecimento da marca, dois dos papéis atribuídos inicialmente à Casa”, disse o diretor geral do COB, Rogério Sampaio.

Os objetivos da Casa Brasil, que agora serão trabalhados através do Olympic Fest e de outras ações, seriam: fortalecer a marca do COB; dar visibilidade e ativação às marcas parceiras; engajar o público; e celebrar as conquistas do Time Brasil.

As marcas parceiras do COB serão convidadas a participar do festival. “Entendemos que conseguiremos atingir todos os objetivos propostos com o Olympic Fest e com outras ações que estamos prevendo para as nossas bases no Japão como forma de marcar a presença do COB durante os Jogos Olímpicos Tóquio 2020”, completou Rogério Sampaio, campeão olímpico de judô em Barcelona 1992.

Além do Olympic Fest, o COB convocará a torcida para apoiar os atletas brasileiros por meio de ações online e presenciais, como o Festival Time Brasil, em Brasília, no mês de abril, e atividades com as madrinhas Claudia Leitte e Sabrina Sato.

Sobre o COB:

Ao longo de seus 105 anos de existência (fundado em 8 de junho de 1914), o COB já levou o Brasil à conquista de 129 medalhas (30 de ouro, 36 de prata, 63 de bronze) em Jogos Olímpicos e 37 medalhas em Jogos Olímpicos da Juventude (11 de ouro, 15 de prata e 11 de bronze.

Comunicação
Daniel Varsano / Valter França / Claudia Fernandes / Alexandre Massi
Tels: 21-2494.2085 - imprensa@cob.org.br
http://www.cob.org.br / http://www.timebrasil.org.br / instagram.com/timebrasil / twitter.com/timebrasil / http://www.facebook.com/timebrasil / youtube.com/ timebrasil
NOTA DO EDITOR  QUILISPORT já se manifestou em várias redes sociais a respeito da negativa do COBna instalação da CASA BRASIL em TOKYO. Destacamos que a CASA sempre foi um apoio aos brasileiros que vão aos JOGOS OLIMPICOS e que isso vinha sendo oferecido há muitos anos e que a justiticativa de gastos. É questão de ser muito caro é questão de planejamento, pois disseram que já havia 40% do valot captado. Nos anos anteriroes tinha a participaçaõ do GOVERNO FEDERAL e patrocinadores. Só agora quase 4 meses para a OLIMPIADA decidiram. Kátia RUBIO escreveu em seu blog na FOLHA, " QUE A CASA CAIU". Agora o COB anuncia uma FAN FEST estilo COPA DO MUNDO DE FUTEBOL em SÃO PAULO e lá onde os brasileiros se deslcoam de seus estados e querem estar junto ao TIME BRASIL, o que farão?  (CLERY - EDITOR)

SITE NA ELEIÇÃO DO COB 2020


O JOGO ESTÁ ABERTO: COB TERÁ MAIS DE UM CANDIDATO NA ELEIÇÃO DE 2020

      A partir de agora. QUILISPORT coloca no site SAUDE PELA PRÁTICA e declara que estará publicando o que é possível e abre espaços , para ambos futuros candidatos e veicula essa matéria do Globo, do MARTIN FERNANDEZ.
Assim como intensifica a PRÉ - COBERTURA DOS JOGOS OLIMPICOS DE TOKYO, que começou tão logo do encerramento da RIO 2016 e inclusive o EDITOR  esteve no Japão/ TOKYO, 3 anos antes - agosto de 2017 e 1 ano antes - agosto de 2019 e viaja dia 18 de julho para a OLIMPIADA.
( CLERY - EDITOR)

Clery , Profissional de Educação Física e Jornalista, realiza cobertura de JOGOS OLIMPICOS, desde 1992 - Barcelona, Diretor de QUILISPORT e Editor do SITE.




Por Martín Fernandez — São Paulo








Tudo indica que, pela primeira vez em mais de 40 anos, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) vai ter uma eleição para presidente com mais de um candidato. Ainda sem data marcada – mas certamente nos últimos meses de 2020 –, a disputa tem pelo menos três pré-candidatos: Paulo Wanderley Teixeira, atual presidente do COB, Alberto Murray Neto, ex-presidente do Conselho de Ética, e Sami Arap, ex-presidente da Confederação Brasileira de Rugby.
A última eleição com mais de um candidato ocorreu em 1979, quando o avô de Alberto Murray Neto, Sylvio de Magalhães Padilha, derrotou o então presidente da Confederação Brasileira de Vôlei, Carlos Arthur Nuzman.
Desde então, o COB foi comandado pelo próprio Padilha até 1990, depois por André Richer até 1995 e finalmente por Nuzman entre 1995 e 2017, quando renunciou, acossado por denúncias de corrupção. Seu vice, Paulo Wanderley, assumiu o que restava do mandato. Sua gestão também teve denúncias de corrupção.
COB sede Rio de Janeiro — Foto: Reuters COB sede Rio de Janeiro — Foto: Reuters COB sede Rio de Janeiro — Foto: Reuters
O colégio eleitoral do COB é formado pelas 35 confederações de esportes olímpicos, os 12 integrantes da Comissão de Atletas e mais os dois representantes do Brasil no Comitê Olímpico Internacional, que são o ex-jogador de vôlei Bernard Rajzman e o atual presidente do Comitê Paralímpico Internacional, Andrew Parsons.
Em entrevista por e-mail ao GloboEsporte.com, Paulo Wanderley não garantiu, mas deu pistas de que será candidato no fim do ano.
– Essa decisão será tomada e anunciada apenas após os Jogos Olímpicos Tóquio 2020. Acredito que este não seja o momento mais adequado para abordarmos o tema.
Paulo Wanderley Teixeira, presidente do COB — Foto: Ricardo Bufolin/Panamerica Press Paulo Wanderley Teixeira, presidente do COB — Foto: Ricardo Bufolin/Panamerica Press 
Paulo Wanderley Teixeira, presidente do COB — Foto: Ricardo Bufolin/Panamerica Press
Ex-presidente da Confederação Brasileira de Judô (durante 16 anos), Paulo Wanderley promoveu uma reforma de estatuto que aumentou a participação dos atletas no colégio eleitoral (de um para 12) e facilitou o processo de candidaturas – antes era preciso ser membro da Assembleia do COB por pelo menos cinco anos, receber dez apoios formais e inscrever a chapa com oito meses de antecedência.
Essas exigências caíram. Hoje basta ter mais de 18 anos, não ter sido expulso de COI, COB ou federações esportivas – e nem estar empregado por elas. É preciso ainda ter o apoio formal de três dos 49 integrantes do colégio eleitoral. Na CBF, por exemplo, é preciso o apoio de cinco (dos 40) clubes e mais oito (das 27) federações estaduais de futebol.
– É claro que espero mais candidatos. Buscávamos justamente maior participação da comunidade esportiva. Uma disputa democrática é fruto desse trabalho. A presença de mais candidatos só contribui para o desenvolvimento do esporte – diz Paulo Wanderley.
Mas o dirigente também aprovou uma mudança no estatuto que teve a si próprio como beneficiário. Quem quiser se candidatar à presidência precisa se afastar dos cargos que ocupa no COB 120 dias antes da eleição. Isso só não vale para o presidente.
Alberto Murray Neto — Foto: Vicente Seda Alberto Murray Neto — Foto: Vicente Seda 
Alberto Murray Neto — Foto: Vicente Seda
Também foi por causa dessa regra que Alberto Murray Neto deixou o Conselho de Ética da entidade, do qual era presidente. Agora desvinculado do COB, pode se candidatar a presidente. Advogado, neto do ex-presidente Sylvio de Magalhães Padilha, Murray foi provavelmente o maior crítico das administrações de Carlos Arthur Nuzman. E também é da gestão de Paulo Wanderley, a quem se refere como "vice de Nuzman".
Ex-árbitro do Tribunal Arbitral do Esporte (última instância da justiça desportiva), Murray fez circular na semana passada um documento com uma espécie de "plano de governo" para o esporte olímpico brasileiro, que tem uma linha principal: descentralizar as ações (e os recursos) do COB e dar mais autonomia para atletas e co
O terceiro pré-candidato é Sami Arap, ex-presidente da Confederação Brasileira de Rúgbi e sucessor de Murray na presidência do Conselho de Ética do COB. Numa mensagem enviada ao GloboEsporte.com, ele declarou que só vai confirmar sua candidatura "após tomar conhecimento das demonstrações financeiras" relativas ao ano 2019.
Sami Arap — Foto: Divulgação Sami Arap — Foto: DivulgaçãoSami Arap — Foto: Divulgação



– É fundamental entender os ativos e passivos da entidade, avaliar riscos patrimoniais etc – declarou Arap, que, assim como Murray, é advogado.
No início do mês, o jornalista Juca Kfouri revelou, em seu blog no portal Uol, que o COB convidou Arap para viajar aos Jogos Olímpicos de Tóquio com todas as despesas pagas. Paulo Wanderley confirmou o convite.
– Convidamos o órgão [o Conselho de Ética] para que estivesse presente nos Jogos Olímpicos. Decidimos em conjunto que estes serão representados pelo presidente e o vice-presidente do órgão, assim como o faremos com a Comissão de Atletas.
Sami Arap declarou que a viagem "observa política interna do COB há décadas" e que, caso sua agenda profissional permita, "será uma honra representar o Conselho de Ética do COB em Tóquio, além de trocar experiências com colegas de outros países que integram órgãos similares".